terça-feira, 31 de janeiro de 2012

QREN: Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 01/SI/2012

:: QREN: Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 01/SI/2012 ::
.:: I&DT - Empresas em Co-Promoção para o desenvolvimento e ensaios de estruturas para aeronáutica ::.

Objectivos e Prioridades

Constitui objetivo específico do Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 01/SI/2012 contribuir para a concretização da estratégia de desenvolvimento do setor aeronáutico nacional.

As candidaturas devem respeitar a projetos de I&DT realizados em parceria entre empresas ou entre estas e entidades do SCT, e liderados por empresas, compreendendo atividades de investigação industrial e/ou de desenvolvimento experimental, conducentes à criação de novos produtos, processos ou sistemas ou à introdução de melhorias significativas em produtos, processos ou sistemas existentes, visando a criação de uma base tecnológica de aeronáutica e defesa no seguinte domínio:

  • Capacitação da Base Tecnológica Aeronáutica.

Os projetos candidatados devem prever atividades de I&DT de Desenvolvimento de Estruturas Aeronáuticas, envolvendo atividades de projeto, análise estrutural e de materiais, construção de protótipos e definição de metodologias de ensaios.

Prazos para a Apresentação de Candidaturas

Entre o dia 30 de Janeiro de 2012 e o dia 20 de Fevereiro de 2012 (24 horas).

Âmbito Territorial

Todas as regiões NUTS II do Continente.

As candidaturas de projetos liderados por empresas cujos investimentos estejam localizados na Região NUTS II de Lisboa ou na Região NUTS II do Algarve não deverão incluir investimentos localizados noutras NUTS II.

:: Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 01/SI/2012 ::
:: Referencial de Análise de Mérito do Projeto ::

Fonte: POFC

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:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
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Portugal assume Presidencia de 3 Programas de Cooperação Territorial Europeia em 2012

:: Portugal assume Presidencia de 3 Programas de Cooperação Territorial Europeia em 2012 ::

As Presidencias Anuais dos Programas de Cooperação Territorial Europeia são asseguradas em regime de rotatividade pelos diferentes Estados-membros que neles participam. Durante o ano de 2012, Portugal assumirá, através do IFDR, a Presidencia do Programa Transfronteiriço Portugal-Espanha e de dois Programas Transnacionais: Espaço Atlântico e SUDOE.

O Estado-membro que exerce a Presidencia desenvolve um trabalho em articulação com a Autoridade de Gestão sobre o Calendário e as actividades de Acompanhamento e Gestão do Programa.

Sob a Presidência Portuguesa está prevista a organização de diversos eventos:
  • Evento Anual do PO Espaço Atlântico a realizar em Malahide (Irlanda) sob o tema “The marine economy a key component of the EU integrated strategy for the Atlantic Area”, 7 de Fevereiro;
  • Jornada de Lançamento da 3ª Convocatória de Projectos do PO SUDOE a realizar em Santander, 17 e 18 de Janeiro;
  • Comissão de Acompanhamento, por Programa, que incluirá uma exposição em articulação com Secretariado Técnico Conjunto do Programa e apresentação de resultados de projetos emblemáticos;
  • Reuniões de Correspondentes Nacionais, a realizar ao longo do ano;
  • Evento transversal aos Programas de Cooperação Territorial cuja temática será orientada para a capitalização e boas práticas, e decorrerá no ultimo trimestre do ano contando com a participação das diferentes entidades envolvidas na implementação destes Programas.

Fonte: IFDR

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Os desafios lançados pelos reitores a Nuno Crato

:: Os desafios lançados pelos reitores a Nuno Crato ::

Universidades reclamam mais autonomia para gerir o financiamento apertado que têm para 2012.

Chegadas ao fim de um ano difícil e prestes a ter de encarar doze meses que se esperam ainda mais complexos, as instituições de ensino superior portuguesas já definiram os principais desafios que as esperam.

