terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Inquérito à Valorização de Resultados da I&D Empresarial

:: Inquérito à Valorização de Resultados da I&D Empresarial ::

.:: Relatório preliminar da análise dos Resultados do Inquérito ::.

O Inquérito às Perspectivas de Valorização dos Resultados da I&D Empresarial foi lançado a um conjunto de empresas com projectos de I&D com apoio público, e com um intervalo de execução dos projectos que com maior probabilidade tivessem resultados a chegar ao mercado entre 2008 a 2013. Embora partindo dos projectos o Inquérito dirigia-se às empresas que podiam inclusive indicar resultados da sua actividade de I&D que não tivesse tido apoio público.

O objectivo do Inquérito era duplo. Em primeiro lugar perceber as perspectivas concretas dos resultados do investimento em I&D pelas empresas nos últimos anos. Em segundo lugar, identificar eventuais dificuldades à chegada ao mercado e possíveis medidas de apoio para as superarem.

Seguem em baixo alguns dados extraídos do documento de referência:

Fonte: ADI, 2011


Fonte: ADI, 2011


Fonte: ADI, 2011


Fonte: ADI, 2011

No Anexo 1, foram publicadas Extractos das Propostas/Reflexões de Empresas Inquiridas sobre Apoios Públicos, nomeadamente nos seguintes tópicos:
  • Apoios às Exportações e Internacionalização
  • Apoio “Facilitador” - Broker
  • Compras Públicas / Grandes Empresa
  • Demonstradores
  • Apoio financeiro
  • Capital de Risco
  • SIMPLEX
  • Certificação/ Legislação/ Licenciamento
  • Apoio a Patentes
  • Políticas Sectoriais
  • Apoio a startups
  • Atracção Investimento Estrangeiro

:: ADI: Inquérito à Valorização de Resultados da I&D Empresarial ::

Fonte: ADI


.:: Links ::.

:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

domingo, 20 de fevereiro de 2011

QREN: I&DT - NÚCLEOS DE I&DT - n.º 04/SI/2011



:: QREN: I&DT - NÚCLEOS DE I&DT | AAC nº 04/SI/2011 ::

.:: Prazos para a Apresentação de Candidaturas ::.
.:: Entre o dia 16 de Fevereiro de 2011 e o dia 21 de Abril de 2011 ::.

Promoção do up-grade das empresas de pequena ou média dimensão (PME) para patamares mais elevados de desenvolvimento tecnológico e de inovação, através da criação e consolidação de unidades estruturadas com características de permanência e dedicadas exclusivamente a actividades de I&DT, dotando-as das competências humanas e materiais próprias indispensáveis à sua intervenção.

Tipologia de Projectos a Apoiar

Os projectos a apoiar inserem-se na modalidade de “Núcleos de I&DT” inscrita na tipologia “Capacitação e Reforço de Competências Internas de I&DT” (subalínea i) da alínea c) do n.º 1 do artigo 5.º do Regulamento do SI I&DT).

Âmbito Territorial

Todas as regiões NUTS II do Continente, com excepção da Região de Lisboa.
As candidaturas com investimentos localizados na Região NUTS II do Algarve não deverão incluir investimentos localizados noutras NUTS II.

Fonte: QREN

.:: Links ::.

::I&DT - NÚCLEOS DE I&DT: AAC nº 04/SI/2011::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

sábado, 19 de fevereiro de 2011

QREN: Suplemento OJE

:: QREN: Suplemento OJE ::

As contribuições dos intervenientes neste suplemento inserem-se num tema que tem alimentado diversas análises sobre os efeitos dos investimentos apoiados pelos fundos comunitários em Portugal. Neste debate a invocada dicotomia entre investimentos materiais e imateriais numa lógica de concorrência por recursos financeiros mais ou menos escassos omite frequentemente a interdependência entre estes dois vectores do desenvolvimento.

