quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Fundos comunitários para empresas com novo rosto

:: Fundos comunitários para empresas com novo rosto ::

A gestão dos fundos comunitários para empresas vai passar para as mãos de Franquelim Alves, apurou o Diário Económico.

O ex-presidente do IGCP e também ex-administrador da área não-financeira da SLN vai substituir Nelson Souza como gestor do programa Compete, a estrutura de missão responsável pela gestão e execução do Programa Operacional Temático Factores de Competitividade, inserido no Quadro de Referência Estratégico Nacional. Franquelim Alves vai deixar assim a presidência executiva da Gi Capital Solutions, uma sociedade de reestruturação de créditos e gestão de carteiras de activos imobiliários.

Esta alteração resulta do facto de Nelson Souza ter colocado o seu cargo à disposição em Agosto, sabe o Diário Económico. A decisão foi anunciada na altura à tutela, mas Nelson Souza assumiu o compromisso de se manter em funções até ser encontrado um substituto. "Foi uma decisão minha, por razões profissionais e pessoas", confirmou ao Diário Económico, Nelson Souza.

Nelson Sousa, apesar de ser quadro do Ministério da Economia, vai agora regressar à AIP, onde já exerceu funções. "Vou ocupar o cargo de director-geral da AIP, a partir de 1 de Fevereiro", acrescentou o ainda gestor do Compete.

Fonte: Económico

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“Alguma coisa está a correr bem” em Portugal

:: “Alguma coisa está a correr bem” em Portugal ::

Cinco investigadores a trabalhar em Portugal acabam de receber um financiamento de 2.5 milhões de euros da Howard Hughes Medical Institute (HHMI) para utilizarem em estudos de neurociências, parasitologia, envelhecimento e a comunicação entre bactérias.

Karina Xavier e Miguel Godinho Ferreira do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), Luísa Figueiredo do Instituto de Medicina Molecular, e Rui Costa e Megan Carey da Fundação Champalimaud, foram reconhecidos de uma lista internacional de 28 investigadores por serem "futuros líderes científicos", considera a HHMI.
Em entrevista ao Ciência Hoje (CH), Miguel Godinho Ferreira revela que a distinção “é um selo de qualidade” atribuído à sua investigação. “O HHMI reconheceu em mim as capacidades de ser um investigador que pode trazer conhecimento fundamental para a área e por isso estou lisonjeado”, afirma.

Com “tantas notícias más actualmente” este reconhecimento “mostra que alguma coisa está a correr bem” em Portugal. “O investimento tem dado lucro e o próximo passo que o país precisa (como criar riqueza) virá a seguir”, garante.

Neste ponto, o que interessa ao cientista são “as doenças que acontecem durante a velhice”, particularmente o cancro. “Estudo os processos moleculares que dão origem ao cancro e aquilo que me interessa neste momento é tentar perceber porque é que os processos de manutenção do nosso código genético estão a prazo”.

Para isso, Miguel Godinho Ferreira vai poder contar com os 513 mil euros distribuídos ao longo de cinco anos que foram atribuídos a cada um dos cinco investigadores. “A nível de dinheiro é bastante bom, vai permitir pagar a minha investigação e contratar pessoas. Mas mais que isso, vai dar-nos uma confiança para podermos ser mais arrojados e pensarmos mais a longo termo”, refere.

Investimento dá frutos

Outra das cientistas premiadas, Karina Xavier, partilha com o CH que a distinção “é o reconhecimento da qualidade do trabalho” que tem desenvolvido.

Nos últimos anos, a investigadora do IGC e também do ITQB, tem estado a investigar os mecanismos que as bactérias usam para comunicar entre si.


Karina Xavier
“As bactérias produzem e excretam pequenas moléculas químicas, que tal como as moléculas de perfumes, se espalham e são detectadas por outras bactérias na vizinhança. Ao detectarem estas moléculas as bactérias conseguem saber se estão sozinhas ou acompanhadas e se os seus vizinhos são amigos ou inimigos. Com esta informação as bactérias podem actuar em conjunto para por exemplo infectar um hospedeiro (como os seres humanos) provocando doenças, ou então no caso das bactérias benéficas que existem nos intestinos produzir antibióticos para proteger o nosso organismo de agentes infecciosos”, explica.

A investigação de Karina Xavier permitiu identificar uma molécula de comunicação que é importante para a comunicação entre bactérias de espécies diferentes. “Quero agora estudar o papel desta molécula num ambiente de grande importância para a saúde humana, os nossos intestinos e sua flora microbiana”, diz.

