sexta-feira, 2 de março de 2012

Álvaro Santos Pereira perde gestão dos fundos comunitários

:: Álvaro Santos Pereira perde gestão dos fundos comunitários ::

Coordenação dos fundos do QREN passa hoje para o ministro das Finanças, que pretende usar verbas para apoiar o crescimento e o emprego.

O primeiro-ministro decidiu tirar a gestão dos fundos do QREN ao ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, sendo eu a decisão será tomada hoje em Conselho de Ministros, de acordo com o Diário de Notícias.

Segundo o jornal, a coordenação dos fundos do QREN passa para o ministro das Finanças, sendo que será alterado o modelo de governação dos fundos comunitários. O objectivo passa por mover os fundos reservados para infra-estruturas, como o TGV, para outros programas de apoio ao emprego e à formação.

O “Diário de Notícias” adianta que este é um dos trunfos que o primeiro-ministro leva para o Conselho Europeu que começa hoje em Bruxelas, e onde vai propor um pacote de apoio ao emprego jovem, em resposta ao apelo de Durão Barroso.

O decreto que é hoje aprovado prevê a criação de uma comissão ministerial de orientação estratégica dos fundos comunitários. Esta será coordenada por Vítor Gaspar e integra também Paulo Portas, Santos Pereira e Assunção Cristas e Mota Soares.

Fonte: Negócios

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Escolhidos gestores dos fundos regionais do QREN

:: Escolhidos gestores dos fundos regionais do QREN ::

A secretaria de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional já escolheu os gestores responsáveis pelos programas operacionais regionais, permitindo assim assegurar a gestão das verbas comunitárias.

Fonte da Secretaria de Estado de António Almeida Henriques afirmou hoje à Lusa que, «tendo em vista objectivos de racionalização, foram eliminados um total de 10 lugares de vogais não executivos nos cinco programas operacionais regionais».

A mesma fonte confirmou que João Marranha foi escolhido para fechar a recomposição da comissão directiva do Programa Operacional Regional do Norte, ocupando o lugar de vogal executivo daquela estrutura.

Para o outro lugar de vogal executivo do ON.2, a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) indicou o nome de Carlos Duarte, que anteriormente ocupou o cargo de vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

No Programa Operacional Regional do Centro foi reconduzida como vogal executiva Ana Abrunhosa, que exercia já essas funções desde início de 2010 e anteriormente as de vice-presidente da CCDR daquela região.

Já Isabel Damasceno ocupará o outro lugar de vogal executivo, tendo o seu nome sido indicado por responsabilidade da ANMP.

No Programa Operacional Regional do Alentejo, António Costa e Silva foi designado para vogal executivo, tendo a ANMP indicado para o outro lugar Fernando Caeiros.

Não existindo cargos de vogal executivo nos programas operacionais regionais de Lisboa e Vale do Tejo e do Algarve, apenas foram designados como não executivos Fernando Ferreira e António Covas, respectivamente.

A mesma fonte referiu ainda que, sob indicação da ANMP, serão também vogais não executivos Demétrio Alves (Lisboa e Vale do Tejo) e Macário Correia (Algarve).

Os responsáveis foram indicados esta semana, no âmbito de encontros entre o secretário de Estado Almeida Henriques e os novos presidentes das comissões de coordenação e desenvolvimento regional, que exercem, por inerência, as funções de presidentes das comissões directivas dos programas operacionais regionais, acrescentou a fonte.

As designações destes responsáveis encerram a recomposição das estruturas de gestão regionais.

Fonte: Dinheiro Digital

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Bancos portugueses, espanhóis e ingleses financiam empresas portuguesas

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O Governo português chegou a acordo com instituições financeiras nacionais, espanholas e inglesas para financiarem em 200 milhões de euros as empresas portuguesas do sector do turismo.