Sem uma efectiva qualificação do território em termos de conectividade, protecção e sustentabilidade ambiental e uma rede de equipamentos colectivos, não é possível assegurar uma efectiva redução das assimetrias nem desenvolver as vantagens competitivas suficientes para a atracção das actividades económicas e culturais geradoras de um desenvolvimento sustentado.

Tópicos do Suplemento:
  • Cooperação entre universidades e administração
  • Financiamentos que contribuirão para a redução das assimetrias
  • Porto de Sines: Porta Atlântica da Europa
  • Casos de sucesso
  • Teresa Sá Marques: "É preciso perceber, investigando profundamente, os nossos entraves à inovação social"
  • O QREN e o Papel das Autarquias na Valorização do Território
  • Casos de sucesso I

:: OJE: Suplemento QREN ::

Fonte: OJE

Green Paper: Dos Desafios às Oportunidades: Para um Quadro Estratégico Comum de Financiamento da Investigação e Inovação da UE

:: Green Paper: Dos Desafios às Oportunidades: Para um Quadro Estratégico Comum de Financiamento da Investigação e Inovação da UE ::

O presente Livro Verde tem como objectivo lançar um debate público sobre as questões-chave a ter em conta nos futuros programas de financiamento da investigação e inovação da UE. Estes programas farão parte das propostas da Comissão para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) a apresentar em Junho de 2011. Prevê-se a adopção de propostas específicas relativas a programas de financiamento até ao final de 2011. Ascomunidades nos sectores da investigação, empresas, Governos e sociedade civil são convidadas a participar neste importante debate.

A realização dos objectivos da Estratégia Europa 2020 de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo está dependente da investigação e inovação enquanto motores essenciais de prosperidade social e económica e de sustentabilidade ambiental. É por essa razão que, no contexto da Estratégia Europa 2020, a União Europeia se fixou o objectivo de aumentar as despesas em I&D a fim de que estas atinjam 3% do PIB até 2020. A iniciativa emblemática União da Inovação advoga uma abordagem estratégica e integrada da investigação e inovação. Estabelece o quadro e os objectivos para os quais o futuro financiamento da investigação e inovação da UE devem contribuir, com base nas disposições dos Tratados.

O Conselho apelou para que os futuros programas de financiamento da UE se centrassem mais fortemente nas prioridades da Estratégia Europa 2020, incidissem nos desafios societais e nas tecnologias-chave, facilitassem a investigação em colaboração e orientada pela indústria, racionalizassem os instrumentos, simplificassem radicalmente o acesso, reduzissem o tempo para a colocação no mercado e reforçassem a excelência.

A Reapreciação do Orçamento apresentou princípios fundamentais que devem estar subjacentes ao futuro orçamento da UE: colocar a tónica em instrumentos com valor acrescentado europeu comprovado, tornar-se mais orientado para os resultados e produzir um efeito de alavanca noutras fontes de financiamento públicas e privadas. A Reapreciação do Orçamento propôs que toda a gama de instrumentos da UE no domínio da investigação e inovação se inscrevesse num Quadro Estratégico Comum. Na sua reunião de 4 de Fevereiro de 2011, o Conselho Europeu debateu a questão da inovação e apoiou o conceito de Quadro Estratégico Comum com vista a melhorar a eficiência do financiamento no domínio da investigação e inovação aos níveis nacional e da UE. O presente Livro Verde identifica questões-chave sobre a forma de atingir estes objectivos ambiciosos.

Embora o presente Livro Verde se centre na investigação e inovação, há ligações importantes com outros programas da UE, tal como identificados na Reapreciação do Orçamento, e designadamente com os futuros fundos da política de coesão e dos programas de educação.

Fonte: Comissão Europeia

:: Green Paper ::

.:: Dos Desafios às Oportunidades: Para um Quadro Estratégico Comum de Financiamento da Investigação e Inovação da UE ::.

