quinta-feira, 25 de agosto de 2011

QREN: Construção pede readaptação das verbas

:: Construção pede readaptação das verbas do QREN ::

A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) reivindicou a antecipação e a readaptação das verbas do QREN, afirmando ser uma das únicas vias para dinamizar o sector, porque o «Estado não tem dinheiro».

A CPCI foi recebida esta quarta-feira pelo Secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, para discutir a situação actual do sector da construção e, na reunião, reivindicou ao governante o reajustamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), defendendo a antecipação e readaptação dos fundos.

O presidente da CPCI, Reis Campos, disse à Lusa que estão em causa «14,8 mil milhões de euros de fundos que não foram utilizados», uma verba que é «quase uma das únicas vias de investimento», uma vez que «não há um cêntimo para fazer adjudicações», disse Reis Campos.

A CPCI reivindicou também a criação de apoios à internacionalização e a «rápida concretização» das medidas destinadas a relançar o mercado do arrendamento e da reabilitação urbana, que chegaram a ser anunciadas pelo anterior Governo.

Segundo Reis Campos, este ano, o sector da construção perdeu 24 mil trabalhadores e 582 já entraram em insolvência.

Também esta quarta-feira, a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP) alertou para o persistente atraso nos pagamentos e as crescentes dificuldades de acesso ao crédito bancário estão a sufocar as empresas do sector.

De acordo com a análise de conjuntura da FEPICOP, que cita dados do Banco de Portugal, «o montante de crédito concedido pelas instituições financeiras às empresas de construção decresceu 3,4% entre os primeiros cinco meses de 2010 e o mesmo período de 2011».

Por outro lado, «a parcela do crédito à construção que é classificada como sendo de cobrança duvidosa é crescente», tendo subido de 6,9% nos primeiros cinco meses de 2010 para 8,9% no mesmo período deste ano.

Fonte: Agência Financeira

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

QREN apoiou mais de dez mil empresas até Junho

:: QREN apoiou mais de dez mil empresas até Junho ::

Os incentivos do QREN - Quadro Referência Estratégica Nacional já apoiaram mais de dez mil empresas até ao final de Junho. No âmbito das várias agendas temáticas do QREN foram aprovadas 38 993 operações que correspondem a um investimento total de 28 333 milhões de euros, com 20 306 milhões de euros de despesa pública, dos quais 15 467 milhões de euros são comparticipação de fundos comunitários.

Na temática Factores de Competitividade que tem um peso de 31% no total das operações aprovadas até ao final do primeiro semestre, a maior parte do investimento dirigiu-se para a área da Inovação e Renovação do Modelo Empresarial. Através dos sistemas de incentivos foram apoiadas 4 555 empresas e mobilizado um volume de investimento total de 7,8 mil milhões de euros. Neste grupo, 645 foram apoiadas no início da sua actividade e uma parte significativa (272) são empresas das áreas de conhecimento intensivo e média e alta tecnologia.Ainda nesta temática, através dos mecanismos de engenharia financeira foram apoiadas 6 328 empresas. neste grupo 4451 empresas situam-se no Continente e 1 877 nas regiões autónomas.

Na temática Potencial Humano, o QREN apoiou a formação de mais de 1,5 milhões de pessoas e na área das infra-estruturas da Rede Escolar financiou intervenções em 767 estabelecimentos de ensino. Na Valorização do Território o destaque foi para o apoio à construção ou reabilitação de 2 817 quilómetros de estradas, 301 projectos de prevenção de riscos e 905 equipamentos sociais nas áreas da saúde, cultura, desporto e apoio social.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Proder: Governo já assegurou apoios de 100 milhões de euros

:: Proder: Governo já assegurou apoios de 100 milhões de euros ::

Os pagamentos do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) em dívida vão ser efectuados em breve, uma vez que o Governo desbloqueou a contribuição nacional de 25 milhões de euros necessária para receber 75 milhões de euros de apoio comunitário.

Fonte do ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, disse à Lusa que o Governo conseguiu a libertação das verbas nacionais para pagamentos do PRODER, um passo indispensável para serem desbloqueados os apoios financeiros comunitários para o sector, num montante global de 100 milhões de euros.