Internacionalização da formação e da investigação; um maior foco na transferência de conhecimento que permita uma maior proximidade com o meio empresarial; maior esforço na acreditação dos cursos e das instituições; reorganização da rede pública e revisão do modelo de financiamento. São estas algumas das prioridades definidas pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

Também na agenda de prioridades do CRUP está a luta por uma maior autonomia académica, uma falha no nosso sistema que foi apontada recentemente num estudo elaborado pela European University Association, que incidiu sobre universidades de 26 países europeus. "Com classificação média/alta, Portugal situa-se, segundo este estudo, no segundo pelotão em todos os domínios, à excepção da autonomia académica.

Nesta matéria, Portugal obteve 54%, descendo para o terceiro grupo e ocupando o 21.º lugar", revela António Rendas, presidente do CRUP. "Para esta classificação contribuiu o facto de as universidades portuguesas não terem total liberdade de decisão, quer no que respeita à fixação do seu número total de estudantes - os dos novos cursos são fixados no âmbito do processo de acreditação - quer dos mecanismos de admissão", critica.

Fusões e avaliações

Uma das questões mais debatidas em 2011, e que continuará certamente em destaque na entrada do novo ano, remete para o potencial excesso de universidades em Portugal e como isso pode ser resolvido com fusões. "A fusão que está a ser preparada pela Universidade de Lisboa e pela Universidade Técnica é interessante e deverá ser analisada tendo presente as especificidades dessas duas universidades", lembra António Rendas.

"A regulação do sistema de ensino superior em Portugal passará, seguramente, por este e/ou outros modelos, sendo fundamental que se definam previamente os objectivos esperados do conjunto das instituições de ensino superior no domínio da formação, da investigação científica e da valorização do conhecimento", acrescenta.

Para apoiar todo este processo, tem sido promovida uma intensa colaboração com a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). "O CRUP considera importante que a racionalização da oferta formativa se baseie na qualidade dos ciclos de estudo, articulando-a com as necessidades do País, a natureza binária do ensino superior, o desenvolvimento regional, a empregabilidade e a qualificação de novos públicos. E tal só se afigura possível mantendo o carácter independente da avaliação e reforçando as funções reguladoras atribuídas à A3ES", defende António Rendas.

Dificuldades no horizonte

O ano de 2011 foi positivo, especialmente no que diz respeito à produção científica, com o financiamento a corresponder ao "esperado, apesar do corte de 8,5% do OE", aponta José Marques dos Santos, reitor da Universidade do Porto. Já 2012 "é outra história". "Esperam-se algumas dificuldades, vai ser preciso imaginação e trabalho para viver sem essa transferência. Já estamos praticamente no osso. Vamos procurar mais receitas e apoio nos antigos estudantes. Não vai ser fácil, mas temos de arregaçar as mangas", defende.

Também João Sobrinho Teixeira, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), faz um balanço positivo a 2011. "Sobretudo porque o ensino superior conseguiu responder de forma efectiva ao aumento da qualificação portuguesa. O relatório da OCDE notava que havia uma lacuna muito grande da qualificação da população activa. Mas o País fez um grande esforço para inverter essa tendência", aponta João Sobrinho Teixeira. "A esse nível, Portugal, aproximou-se da visão moderna do que deve ser o ensino superior. Não só a qualificação dos jovens, mas de toda a população activa, a aprendizagem ao longo da vida".

Para 2012, o grande desafio é "combater a "armadilha" de tentar induzir a ideia de que Portugal tem gente qualificada a mais. Em função da crise, houve, de facto, um aumento de desemprego nos licenciados. Mas os índices mostram que o desemprego é muito menor entre as pessoas qualificadas", explica o presidente do CCISP. "É com grande estupefacção que vejo tantos representantes de órgãos oficiais e ordens de vários sectores a dizer que temos qualificação a mais".

Uma expectativa que é partilhada pelo presidente do CRUP, que espera que o desempenho das universidades seja reconhecido pelo Governo. "Será pela qualificação dos cidadãos e pelo melhor desempenho das actividades, conferindo um papel decisivo à incorporação nas mesmas do conhecimento, que as universidades poderão ajudar a superar a actual situação de crise", afirma Rendas.