Fonte: Comissão Europeia

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Investimento de 7,5 milhões para internacionalizar Cultura Portuguesa e qualificar Rede de Teatros Municipais

:: Investimento de 7,5 milhões para internacionalizar Cultura Portuguesa e qualificar Rede de Teatros Municipais ::

A Cultura passará a dispor de mais cinco milhões de euros por ano, na sequência da alteração da distribuição das receitas dos jogos sociais, uma vez que «é necessário proteger o sector da cultura de uma política geral de austeridade», afirmou o Primeiro-Ministro José Sócrates na apresentação do Fundo para a Internacionalização da Cultura Portuguesa e da Rede Portuguesa de Teatros Municipais. «Isto significa apenas uma escolha política, não significa que aumentámos o défice orçamental para mais cinco milhões aumentando a despesa da cultura», afirmou, referindo-se à política de austeridade que se aplica a todos os sectores. Porém, «há sectores mais fracos que sofrem mais em virtude das políticas de austeridade» e daí decorreu a decisão de proteger a cultura, que «tem um papel a desempenhar da maior importância para o País, para a economia e para a sociedade», pois «é a melhor embaixadora do nosso País».

O Conselho de Ministros de 3 de Fevereiro alterou a grelha de distribuição das receitas dos jogos sociais, passando a Cultura a ficar com uma percentagem de 3,5%, em vez de 2,2%, o que corresponde a mais cinco milhões de euro por ano. O PM referiu que outros sectores beneficiários das receitas dos jogos sociais «não ficaram propriamente exultantes» com a decisão do Governo, mas faz sentido «proteger a cultura de uma política de austeridade que o Estado vai ter de seguir». Este é um «sinal político do Governo», «um sinal que distingue a Cultura enquanto uma política pública absolutamente necessária para a modernização e para o desenvolvimento», do mesmo modo que aconteceu com a Ciência no primeiro Governo chefiado por José Sócrates, com os resultados que são conhecidos.

A Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, afirmou que o dinheiro dos jogos sociais «vai permitir o lançamento destes projectos já este ano, e é uma medida também estrutural, que produzirá resultados continuados e permitirá a criação de novas iniciativas nos próximos anos». No conjunto, a Cultura vai dispor de 9,5 milhões de euros, sendo 3 milhões para o Fundo para a Internacionalização, 4,5 milhões para a Rede de Teatros Municipais e 2 milhões para as Artes, a dividir em partes iguais entre contratos plurianuais e apoios pontuais.
O Fundo para a Internacionalização da Cultura Portuguesa pretende promover a mobilidade internacional de artistas e de obras portuguesas em áreas como a literatura, música, dança, cinema, fotografia, artes plásticas, arquitectura e design, entre outras. Assente numa parceria entre o Ministério da Cultura e o Ministério dos Negócios Estrangeiros, através do Instituto Camões, o fundo contará com 3 milhões de euros para o período 2011-2013.

Desse montante, e ainda com vista à internacionalização da cultura portuguesa, o Ministério da Cultura, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores e a Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, atribuirá 1 milhão de euros à Portugal MusicExport, a agência para a exportação de música portuguesa. A Portugal MusicExport apoiará a participação de artistas em feiras internacionais e a promoção de festivais, tournées e eventos considerados relevantes para a internacionalização da cultura portuguesa.

Por fim, com a criação da Rede Nacional de Teatros Municipais, pretende-se ligar em rede e promover a qualidade da programação de dezenas de teatros e de salas de espectáculos de todo o país. Para além do Ministério da Cultura, a iniciativa conta com o apoio mecenático da Fundação EDP, a que se juntará financiamento QREN, num investimento total de 4,5 milhões de euros para o triénio 2011-2013.

Fonte: Governo da República Portuguesa

.:: Links ::.

:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::



Inovação: A Reputação de Portugal e o Ranking da Inovação "EIS" 2010

:: Inovação: A Reputação de Portugal e o Ranking da Inovação "EIS" 2010 ::

A notícia sobre o ranking de inovação do "European Innovation Scoreboard" ("EIS"), divulgada pelo Expresso, no qual Portugal subiu uma posição (15º) e passou a ocupar a primeira posição no grupo dos países "moderate innovators", vem confirmar a evolução positiva que o país registou em 2010, no ranking do "CountryRep" um estudo anual que mede a reputação de 35 países junto do público em geral dos países que integram o G7, promovido pelo Reputation Institute.

