terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Portugal é um dos principais destinos de Outsourcing de TI

:: Portugal é um dos principais destinos de Outsourcing de TI ::

Portugal é um dos onze países desenvolvidos que fazem parte da lista dos mais procurados destinos para serviços de Outsourcing na área das Tecnologias de Informação (TI).

Os dados são avançados pela Gartner que adianta que à frente destes países desenvolvidos estão 30 países emergentes.

Sobre estes dados manifestou-se a Associação Portuguesa de Outsourcing (APO), que através do seu presidente, João Galamba de Oliveira, referiu que as TI e os serviços de Business Process Management (BPO) podem representar, por ano, ganhos de produtividade para a economia nacional na ordem dos 1.500 milhões de euros.

«Este reconhecimento reforça ainda mais a nossa visão de que Portugal tem um enorme potencial para desenvolver uma indústria de exportação líder, baseada em serviços de TI e BPO, mesmo considerando o actual cenário de desaceleração da actividade económica e financeira no nosso país. Existem vários exemplos recentes, que podemos citar, de organizações a operar em Portugal que têm conseguido fortalecer a sua actividade de serviços exportação para muitas regiões do mundo e de investimentos estrangeiros em Portugal usando outsourcing baseado em tecnologia», adiantou o presidente da APO.

Para a APO colocar Portugal no grupo dos mais procurados para este tipo de serviço, no caso junto dos países emergentes, «só será possível quando a Administração Pública decidir fazer uma aposta forte nos benefícios que o sector pode oferecer».

«O reconhecimento de Portugal como um dos principais destinos exigirá um compromisso integrado dos sectores público e privado em aumentar a discussão em torno do sector, que é essencial para a criação da procura externa e para a promoção da exportação dos serviços», refere Galamba de Oliveira.

Fonte: SOL

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Portugal acima da média da OCDE no acesso ao Superior

:: Portugal acima da média da OCDE no acesso ao Superior ::

Portugal está acima da média da OCDE em alunos que entram no Ensino Superior com mais de 80% de alunos que chegam à universidade.

Os dados constam do último relatório de educação realizado pela OCDE.

No entanto, o País continua abaixo da média no que toca a apoios financeiros sendo que a despesa pública com o sector é inferior a 20%. O estudo dá o exemplo de quatro países com sistemas bem desenvolvidos: Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos e sugere que uma solução para promover o acesso e frequência do Ensino Superior seria combinar um nível razoável de propinas com fortes sistemas de ajuda financeira.

"Muitos países com boas taxas de entrada nas universidades partilham uma coisa em comum: robustos sistemas de ajuda aos estudantes", lê-se no relatório da OCDE.

Os peritos da OCDE sugerem ainda que, combinando meios testados com subsídios de renda e empréstimos, se pode promover o acesso e a equidade, bem como melhores resultados dos alunos. Isto porque, revela o estudo, os países onde os alunos podem beneficiar de um grande apoio financeiro têm níveis de acesso acima da média, mesmo quando as despesas com propinas são comparativamente elevadas.

Num momento em que os países se debatem com dificuldades orçamentais, os peritos sugerem, também, um nível "moderado" de propinas, dando aos estudantes a possibilidade de beneficiarem de sistemas de ajuda financeira. "É uma forma efectiva de os países aumentarem o acesso à educação superior, fazendo um uso eficiente dos limitados fundos públicos", diz o documento.

No entanto, os autores do estudo reconhecem ser difícil classificar o termo "moderado" em termos quantitativos. Os países da OCDE que cobram a educação superior têm uma despesa média anual com propinas entre 800 e 1.300 dólares por ano (600 a 982 euros).

Fonte: Económico

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Governo lança linha de apoio às empresas de 190 milhões

:: Governo lança linha de apoio às empresas de 190 milhões ::

O secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira, anunciou este sábado que o Governo vai lançar, na segunda-feira, os programas do QREN para apoio às empresas, com linhas de financiamento de 190 milhões de euros.

Segundo o secretário de Estado, estão previstos vários tipos de apoio desenvolvidos no contexto do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e para a Inovação que o Governo está a promover.

Carlos Oliveira, que falava em Paços de Ferreira, na abertura da 38ª edição da Capital do Móvel, anunciou que as empresas vão poder, nomeadamente, contar com mais apoios na participação em eventos internacionais.