Financialmento

As universidades têm vindo a sofrer "cortes substanciais" nos montantes que lhes são atribuídos pelo Orçamento de Estado (OE) desde 2005, aponta António Rendas, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP). "A dotação do OE disponibilizada às universidades públicas portuguesas em 2011 (744 milhões de euros) foi, em valor absoluto, inferior à verificada em 2005 (746 milhões de euros). Contudo, se analisarmos os montantes que podem ser comparáveis entre aqueles anos, verificou-se que o orçamento real das universidades públicas portuguesas em 2011 correspondeu apenas a 647 milhões de euros, tendo-se reduzido cerca de 13% (99 milhões de euros) face ao ano de 2005".

Fonte: Económico

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Passar o ano sabático numa empresa

:: Passar o ano sabático numa empresa ::

"E se os professores universitários passassem os anos sabáticos a trabalhar numa empresa?" A proposta foi feita ontem pelo vice-reitor da Universidade do Minho, José Mendes, que defendeu esta medida como algo "que traria um grande valor para as empresas e seria gratuito para o Estado".

"Era uma forma de o Estado injetar conhecimento nas empresas, os professores podiam aplicar todo o seu conhecimento científico e não haveria mais custos por isso", acrescentou.

Os docentes universitários portugueses têm direito a um ano sabático por cada seis, o que faria que centenas de profissionais tivessem periodicamente a oportunidade de ingressar numa empresa.

Numa proposta virada para o Governo, José Mendes exortou o poder político a criar incentivos ao empreendedorismo. "Deviam dar asas aos aviões que são forçados a ficar em terra", apelou o vice-reitor da Universidade do Minho. Em matéria de decisões políticas, o presidente da comissão executiva da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) considerou que "os oito clusters existentes no País talvez sejam exagerados".

Manuel Teixeira lembrou ainda alguma das insuficiências do País. "Quando nos chega um projeto às vezes temos dificuldade em avaliar o valor do mesmo. Procuro em Portugal quem me possa ajudar e não encontro", lamentou o presidente executivo da ANJE.

Por outro lado, Manuel Teixeira defendeu que "ainda existe desconfiança quanto à gestão dos jovens", mas a necessidade de mudança e inovação levou as empresas a contratar mais jovens.
O vice-presidente da Bluepharma, Sérgio Simões, lembrou que, em Portugal, existem "competências técnicas [em matéria de inovação], mas faltam competências de gestão".

Sérgio Simões lembrou ainda as qualificações dos portugueses, como um diamante a lapidar. "Somos o segundo País da Europa em termos de jovens doutorados. Só ultrapassados pela Suécia. Estamos é numa curva de aprendizagem em matéria de empreendedorismo e inovação."

Fonte: DN

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Inovar não basta: é preciso ser empreendedor e exportar

:: Inovar não basta: é preciso ser empreendedor e exportar ::

Ter ideias inovadoras não chega. É preciso transformá-las em bons projetos, com visão empreendedora, e pensar sempre na internacionalização dos produtos. O mercado nacional é demasiado pequeno para os investimentos que a inovação exige por parte das empresas. Foram estas algumas das conclusões do quinto debate Made in Portugal organizado pelo DN, dedicado ao tema "A Inovação em Portugal". O painel contou com Sérgio Simões (Bluepharma), Miguel Pina Martins (Science4you), José Mendes (Universidade do Minho), Sérvulo Rodrigues (ES Ventures) e Manuel Teixeira (ANJE). Os intervenientes defenderam que Portugal deve apostar no sector para subir no 'ranking' da inovação e... das exportações

Para inovar, comecemos pelo futuro: Portugal tem de investir no empreendedorismo, estreitar as relações entre universidades e empresas em matéria de inovação e fazer do mundo o seu mercado. Estas foram algumas das ideias deixadas pelo painel sobre a "Inovação em Portugal", em mais um debate promovido no auditório do DN no âmbito da iniciativa Made in Portugal.
"A inovação tem de ter valor económico, senão não passa de uma curiosidade", defendeu o presidente executivo da ES Ventures, empresa de capital de risco do Grupo Espírito Santo. Sérvulo Rodrigues explica ainda que uma empresa da área da inovação não pode resumir-se a produzir para consumo 'interno': "O mercado nacional é bom como 'piloto', mas estas empresas têm sempre de pensar no mercado global."