E acrescenta: “Os nossos estudos indicam que a comunicação entre bactérias tem um papel importante no equilíbrio da flora intestinal. O nosso objectivo é estudar esse processo a nível molecular, o que pode levar ao desenvolvimento de novas terapias para o controlo da flora intestinal e a recuperação do seu equilíbrio após tratamentos prejudiciais”.

Assim, com o financiamento que recebeu pretende “contratar pessoas para o novo projecto e comprar equipamento para iniciar esta nova linha de investigação”.

Karina Xavier sublinha ainda que a importância deste reconhecimento pela HHMI engloba também o nosso País. “Portugal tem neste momento boas condições para atrair investigadores que foram treinados nos melhores laboratórios do mundo e que agora pretendem desenvolver as suas novas linhas de investigação”.

Segundo a investigadora, nos últimos 15 anos Portugal “investiu muito” na ciência “dando bolsas” a portugueses para obterem formação no estrangeiro. “Nós somos um exemplo de como esse investimento está a dar frutos”, diz.

Fonte: CiênciaH


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Reitor da UC defende maior financiamento para universidades

:: Reitor da UC defende maior financiamento para universidades ::

O reitor da Universidade de Coimbra (UC), João Gabriel Silva, defendeu hoje um maior financiamento para as universidades enquanto sector capaz de gerar riqueza e apelou à coesão como forma de ultrapassar as dificuldades.

“Enquanto nós, sector universitário, formos tratados muito bem em palavras, mas igual aos outros em orçamento não atingimos o ponto em convencer a sociedade de que deve apostar mais nos sectores que trazem a promessa de sair das dificuldades e menos nos que não trazem essa promessa”, afirmou o reitor, na tomada de posse do novo director da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC), Luís José Proença de Figueiredo Neves.
João Gabriel Silva deu o “exemplo relevante” dos transportes públicos como um dos “sectores muito consumidor de recursos e que geram sucessivos défices". Considera ainda que “as decisões políticas, tomadas ao longo dos anos, foram no sentido de investir nos transportes com dinheiro emprestado. Em contraste, o ensino superior, as universidades não têm empréstimos, dívidas, juros a pagar à troika ou quem quer que seja, mas têm um potencial de transformar o país”, sustentou.

O reitor considerou que a UC é “um exemplo de sucesso sem paralelo em Portugal na capacidade de gerar empresas” e disse que “a missão é simples: vencer a crise”.

O novo director da FCTUC, Luís José Proença de Figueiredo Neves, que liderava interinamente a instituição desde que João Gabriel Silva assumiu a reitoria, falou do “clima de grande instabilidade” que as instituições de ensino superior enfrentam. “As sucessivas regras do Governo penalizam a boa gestão, são em benefício da má gestão, porque tratam todos por igual, não distinguem quem faz um percurso positivo”, criticou.

O “verdadeiro carrossel do financiamento universitário e a instabilidade de regras” são outros factores que, disse, “impedem um planeamento e torna mais complicada a gestão” das instituições universitárias. Luís José Proença de Figueiredo Neves antevê que dentro de 15 anos a FCTUC tenha “metade do corpo docente reformado ou em vias de reforma”, alertando para a necessidade de “rejuvenescimento” do quadro.

“Entre 2000 e 2010, a FCTUC perdeu 16 por cento dos docentes e 35 por cento dos funcionários, mas isso não significou perda de qualidade, pelo contrário, estamos representados em alguns rankings internacionais, só que competimos na primeira divisão com orçamentos da terceira”, concluiu.

Fonte: CiênciaH

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Instituto do Território junta especialistas para alavancar desenvolvimento nacional

:: Instituto do Território junta especialistas para alavancar desenvolvimento nacional ::

O Instituto do Território, lançado hoje oficialmente, vai juntar "pela primeira vez especialistas, agentes sociais e tecnológicos" para "alavancar o desenvolvimento económico e social" do País, através de "uma maior organização do território", afirmou o seu presidente.

Cerca de 20 universidades e institutos politécnicos, bem como vários especialistas, uniram-se para lançar o Instituto do Território ou Rede Portuguesa para o Desenvolvimento do Território, uma associação sem fins lucrativos, "que não é um `think tank` [centro de reflexão], mas sim um `action tank`" [centro de ação], dado o objetivo com que foi criado, disse o seu presidente, Rogério Gomes.

"É a primeira vez que especialistas, agentes sociais e tecnológicos vão trabalhar juntos para alavancar o desenvolvimento económico e social, com base no território", disse Rogério Gomes, no discurso de lançamento oficial do instituto, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O também professor de Urbanismo na Universidade Lusófona de Lisboa explicou que "a ideia original [para o Instituto do Território] foi a perceção de que nestes momentos [de crise] compete à academia fazer mais e melhor com o território".