Com este valor, segundo a mesma fonte, "ficam assegurados, de imediato, os pagamentos em dívida aos beneficiários de todos os projectos do PRODER, incluindo modernização das explorações, todas as instalações de jovens agricultores, regadio do Alqueva e Eixo 3.

Este pagamento vai ao encontro do esforço de investimento do sector, adiantou a mesma fonte, realçando que “grande parte dos pagamentos tem um retorno fiscal para o Orçamento do Estado, através da cobrança de IVA no investimento, bem como aumento de receitas de IRC, TSU e IRS”.

No final de Julho, numa audição na Comissão de Agricultura e Mar da Assembleia da República, a ministra da Agricultura assegurou que o Governo estava a fazer tudo para alocar mais 50 milhões de euros para garantir o aumento da comparticipação nacional no PRODER, para que não haja atrasos nos pagamentos aos agricultores e penalização por parte de Bruxelas por devolução de fundos.

“Estamos a trabalhar, em conjunto com o Ministério das Finanças para que isso seja uma realidade a muito breve trecho, mas só nessa altura o direi”, disse então Assunção Cristas, adiantando que estar a trabalhar para que “não haja mais atrasos” e que até ao final do ano não ocorram mais situações de falta de dinheiro no PRODER.

Fonte: Lusa

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Braga de Macedo deve ficar à frente da AICEP e do IAPMEI

:: Braga de Macedo deve ficar à frente da AICEP e do IAPMEI ::

Jorge Braga de Macedo deve ser o escolhido pelo Governo para liderar o organismo que vai resultar da fusão da AICEP com o IAPMEI.

Jorge Braga de Macedo, ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva, deverá ser o escolhido pelo Governo para liderar o organismo que resultar da fusão da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) com o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI), avança o Sol.

Contactada pelo Económico, fonte do gabinete do primeiro-ministro considera ser "prematuro" falar em nomes sem que o estudo sobre a diplomacia económica encomendado pelo Governo a Braga de Macedo esteja concluído, revelando "não ter qualquer indicação" sobre este assunto.

Em Junho, Passos Coelho nomeou de Braga de Macedo para coordenar um grupo de trabalho encarregado de repensar a diplomacia económica, que teria de elaborar um relatório sobre o assunto num prazo de 45 dias. Da equipa, formada por mais seis elementos, contam-se ainda os nomes dos ex-ministros Campos e Cunha e António Monteiro.

O Governo está a reestruturar os serviços e organismos públicos envolvidos na promoção e captação de investimento estrangeiro, na internacionalização da economia portuguesa e na cooperação para o desenvolvimento.

Fonte: Económico

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Oito empresas portuguesas estão entre as que mais investem em I&D

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A Comissão Europeia (CE) divulgou a lista das mil empresas europeias que mais investem em investigação e desenvolvimento (I&D). Segundo o estudo, entre as sociedades estão oito portuguesas: PT, Bial, CGD, EDP, Crédito Agrícola Financial, Novabase, Martifer e Brisa.

A empresa liderada por Zeinal Bava investiu, em 2009, 213 milhões de euros em I&D, o que faz com que esteja à cabeça do “ranking” das empresas portuguesas. Globalmente, está em 89º lugar entre as mil maiores europeias.

A farmacêutica Bial está no lugar nº 257 da tabela , com um total de 59,7 milhões de euros de investimento em 2009. A Caixa Geral de Depósitos gastou 58 milhões de euros em 2009, o que a coloca no lugar nº 262, enquanto a EDP se encontra em 377º lugar, com um investimento de 37 milhões de euros em I&D.

Já o Crédito Agrícola Financial encontra-se no lugar nº 658, com um investimento de 11,4 milhões de euros, seguida da Novabase que despendeu 9,1 milhões em I&D o que a coloca em 734º lugar do “ranking”.

A Martifer, por sua vez, investiu 8,1 milhões de euros (lugar nº 770) e a Brisa 6 milhões, segundo o estudo da CE. A concessionária do grupo Mello está no lugar nº 872.

Quase todas as empresas portuguesas listadas aumentaram os valores de investimento. A sociedade que mais subiu foi o Crédito Agrícola, com uma subida de mais de 1.700% face a 2008. A Novabase e Martifer reviram em baixa os seus valores em 18% e 20,9% respectivamente.