Inovar. Empreender. Exportar. É esta a cadeia que tem de ser seguida no campo da inovação, sob pena de haver desperdícios numa crise que é, como explicou Sérvulo Rodrigues, "omnipresente".
A necessidade de fomentar o empreendedorismo esbarra na tradição empresarial portuguesa e em algumas lacunas que ainda subsistem nas empresas e naqueles que continuam a ser um dos maiores focos de inovação do País: as universidades.

Outro dos intervenientes do debate - moderado por António Perez Metelo, redator principal do DN - foi o vice-reitor da Universidade do Minho, José Mendes, que alertou para o "défice de conhecimento na transferência da tecnologia". "Muitas vezes falta o know how para, por exemplo, saber como vender uma patente", acrescenta. Já Sérgio Simões, vice-presidente do conselho de administração da Bluepharma, defendeu que é preciso "tempo e investimento". Sérgio Simões garante que em termos de criatividade "há muitas ideias, mas falta um método".

Fonte: DN

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"Conhecimento dos mercados é a maior lacuna"

:: "Conhecimento dos mercados é a maior lacuna" ::

Falta de conhecimento dos mercados, dificuldade em avaliar o potencial económico de novos projetos e algumas orientações políticas erradas são alguns dos obstáculos à inovação em Portugal elencados por Manuel Teixeira, presidente da comissão executiva da ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários, durante o debate ontem realizado no auditório do DN.

"A maior lacuna que temos nas empresas nacionais é o conhecimento dos mercados", apontou Manuel Teixeira. E para ultrapassar a situação, "é fundamental trazer quadros estrangeiros", defendeu o responsável. Isto porque, especificou, "temos ainda uma grande dificuldade em avaliar os projetos apresentados, não há técnicos que digam: 'isto tem pernas para andar'".
Reconhecendo que tanto inovação como empreendedorismo têm feito parte da agenda política e mediática, Manuel Teixeira não deixou de salientar "algumas orientações políticas erradas" nesta área. E exemplificou com o apoio dado a sectores como a construção civil em detrimento do desenvolvimento de sectores de bens transacionáveis. "Com esta via esgotada, agora só temos um caminho", afirmou, destacando a criação de polos tecnológicos como uma boa medida, pecando, na sua opinião, "por apostar em demasiados sectores, 8". No entanto, deixa o alerta: "É preciso tempo" para se começarem a colher os frutos desses investimentos.
Manuel Teixeira destacou ainda o papel da ANJE em dois níveis: através de campanhas de sensibilização - como o Portugal Fashion - e pelo apoio dado a novas empresas - a incubadora de Faro da associação acolhe 120 empresas.

Fonte: DN

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"Tento trazer as capital de risco à universidade"

:: "Tento trazer as capital de risco à universidade" ::

Uma questão de "ADN". É assim que o vice-reitor da Universidade do Minho, José Mendes, define a importância que aquele polo universitário dá à inovação e empreendedorismo - "intimamente ligados" - e a todas as ideias que dali derivem e que possam vingar no mercado.

"Faço a gestão deste ecossistema", referiu ontem no debate dedicado ao tema "Inovação" no DN.
Ainda assim, sublinhou, há duas lacunas com que a Universidade do Minho se depara frequentemente: a falta de know how no licenciamento de patentes e a tradição de que são os promotores das ideias quem têm de procurar os capitais de risco. Em relação às patentes, o responsável deu um exemplo concreto. "No ano passado vendemos a título definitivo uma patente a uma multinacional e foi muito complexo negociá-la. Pedi ajuda a algumas universidades em Portugal, ninguém sabia, porque não há know how", disse José Mendes que, mesmo assim, tem contado com a ajuda de universidades americanas, como a do Texas.

A segunda lacuna tem que ver com o capital de risco. "Tendemos a pensar que as propostas de valor efetivas para o mercado que saem das universidades devem ser levadas às empresas de capital de risco. O que tento fazer na Universidade do Minho é trazer essas empresas para a universidade, tal como se faz nos Estados Unidos, onde se entende que os promotores de ideias nas universidades são os clientes dessas empresas e não o contrário." Fator que, segundo ele, importa na proteção da propriedade intelectual. O vice-reitor sublinhou que, no sector da inovação, Portugal tem um longo caminho a percorrer.

Fonte: DN

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