Os investigadores do instituto pretendem que "se conheça melhor o País", nomeadamente nas áreas frutícola, hortícola, geológica e termal que, considerou Rogério Gomes, "carecem de mais conhecimento e divulgação".

O Instituto do Território quer que "se conheça melhor o País" e, para isso, vai preparar indicadores que vão ser divulgados anualmente, avançou, "para que Portugal navegue cada vez menos à deriva".

Os investigadores deste instituto vão também lançar a Agência Independente de Desporto e do Mar, para trabalhar conjuntamente com federações desportivas e especialistas do mar e da orla costeira para "alavancar inovação" nesta área.

Outra das medidas em cima da mesa é uma colaboração com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) para "encontrar empresas portuguesas no estrangeiros disponíveis para desenvolver negócios" em território nacional nas áreas do ordenamento, da orla costeira e da defesa dos recursos.

O instituto já tem alguns projetos a "mexer", como a salvaguarda do património frutícola nacional, que pretende aproveitar a "fruta de sabor maravilhoso" que não pode ser comercializada por não ter o calibre exigido; a dinamização dos desportos do mar, com a consequente criação de emprego, e a criação de uma "base de conhecimento" para monitorizar o estado das pontes, diminuindo os custos do Estado neste controlo.

Fonte: RTP

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Ranking da Inovação: COTEC - Portugal desce para 30.º lugar em 2011

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De acordo com o barómetro de Inovação da Cotec relativo a 2011, Portugal é tido como "um país cigarra" por "ter recursos e condições disponíveis para promover a inovação", mas não conseguir concretizá-los com resultados no crescimento económico-social.

Portugal caiu uma posição ao nível da inovação em 2011, passando a ocupar, entre 52 países, o 30.º lugar e sendo considerado "um país cigarra" ao não concretizar o potencial em resultados concretos com impacto económico-social.

De acordo com o barómetro de Inovação da Cotec relativo a 2011, que analisa 52 países e que foi hoje divulgado, Portugal desce uma posição face a 2010, sendo tido como "um país cigarra" por "ter recursos e condições disponíveis para promover a inovação", mas não conseguir concretizá-los com resultados no crescimento económico-social.

Para o secretário-geral da Cotec Portugal, Daniel Bessa, o principal problema que se coloca ao país "não está nas condições e nos recursos", mas na "falta de eficiência". Uma situação contrária ao que se passa na China, por exemplo, que é considerado um país "formiga", pois tem resultados concretos e possui menos recursos e condições ao nível da inovação.

A Suíça, Dinamarca e a Finlândia lideram o 'ranking' dos países do barómetro da Inovação Cotec Portugal - Associação Empresarial para a Inovação. No final da lista surge a Venezuela, Equador, Paraguai, Bolívia e a Turquia.

O Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos completam o conjunto dos países considerados mais inovadores.

"Face aos países líderes em inovação, o diferencial verificado entre os desempenhos destas nações e Portugal é considerável, nomeadamente nas vertentes dos processos e resultados", observando-se uma maior proximidade nas áreas de condições e recursos [em inovação]", segundo Daniel Bessa.

Se em termos de 'ranking' global Portugal é batido de perto pelos países de Leste (Estónia, República Checa, Eslováquia e Hungria), no entanto, está à frente dos Estados do Sul da Europa, a Espanha, Itália e a Grécia.

"Somos [portanto] um país desperdiçador, pois revelamos um défice concretização. Temos dificuldade em exportar bens de alta tecnologia e criar emprego qualificado e bem remunerado", justificou o economista.

Já a Suíça é considerada um país "abelha", uma vez que apresenta valores médios elevados para ambos os conjuntos de dimensões: condições, recursos, processos e resultados.

O Brasil, por seu lado, é tido como um país "caracol", já que apresenta valores médios baixos em relação àquelas variáveis.

Contudo, "Portugal surge bem posicionado a nível institucional, do financiamento e das tecnologias da informação (infraestruturas e utilização)".

Pela negativa, os problemas em termos de inovação estão ao nível do capital humano, da aplicação de conhecimentos e dos impactos económicos.

Entre os países BRIC (Brasil, China, Índia, e Rússia), Portugal revela um desempenho superior global, com excepção da China.

O Barómetro de Inovação Cotec, elaborado em parceria com a Everis, disponibiliza informações sobre a inovação no país, através da divulgação de indicadores e estatísticas de investigação.

Fonte: Negócios


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Portugal arrisca sanções por não executar fundos comunitários

:: Portugal arrisca sanções por não executar fundos comunitários ::

Indicadores macroeconómicos também podem vir a ser considerados na avaliação dos apoios.