Em comunicado, a Comissão Europeia disse que “as principais empresas sediadas na União Europeia e que investem em I&D prevêem um aumento anual de 5% do seu investimento em investigação e desenvolvimento entre 2011 e 2013.

É mais do dobro do previsto nas expectativas do ano passado e representa uma recuperação significativa após os cortes de 2,6% praticados por essas empresas em 2009”. O comunicado diz que 27% das vendas anuais das empresas é proveniente de produtos inovadores.

Fonte: Jornal Negócios

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Aumento anual de 5% dos esforços de inovação por parte das grandes empresas europeias que investem em I&D

:: Aumento anual de 5% dos esforços de inovação por parte das grandes empresas europeias que investem em I&D ::

As principais empresas sediadas na UE e que investem em I&D prevêem um aumento anual de 5% do seu investimento em investigação e desenvolvimento (I&D) entre 2011 e 2013. É mais do dobro do previsto nas expectativas do ano passado e representa uma recuperação significativa após os cortes de 2,6% no investimento em I&D praticados por essas empresas em 2009. As empresas inquiridas revelaram também que, em média, 27% das suas vendas anuais são provenientes de produtos inovadores introduzidos nos três últimos anos, o que demonstra mais uma vez que a inovação é a chave do êxito comercial e da criação de postos de trabalho.

Estes números foram hoje publicados pela Comissão Europeia na sua sexta sondagem da UE sobre as tendências de investimento em I&D das empresas (Survey on R&D Investment Business Trends), que incide nas expectativas de investimento em I&D das 1000 empresas europeias que mais investem neste domínio. Responderam 205 empresas, o que representa uma amostra substancial.

Máire Geoghegan-Quinn, Comissária para a Investigação, a Inovação e a Ciência, afirmou: «A sondagem fornece informações positivas em matéria económica e é motivo para um optimismo prudente, dado que empresas de I&D são um motor essencial de crescimento sustentável e de criação de emprego. Mas para atingir os objectivos da estratégia Europa 2020, incluindo o aumento do investimento em I&D na UE para 3% do PIB, será necessário que estes investimentos previstos para 2011-2013 se concretizem na prática. Serão igualmente necessários novos aumentos na taxa de crescimento do investimento privado em I&D nos anos subsequentes, tanto pelas grandes empresas abrangidas por esta sondagem, como pelas PME. E teremos necessidade de criar uma União da Inovação na Europa, de modo a que seja mais atraente investir em I&D que noutros sectores».

As empresas inquiridas esperam que o seu investimento em I&D no interior da UE aumente 3% por ano durante os próximos três anos. Embora esta taxa seja inferior ao crescimento previsto para o seu investimento em I&D outras regiões do mundo, as empresas continuam a prever que 75% dos seus investimentos serão localizados na UE. Segundo estas empresas, é na China (25%), no Japão (17%), noutros países europeus (8%), na Índia (8%) e nos EUA e Canadá (5%) que se esperam os maiores aumentos da percentagem de investimento em I&D.

Esta tendência - a mesma que em três das quatro sondagens anteriores - mostra que as empresas sediadas na UE pretendem beneficiar do crescimento das economias emergentes, mantendo contudo globalmente uma forte incidência na UE. Este facto é confirmado pelos números fornecidos pelas empresas sobre os montantes nominais dos investimentos em I&D, que deverão aumentar 2,2 mil milhões de EUR ao longo dos próximos três anos na UE e 2,7 mil milhões de EUR fora da UE.

Os principais factores indicados como tendo um efeito positivo na inovação foram a disponibilidade de pessoal qualificado e os apoios do sector público, como as subvenções e os incentivos fiscais. A colaboração com outras entidades, como as instituições de ensino superior, foi também considerada importante.

Os factores considerados como negativos para todos os sectores foram os custos de execução dos direitos de propriedade intelectual (DPI) e o tempo necessário para a obtenção da protecção dos DPI. Este facto sublinha a importância de se promover um regime de direitos de propriedade intelectual que seja favorável à inovação – a patente única da UE, actualmente em fase de proposta, será um importante passo em frente neste contexto.

Em Outubro de 2011, a Comissão Europeia publicará o seu próximo Painel Europeu sobre o Investimento na I&D Industrial, que classifica as 1000 maiores empresa da UE e as 1000 maiores empresas de fora da UE com base nos investimentos reais em 2010.

Fonte: Comissão Europeia

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