O Turismo de Portugal e a Secretaria de Estado do Turismo assinaram hoje um protocolo bancário com 13 instituições financeiras. São elas o BBVA, BCP, BES, BES Açores, Banco Português de Gestão, BPI, Santander, Barclays, Caixa Central Agrícola de Crédito Mutuo, Montepio, CGD, Eurohypo e Nova Caixa Galicia.

Cecília Meireles, secretária de Estado do Turismo, referiu que este novo protocolo bancário é “uma mudança de estratégia”. O Governo centrou-se em encontrar “soluções para dois problemas muito concretos: um modelo muito centrado na oferta que não encontrava procura e projectos turísticos que foram feitos com muito recurso ao crédito e pensados para um grande retorno financeiro”.

Do total a linha de financiamento, 80 milhões de euros serão destinados à tesouraria e 120 milhões para requalificação da oferta, fusões e aquisições.

A linha de crédito de 200 milhões de euros tinha sido anunciada ontem pelo ministro da Economia.

Fonte: Negócios

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quinta-feira, 1 de março de 2012

Governo cria linha de crédito de 200 milhões de euros de apoio às empresas de turismo

:: Governo cria linha de crédito de 200 milhões de euros de apoio às empresas de turismo ::

O ministro da Economia anunciou a criação de uma linha de crédito que vai ajudar as empresas que actuam no sector do turismo.

Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, anunciou hoje a criação de uma linha de crédito de 200 milhões de euros para apoiar as empresas do sector do turismo.

As declarações foram feitas na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

Do total, 80 milhões de euros é para apoio de tesouraria e os restantes 120 milhões são para requalificação.

O Governo garantiu que os anteriores protocolos bancários que vão ter um período de carência maior.

Fonte: Negócios

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Programa Jessica vai ser adaptado para poder financiar privados

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O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) está a estudar uma forma de tornar os fundo do programa Jessica acessíveis também a privados, afirmou ontem o presidente da entidade, Vítor Reis.

O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) está a estudar uma forma de tornar os fundo do programa Jessica acessíveis também a privados, afirmou ontem o presidente da entidade, Vítor Reis. "Estamos a tentar modelar a operação para haver apoio a iniciativas de empresas e particulares em áreas urbanas. Reconhecemos que esse é um problema e estamos a trabalhar nele", afirmou numa audição na comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, onde foi ouvido a propósito do pacote legislativo que alterará as regras da reabilitação e do arrendamento urbano.

O programa Jessica inclui verbas comunitárias, do QREN, do Banco Europeu de Investimentos e investimento bancário – nomeadamente Caixa Geral de Depósitos e BPI. O IHRU participa através de um consórcio com o banco do Estado. O Jessica, recorde-se, na medida em que inclui fundos comunitários, não pode ser utilizado para financiar estritamente investimentos em habitação. Desta forma, os principais destinatários são municípios, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) ou outras entidades colectivas e podem ser financiados projectos de equipamentos sociais, como estacionamentos, residência universitárias ou lares de terceira idade, entre outros.

O Jessica, que já está no terreno, tem sido apresentado pelo Governo como essencial para a reabilitação urbana. Porém, essa opção tem sido também alvo de críticas, nomeadamente por parte da oposição, precisamente por não permitir o acesso a particulares.

O presidente do instituto elogiou o pacote de alterações à reabilitação urbana e à lei das rendas e defendeu que "temos de criar condições do ponto de vista da iniciativa privada", já que "está demonstrado nestes 25 anos que do ponto de vista da dimensão das necessidades o Estado e os municípios não conseguem acorrer" às necessidades de reabilitação.

Esta colaboração com o Jessica é uma das pouca que o IHRU tem em curso, já que a situação financeira do instituto não permite avançar com a maioria dos programas com os quais tem vindo a trabalhar ver página anterior).