A Comissão Europeia deverá apresentar ainda este mês o documento que vai operacionalizar o próximo ciclo de ajudas comunitárias. Portugal está confiante que conseguirá um orçamento idêntico ao actual quadro comunitário de apoio (QREN), mas com as novas regras em discussão corre o risco de verem introduzidas sanções financeiras aos Estados-membro que não executarem as verbas nas metas definidas.

Nada está fechado, mas a proposta está em cima da mesa. Portugal vê com bons olhos a intenção da Comissão Europeia de introduzir condicionalismos no novo quadro de apoio na fase inicial de arranque dos projectos. "Vai introduzir mais rigor nos regulamentos e na forma como se acompanha a execução", explica ao Diário Económico o secretário de Estado Adjunto da Economia, Almeida Henriques.

Esta alteração permitirá desburocratizar o processo de atribuição de fundos e aumentar a sua eficácia, mas ao responsável pelos fundos comunitários desagrada-lhe o facto de estar em estudo a introdução de mecanismos sancionatórios que possam implicar perdas de montantes financeiros para os países que não cumpram as metas. "Será uma segunda machadada para os países em dificuldades", frisa Almeida Henriques.

Fonte: Económico

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Internacionalização do agroalimentar será financiada pelo QREN, PRODER e PROMAR

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Internacionalizar. O mote é um desígnio nacional e não deixa ninguém de fora, nem mesmo os setores tradicionais da economia, como a agricultura e o agroalimentar. O objetivo é ultrapassar constrangimentos vários, gerados por limitações passadas e presentes do próprio mercado doméstico e pela atual conjuntura económica e financeira, ganhando lastro e crescendo pelo reforço da presença - via exportação ou investimento direto - noutras geografias. Na Europa e fora dela.

É, aliás, para isso mesmo que o Ministério da Agricultura lançou o repto ao pólo de competitividade "Portugal Foods", desafiando-o a gizar uma estratégia de internacionalização para o agroalimentar a executar nos próximos três a cinco anos.

O desenho tem de estar pronto até março e "envolve diversas organizações de empresas particularmente vocacionadas para a exportação". À parte do pólo "Portugal Foods", que já agrega cerca de 100 entidades (empresas, associações e universidades) do setor agroindustrial, estão a associação "Portugal Fresh" (frutas, legumes e flores), a ViniPortugal, a Casa do Azeite, bem como "entidades particularmente representativas de setores chave do agroalimentar", como a FIPA (Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares), revelou à "Vida Económica" fonte oficial do gabinete da ministra da Agricultura, Assunção Cristas.

"O que foi verdadeiramente aprovado pelo Estado português foi o modelo a adotar para a definição de uma estratégia abrangente e participativa, capaz de responder a todo o potencial da fileira e maximizar esse potencial através de ações coletivas de longo prazo", salienta João Miranda, presidente do pólo "Portugal Foods", à "Vida Económica".

Trata-se de "definir e priorizar os objetivos a atingir (nos diversos mercados e produtos), bem como os meios necessários e as ações a implementar", acrescenta o Ministério de Assunção Cristas, que frisou à "Vida Económica" querer que "nessa estratégia se possam rever a maioria dos setores e empresas exportadoras ou potencialmente exportadoras" nacionais.

Daí o Ministério da Agricultura também considerar estarmos em presença de "um importante instrumento, que permitirá ao Estado articular os instrumentos de apoio de que dispõe àquilo que são as aspirações do setor exportador do agroalimentar" em Portugal.

Questionado pela "Vida Económica" sobre os apoios financeiros para o financiamento da estratégia, o Ministério de Assunção Cristas não se compromete com montantes. Refere apenas que "os meios (financeiros e outros) necessários à implementação da estratégia que venha a ser definida terão que ser identificados e quantificados no processo que agora se iniciou".

Ou seja: "a estratégia será definida até março, incluindo a quantificação dos meios necessários, bem como as suas possíveis origens de entre os instrumentos à disposição (PRODER, QREN, FSE, Fundo de Coesão, etc)". À parte disso, garante o Ministério da Agricultura à "Vida Económica", "o Estado português complementará os montantes em causa, de acordo com o que está definido nos mecanismos de financiamento citados".

Por seu lado, e admitindo a importância dos apoios, João Miranda diz, contudo, que o pólo que lidera e a quem cabe desenhar esta estratégia "não está, neste momento, muito preocupado com o montante financeiro a alocar, nem com os instrumentos de apoio", que deverão ser "geridos por quem seja capaz de ser criterioso na sua utilização e ágil nas decisões". O que o move, diz à "Vida Económica", é "estabelecer uma estratégia, capaz de produzir resultados" e que, a prazo, "sirva de orientação para a fileira".

Fonte: Vida Económica

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