segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Minho lidera ranking académico de patentes utilizadas pela indústria

:: Minho lidera ranking académico de patentes utilizadas pela indústria ::

A Universidade do Minho é a academia do país que criou mais tecnologia rentabilizada em contexto de trabalho, contando com cerca de 20 patentes utilizadas pela indústria.

Em comunicado, a UM acrescenta que aquela conclusão consta de um estudo do Departamento de Produção e Sistemas da Escola de Engenharia daquela universidade, que avalia a presença da tecnologia desenvolvida no âmbito da investigação académica no meio empresarial e os seus efeitos ao nível da inovação e do desenvolvimento económico.

Segundo o estudo, coordenado por Fernando Romero, as universidades e politécnicos portugueses somam cerca de 750 patentes registadas junto do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

O Instituto Superior Técnico, de Lisboa, lidera com perto de 250 patentes registadas, seguindo-se a Universidade do Porto e a UM, com cerca de 100 patentes cada.

"No entanto, um maior número de patentes registadas não significa o maior número de aproveitamento do desenvolvimento tecnológico que lhe está inerente", sublinha Fernando Romero.

A UM surge, assim, como a universidade "com mais tecnologia rentabilizada em contexto de trabalho, com cerca de vinte patentes utilizadas pela indústria".

O estudo confirma ainda o papel fundamental das universidades como fonte de conhecimento e o aumento do relacionamento das academias com o meio industrial.

Numa primeira fase, foram abordados os gabinetes de transferência de tecnologias das principais academias. Segue-se agora uma segunda fase, de perspectiva empresarial, que avançará para a investigação documental e para o inquérito às empresas, acerca da presença das tecnologias de base académica em contexto de trabalho produtivo.

"Uma conclusão preliminar da investigação aponta para a importância do aproveitamento real das patentes e invenções tecnológicas em contexto industrial e empresarial", refere o comunicado da UM.

Fonte: JN

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Europa vai investir 10 milhões para estimular cloud computing

:: Europa vai investir 10 milhões para estimular cloud computing ::

A Comissão Europeia vai investir 10 milhões de euros para fomentar o desenvolvimento da computação na nuvem entre os países da União Europeia, anunciou a vice-presidente do Executivo, Neelie Kroes.

O valor daquele que será o fundo inicial para colocar em marcha a estratégia europeia em matéria de cloud computing foi revelado ontem, durante a intervenção da responsável no fórum mundial de Davos, na Suíça.

A intenção de desenvolver uma Estratégia Europeia para a Computação na Nuvem tinha sido anunciada há cerca de um ano, sendo encarada como um passo fundamental para "fomentar o desenvolvimento das empresas, reduzir custos para todos e ajudar a Europa resolver os seus problemas com os direitos de autor e a pirataria".

"Esta será a maior e mais sofisticada parceria do género no mundo", promete o executivo.

Durante o seu discurso, Neelie Kroes afirmou que "a computação na nuvem vai mudar a nossa economia", salientando que o cloud computing pode trazer benefícios significativos ao nível da produtividade, tanto das pequenas empresas como dos particulares.

Entre as vantagens apontadas pela comissária aos serviços baseados na Web encontram-se a segurança, escalabilidade, flexibilidade e os menores custos.

Com vista a acelerar a adoção e desenvolvimento do cloud computing na Europa e responder às preocupações dos destinatários - como as manifestadas durante uma consulta pública lançada em maio-, serão tomadas medidas para assegurar os direitos de quem contrata estes serviços e a proteção dos dados das empresas, avançou a responsável.

"As novas regras para a proteção de dados propostas pela Comissão, que também se aplicam à informação na nuvem, constituem um começo, mas podemos fazer mais", afirmou Neelie Kroes, nomeando o setor público como a primeira aposta para adoção do cloud computing - para que este estimule o restante mercado.

Numa primeira fase, a parceria fomentada pela Comissão vai desenvolver requisitos comuns para a compra de soluções na cloud, para isso vai basear-se nos standards, garantir a segurança e a concorrência, evitando o lock-in.

Posteriormente consistirá na apresentação de provas de conceito de soluções que respeitem esses requisitos, estando as autoridades em conversações com potenciais parceiros.

Fonte: Sapo

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Laboratório português faz testes para Agência Espacial Europeia

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Três projectos de certificação de viaturas realizam-se em Castelo Branco

Um ano e meio depois de ter sido destruído por um incêndio, o Laboratório de Ensaios Termodinâmicos do Instituto de Soldadura e Qualidade (Labet), agora em instalações situadas na zona industrial de Castelo Branco, está a desenvolver três projectos para a Agência Espacial Europeia.

Segundo o responsável pelo Labet, Telmo Nobre, o primeiro projecto “visa testar a resistência do revestimento do vaivém a temperaturas de 1600 graus; o segundo consiste numa avaliação aos tanques de combustível da nave espacial; e o terceiro envolve ensaios das secções (andares) do Ariane V, o novo foguetão da Agência Espacial Europeia”.
O laboratório, a ocupar novas instalações com 11 mil e 200 metros quadrados, está empenhado em também marcar a diferença no sector do frio.