De acordo com o "CountryRep 2010", Portugal, que mantém a 19ª posição no que diz respeito à reputação do país no exterior, mas melhorou o seu índice em 3,4 pontos. Se em 2009 Portugal obteve um índice de 58.37, numa escala de 0 a 100, em 2010 alcançou 61,8 pontos, valor que indica uma reputação "média".

Quanto à Suécia, lidera não só o ranking de inovação do "European Innovation Scoreboard" como o da reputação "Country Rep 2010", com um índice de reputação de 76,33, face à quarta posição que assumira em 2009, com 71,67 pontos.

É curioso que dois estudos que têm na sua base pressupostos distintos apontam conclusões no mesmo sentido. Na verdade, estamos a comparar os resultados de um ranking baseado em critérios objetivos, como é o caso do "EIS", e uma análise que mede perceções como é o caso do "CountryRep". No entanto, é notório que os progressos verificados nos indicadores do "EIS" já começaram a ter impacto nas perceções da opinião pública externa e que se traduzem num incremento da reputação no exterior.

Por outro lado, se o "EIS" reconhece a Portugal um maior investimento em I&D, um aumento do número de PME's inovadoras no que respeita a produtos e serviços, e um acréscimo no número de doutorados, aponta também como fraquezas o fraco impacto económico destes progressos bem como um peso médio reduzido dos produtos de média e alta tecnologia nas nossas exportações.

Comparando novamente os dois estudos e apesar do facto de terem na sua essência pressupostos distintos, a inovação é um indicador utilizado por ambos. O Índice de Reputação de um país assenta na avaliação que é feita ao nível de três grandes drivers que moldam as perceções dos inquiridos acerca dos países, que são: a eficácia governativa, a atractividade natural e cultural e o ambiente de negócios. Todos eles são compostos por um conjunto de vários atributos que precisam de ser melhorados e comunicados de forma continuada no tempo, para que a nossa reputação cresça.

No "CountryRep" o driver "ambiente de negócios" é precisamente o que integra a vertente da inovação de um país, no qual Portugal se destacou. Quando analisamos "ambiente de negócios" estamos a falar da "qualidade e força das marcas nacionais" que de 2009 para 2010 cresceu de 49,8 para 53,1 pontos em termos de reputação, da "inovação das marcas nacionais" que subiu de 47,4 para 48,9, e do "desenvolvimento tecnológico", que cresceu de 44,6 para 48,1.

Ora, são exatamente estes os atributos que marcam maior diferença entre Portugal e os seus competidores na União Europeia e na OCDE, e que poderão catapultar-nos neste ranking de Reputação e que dependem, em larga medida, do progresso dos indicadores medidos no "EIS". Numa altura em que precisamos de estimular a nossa competitividade na área dos bens transacionáveis, a análise do "CountryRep" tem mostrado que existe uma correlação forte entre a reputação do país e o crescimento das suas exportações bem como do afluxo de turismo e investimento estrangeiro. É então fundamental continuarmos a trabalhar quer no progresso dos indicadores de Inovação, área em que nos podemos destacar ainda mais, quer na comunicação dos mesmos, de forma a gerar perceções cada vez mais fortes para Portugal, com impacto direto na avaliação da nossa reputação como país moderno e desenvolvido.

Fonte: Expresso

.:: Links ::.


:: INNOVATION UNION SCOREBOARD 2010: The Innovation Union's performance scoreboard for Research and Innovation ::

:: Portugal: European Innovation Scoreboard (EIS)2008-2009 ::

:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial II ::

SIFIDE II: Sessão de Esclarecimentos

:: SIFIDE II ::

.:: Sessão de Esclarecimentos ::.
.:: Alterações com o Orçamento de Estado 2011 ::.

.:: 22 de Fevereiro de 2011 ::.
.:: 8h30-10h00 ::.
.:: Hotel Sofitel Lisboa ::.

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