«Num momento em que as exportações são a chave da competitividade e da retoma da nossa economia, este será um apoio importante para as empresas», afirmou o governante citado pela Lusa.

Revelou também que serão disponibilizados incentivos para o aumento da produção nacional e para o empreendedorismo qualificado ou de base local, com o objetivo de apoiar empresas recentes.

Também estará disponível um novo incentivo que permite a candidatura de empresas a um programa europeu de investigação e inovação.

«É uma oportunidade para as empresas participarem em redes internacionais», sublinhou o secretário de Estado.

Carlos Oliveira sublinhou também que, desde setembro, mais de 7.200 empresas já aderiram ao prolongamento da linha PME Invest lançado pelo Governo. O secretário de Estado sublinhou a importância desta medida, a qual, disse, permite às empresas, durante 12 meses, apenas pagarem juros do financiamento que obtiveram.

Segundo revelou, durante os 12 meses, as empresas deixarão de ter de pagar cerca de 300 milhões de euros de capital.

Carlos Oliveira elogiou os empresários locais, felicitando-os por em 2011 o setor do mobiliário ter ultrapassado pela primeira vez os mil milhões de euros de exportações.

Para continuar o apoio à internacionalização do setor, o secretário de Estado lembrou que, para este ano, apesar das dificuldades orçamentais, o Governo reforçou em 400 milhões de euros as linhas de seguro de crédito à exportação.

Respondendo à preocupação que ouviu dos empresários locais, sobretudo no que tem a ver com as dificuldades de financiamento, revelou que o Governo está a trabalhar com o Banco de Portugal e com a banca «no sentido de encontrar novos mecanismos para ajudar as empresas».

Fonte: Agência Financeira

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Governo cria “task force” para as exportações

:: Governo cria “task force” para as exportações ::

Em entrevista à Reuters, Passos Coelho revela que o Governo criou uma nova 'task force' de promoção das exportações.

"Criámos o Conselho Estratégico de Internacionalização da Economia (CEIE) como ponto focal para o Governo e as organizações empresariais acordarem reformas estruturais com vista à abertura da economia", disse o primeiro-ministro, em declarações escritas à Reuters.

Passos Coelho revela que vai fomentar as reformas estruturais necessárias para estimular o crescimento económico em Portugal, "sob um recessivo programa de austeridade". O primeiro ministro acrescenta que estas medidas deverão "colocar as empresas privadas numa posição mais competitiva para despoletar crescimento económico".

Passos Coelho faz ainda questão de sublinha que "o desempenho notável das exportações contribuiu para uma forte melhoria do défice da conta corrente em 2011, apesar da crise de dívida soberana na Zona Euro".

A nova 'task force' liderada pelo primeiro-ministro integra também os ministros da Economia, das Finanças e dos Negócios Estrangeiros, bem como a AICEP-Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal e quatro organizações representantes do sector privado. Terá a duração do programa de assistência financeira a Portugal, previsto até ao final de 2013.

"A missão da CEIE é avaliar políticas públicas e iniciativas privadas para promover a internacionalização da economia portuguesa e atrair investimento estrangeiro para um crescimento sustentável".

"Tais esforços serão complementados pela adopção e implementação de reformas estruturais essenciais à melhoria da competitividade da economia, como a reforma do mercado laboral e da habitação, privatizações e avaliação de parcerias público-privadas (PPP)", acrescentou Passos Coelho.

Em jeito de enquadramento a agência refere que "as necessárias medidas de austeridade previstas no 'bailout' de 78.000 milhões de euros a Portugal têm tido um impacto 'nefasto' na economia, penalizando fortemente o consumo e o investimento, enquanto as exportações se têm mantido resilientes. No imediato, estas medidas de austeridade condenam Portugal à pior recessão económica em três décadas, prevendo o Governo que o Produto Interno Bruto (PIB) contraia 3% em 2012, após a contracção de 1,5% em 2011, e tenha apenas uma virtual estagnação em 2013".

Os membros da 'troika' - Comissão Europeia (CE), Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) - têm realçado a necessidade de reformas estruturais em paralelo com os cortes de despesa e medidas de austeridade em curso, para aumentar a produtividade do pais, almejando um produto potencial da economia mais elevado, lembra ainda a Reuters.