“Para além da certificação de viaturas (uma média de 100 por mês), o laboratório tem sido procurado por fabricantes de motores de frio de todo o mundo, os quais pretendem homologar os seus produtos”, adianta Telmo Nobre.

O responsável assegura que hoje o Laboratório está mais forte, depois de o incêndio que, em Setembro de 2010, destruiu o edifício onde se localizava, ter obrigado os responsáveis do Labet a procurar novas instalações e a adquirir equipamentos.

Apesar disso, os projectos não pararam já que as bases de dados estavam salvaguardadas em servidores externos.

Fonte: CiênciaH

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Turismo Capital com 14 milhões em capital de risco por subscrever

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Fundo Turismo Inovação apoia projetos de investimento para a inovação, modernização e internacionalização das PME.

A sociedade gestora de capital de risco do Turismo de Portugal gere três fundos no valor total de 90 milhões de euros, dos quais 76 milhões estão já subscritos. Assim, restam 14 milhões por atribuir, sendo que, deste montante, seis milhões estão consignados ao fundo Turismo Inovação. A aplicação de fundos terá que ser totalmente realizada até 2013.

A Turismo Capital, sociedade gestora de capital de risco cujo capital é detido em 60% pelo Turismo de Portugal, pelo BPI em 25% e pelo BES em 15%, deu a conhecer o fundo de capital de risco designado Turismo Inovação - FCR.

Este visa "incentivar o desenvolvimento de projetos inovadores que contribuam para a melhoria da qualidade da oferta turística, constituindo um instrumento para a concretização do Pólo Turismo 2015".

Segundo informação fornecida por aquela sociedade gestora à VE, este fundo de capital de risco, constituído em abril de 2011, tem uma dotação que ascende a 20 milhões de euros, dos quais seis milhões com liquidez imediata, e destina-se a PME sediadas nas regiões NUTS II do Norte, Centro e Alentejo que "desenvolvam projetos turísticos, económica e financeiramente viáveis que, em função das prioridades definidas no Plano Estratégico Nacional do Turismo, contribuam para o aumento da qualidade, inovação e competitividade da oferta do setor turístico nacional". O fundo apoiará ainda a internacionalização de empresas nacionais que cumpram os critérios de dimensão e localização (regiões NUTS II do Norte, Centro e Alentejo).

O fundo Turismo Inovação tem como subscritores das suas Unidades de Participação a FINOVA, com 50% do capital, o Turismo de Portugal (20%), BPI (10%), BES (10%) e o grupo CGD, através da Caixa Capital (10%).

Como referido pela mesma fonte da Turismo Capital, este fundo visa "apoiar projetos de investimento que visem a inovação, modernização e internacionalização das PME" e passa pela "aquisição, por período de tempo limitado, de instrumentos de capital próprio e de capital alheio, afetos à atividade turística, em projetos e sociedades economicamente viáveis e com potencial de desenvolvimento, localizados em Portugal e no estrangeiro", não sendo "admissíveis operações de consolidação ou reestruturação financeira".

Por outro lado, um mínimo de 70% do investimento terá que ser realizado em capital ou quási-capital. O limite máximo de investimento por operação é de 1,5 milhões (a cada 12 meses), sendo que a aplicação de fundos tem que ser integralmente realizada até 2013.

Participação no capital entre 20 a 30%

Recorde-se que a Turismo Capital gere três fundos de capital de risco no montante global de 90 milhões, dos quais 76 milhões estão já subscritos. Os dois restantes fundos são o FCR - Dinamização Turística, num montante global de 20 milhões, e o FCR - Turismo Capital, este no valor de 49 milhões.

O primeiro daqueles visa "reforçar a competitividade da atividade turística, através da revitalização do respetivo tecido empresarial" e destina-se a "empresas e projetos localizados em Portugal que privilegiem a criação ou manutenção de emprego", "promovam a inovação e competitividade do setor turístico" e com "potencial de desenvolvimento", "ainda que carecendo temporariamente de reforço da sua estrutura financeira".

Já o FCR - Turismo Capital tem como objetivo "reforçar a competitividade do setor do turismo, nomeadamente através do saneamento financeiro, redimensionamento e finalização de projetos inacabados". Este passa pela "aquisição, por período de tempo limitado, de participações sociais em empresas não cotadas em bolsa, com elevado potencial de crescimento e de valorização", e destina-se a empresas promotoras de projetos de animação turística, recuperação de património, redimensionamento de unidades hoteleiras, serviços a empresas do setor turístico e internacionalização, entre outros, "que visem, alternativamente, a diminuição da sazonalidade ou o aumento da despesa média dos turistas".

A participação da sociedade no capital é sempre minoritária (habitualmente entre 20% e 30% do capital social) e o período de permanência médio no capital é de cerca de oito anos (limitada por prazo máximo legal de 10 anos).

Fonte: Vida Económica

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

QREN: Portugal foi 4º que mais fundos recebeu

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Portugal foi o quarto país comunitário a receber mais fundos no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). No total, o encaixe foi de 6,5 mil milhões de euros desde o início do programa.

Os dados são do Observatório do QREN que indicam que, no conjunto dos 27 Estados-membros, Portugal recebeu 6.480 milhões de euros, ou seja, 7,6% do total de reembolsos efectuados pela Comissão Europeia (85.487 milhões de euros) entre o início da vigência do programa (2007) e o final do ano passado.

A Polónia foi o país que mais recebeu (18,8 mil milhões de euros). A seguir vem Espanha (10 mil milhões) e depois a Alemanha (8,6 mil milhões).

Os pagamentos feitos a Portugal correspondem a 30,3% da dotação programada entre 2007 e 2013, altura em que o QREN termina, e estão acima da média comunitária (24,9%).

Os pagamentos efectuados no âmbito do Fundo Social Europeu, que apoia os programas de formação, atingiram os 2,9 mil milhões de euros, representando 44,5% da dotação programada e ficando acima da média europeia (27,2%).

Já o dinheiro recebido ao abrigo do FEDER, direcionado para as empresas, e do Fundo de Coesão, destinado, por exemplo, a financiar infraestruturas de transportes, reflectem a retracção do investimento do Estado e dos privados.

Os pagamentos totalizaram 3,6 mil milhões de euros, o que significa 24,1% da dotação total, ligeiramente abaixo da média europeia de 24,3%.

Fonte: Agência Financeira

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QREN - Montantes transferidos da CE - Portugal mantém posição de destaque à escala europeia

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Segundo informação da Direção Geral do Orçamento da Comissão Europeia (DG Budget) reportada a 1 de Janeiro de 2012, Portugal mantém posição de destaque à escala europeia, relativamente aos montantes transferidos pela Comissão Europeia aos 27 Estados-membros a título de pagamentos intermédios no âmbito dos respetivos QREN.

Em 1 de Janeiro de 2012, do montante de 85.486,8 M€ de reembolsos de pedidos de pagamentos efetuados pela CE aos Estados-membros, 6.480,4 M€ destinaram-se a Portugal (7,6% do total), sendo 2.894,9 M€ de FSE e 3.585,5 M€ de FEDER e Fundo de Coesão.

Em termos relativos, comparando os montantes transferidos para cada Estado-membro com a dotação programada para o período 2007-2013, Portugal já recebeu da Comissão Europeia 30,3% da sua dotação (acima da média da UE27, de 24,9%). Esta situação é a seguinte, consoante os fundos em análise:

Os pagamentos intermédios executados no FSE (2.894,9 M€) representam 44,5% da dotação FSE programada no QREN para o período 2007-2013 (6.512,4 M€), bem acima da média europeia verificada no FSE, de 27,2%;

Os pagamentos intermédios executados no FEDER e Fundo de Coesão (3.585,5 M€) representam 24,1% da dotação destes Fundos programada no QREN para 2007-2013 (14.998,2 M€) ligeiramente abaixo da média europeia de 24,3%, para estes dois Fundos.

Em termos absolutos, Portugal continua no grupo dos 4 países com maiores volumes de transferências totais da CE a título de pagamentos intermédios, conjuntamente com a Polónia (18.813,4 M€), a Espanha (10.058,0 M€) e a Alemanha (8.577,1 M€). Em particular, no caso do FSE, Portugal ocupa o terceiro lugar no volume de pagamentos efetuados pela CE aos Estados-membros.


Consulte aqui os gráficos que ilustram a posição de Portugal no seio da UE, no que respeita aos pagamentos intermédios no âmbito do QREN à data de 1 de Janeiro de 2012.

Fonte: Observatório QREN

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Governo desloca 200M€ do Alqueva para o QREN

:: Governo desloca 200M€ do Alqueva para o QREN ::

O secretário-geral da Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP), Luís Mira, referiu ontem (17 janeiro) que o Governo vai transferir 200 milhões de euros do Alqueva para o QREN, o que permitirá “maior folga financeira” para outros projetos agrícolas.

uís Mira salientou, à margem de uma audição na Assembleia da República, que “a primeira vantagem é para a execução do próprio projeto do Alqueva, que pode ser concluído de forma mais rápida se esta transferência for feita, alocando essa verba ao Programa Operacional de Valorização do Território (POVT) ”, avança o jornal Oje.

Os agricultores “também beneficiarão” porque fica aberta a possibilidade de “disponibilizar os 200 milhões de euros” para outros projetos agrícolas, acrescentou.

Luís Mira sublinhou, por último, que a solução também é benéfica para o Governo, uma vez que “o QREN é financiado a 96%”, o que representa um investimento público de apenas 4% do total.

Fonte: Vida Rural

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