"O Governo de centro-direita tem tomado medidas duras como aumentos de impostos, cortes de despesa, redução de benefícios sociais e fiscais, e está a empreender várias reformas, nomeadamente para flexibilizar o mercado de trabalho, visando cumprir as metas impostas neste programa de assistência financeira".

A Reuters termina a notícia salientando que "Portugal tem uma tarefa 'hercúlea' para cortar o défice público dos 9,8% em 2010 para os 3% do PIB em 2013".

Fonte: Económico

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QREN vai apoiar empresas do setor da construção civil

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O setor da construção civil vai poder recorrer a verbas do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), mas nem todas as empresas vão sobreviver. É o que diz Almeida Henriques.

O secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional salienta que no final deste trimestre o governo já saberá que projetos na área da construção podem ser ajudados com fundos comunitários. De um total de 21,5 mil milhões de euros do QREN, 40 por cento está executado e 82 por cento comprometido. Para a reprogramação em curso há 4 mil milhões de euros.

Em entrevista à jornalista Rosário Lira, este responsável diz que a prioridade será dada ao investimento produtivo.

Fonte: RTP

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Clusters agroindustriais estabelecem plataforma de cooperação

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Os clusters agroindustriais do Ribatejo (Agrocluster) e do Centro (InovCluster) estabeleceram uma plataforma de concertação estratégica que visa o desenvolvimento do setor agroindustrial nas respetivas regiões, avançam em comunicado conjunto.

Esta plataforma reforça e aprofunda a relação de parceria entre as duas organizações e vai permitir rentabilizar esforços e custos e otimizar serviços através de uma colaboração e cooperação próximas.

Ambos os clusters, que trabalham na mesma fileira de atividade, estão inseridos nas Estratégias de Eficiência Colectiva do QREN e partilham o mesmo modelo de construção das organizações.

Os territórios são ainda contíguos e mantém uma ligação forte e de proximidade às empresas, entendendo as Pequenas e Médias Empresas (PME) como uma parte determinante do modelo económico nacional.

No âmbito da plataforma de concertação, os dois clusters vão realizar estudos e implementar uma estratégia de marketing comum, promover ações e iniciativas de promoção nacionais e internacionais conjuntas, articular iniciativas e projetos e partilhar experiências.

Entre outros eixos de atuação, vão ainda apostar na internacionalização de empresas e produtos e no âmbito da inovação partilhar produtos e processos inovadores, apoiando ainda a candidatura a projetos de financiamento.

Fonte: OJE

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Hotelaria investe 1,5 milhões de euros em plataforma online

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O projecto tem por base a plataforma online, com um portal de emprego, formação e oferta de serviços.

A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) lançou hoje, no Porto, o projecto Tourism Think Tank (TTT), uma iniciativa inovadora para a área de turismo e que pretende ser uma plataforma de conhecimento e de negócio.

De acordo com Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, o projecto foi iniciado em 2008, "num período de expansão, e acabou por ser lançado em tempo de crise". Por isso, as expectativas de que será "um projecto de referência para o sector, que possa fazer a ponte entre o turismo e os demais sectores económicos, entre quem vende e quem compra".

O objectivo é que o projecto fomente a abertura do sector ao exterior, já que há a constatação de que muitos dos empresários estão "virados para dentro das suas empresas, apenas com ligações aos seus fornecedores", acrescenta a responsável.

Com um investimento total de 1,5 milhões de euros o projecto TTT foi "aprovado com mérito elevado e co-financiado pelo COMPETE. Cristina Siza Vieira acrescenta que o investimento é comparticipado em 75% pelos fundos comunitários, sendo o restante suportado por capitais privados do sector.

Para isso estão a fomentar a criação de parcerias com grupos económicos de áreas como a distribuição alimentar, ambiente, energia e seguros, que disponibilizam os seus serviços na plataforma aos aderentes, que neste momento conta já com mais de 600 utilizadores registados.

A plataforma online (www.ahp-ttt.com) foi até ao momento o investimento mais significativo do projecto, que conta com outras actividades como a realização de vários fóruns e eventos. O primeiro fórum do projecto TTT foi promovido hoje na Escola de Hotelaria do Porto, e teve como tema "Restaurantes do hotel: um negócio? Desafios, oportunidades e riscos".

Fonte: Económico

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