Instituto terá de fazer "cortes profundos"

"Estamos numa situação gravíssima e sem orçamento, o que nos levará a tomar medidas muito graves de cortes", afirmou Vítor Reis em declarações aos jornalistas no final da reunião com os deputados. Para já não estão previstos cortes ao nível dos recursos humanos, mas várias "operações deficitárias" vão ter de ser redimensionadas, afirmou o responsável. Será o caso da iniciativa "bairros críticos" (intervenções em zonas como a Cova da Moura, Lagarteiro ou Vale da Amoreira), de vários "trabalhos editoriais do instituto" ou "operações d e realojamento em que teremos de fazer um compasso de espera", precisou o presidente. Afinal, concluiu, "um resultado deficitário em 20,8 milhões de euros não é sustentável".

Fonte: Negócios

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Universidade do Algarve e Ecotrans apoiam projeto europeu no âmbito do turismo de natureza

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A Universidade do Algarve e a Ecotrans estão a desenvolver um projeto regional de âmbito europeu, denominado «FAST-LAIN», que visa interligar agentes do turismo algarvio numa rede de conhecimento na área do turismo de natureza.

Nesse sentido, e para inaugurar o projeto, vai realizar-se um workshop intitulado «Algarve Nature Tourism Network», na sexta-feira, 2 de março, às 14:00 horas, no auditório da Câmara Municipal de Vila do Bispo, com entrada livre.

Este primeiro encontro tem como objetivo apresentar o projeto «FAST-LAIN» (Further Action on Sustainable Tourism – Learning Area Innovation Networks) aos parceiros regionais e iniciar um conjunto de trabalhos que permitirão conhecer as atuais necessidades e desafios dos empresários e das instituições da região.

A iniciativa contará com as presenças de Gordon Sillence, diretor da Ecotrans e da DestiNet, de Adão Flores, professor da Universidade do Algarve e coordenador do «FAST-LAIN» na região, de João Ministro, engenheiro ambiental e especialista em turismo da natureza, e de Paulo Bota, da Enterprise Europe Network.

O «FAST-LAIN» é desenvolvido pela Ecotrans Network for Sustainable Tourism Development e financiado pelo Programa de Inovação e Competitividade da Comissão Europeia, que, desde 1992, reúne 14 países ao nível europeu, incluindo Portugal.

Este projeto, denominado na região por Algarve Nature Tourism Network, pretende ligar agentes regionais numa rede de conhecimento, promovendo a partilha de informação desde a conceção dos produtos até à sua comercialização, no âmbito do turismo sustentável.

Por um lado, “ambiciona assumir-se como um mercado virtual do turismo sustentável, quer para consumidores, quer para produtores de serviços turísticos, uma vez que permite a integração e promoção num portal europeu”, o DestiNet.

Colmatar algumas necessidades de informação e até mesmo de formação neste âmbito, de modo a que, através de uma rede de organizações, as boas práticas da região sejam divulgadas num portal europeu e sejam tidas como referência para outras empresas que pretendam distinguir-se pela qualidade dos seus bens e serviços e pela sustentabilidade da sua atuação, é a outra meta.

Fonte: Regiao Sul

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Nova técnica determina origem do vinho

:: Nova técnica determina origem do vinho ::

Garantir a autenticidade geográfica é importante “num contexto de elevada concorrência”

Uma técnica que permite garantir a autenticidade geográfica de um determinado vinho está a ser desenvolvida por várias instituições e empresas portuguesas.

Sofia Catarino, do Instituto Nacional de Recursos Biológicos IP / INIA – Dois Portos, e coordenadora do projecto explicou que “tradicionalmente a avaliação da autenticidade do vinho é realizada por controlo administrativo, apreciação dos principais parâmetros físico-químicos e análise sensorial, abordagem que nem sempre permite retirar conclusões inequívocas”.

A investigadora acredita que a “autenticidade geográfica do vinho assume especial importância no contexto europeu. A circulação de produtos fraudulentos prejudica o comércio do vinho, especialmente num contexto de elevada concorrência e globalização”.

Esta nova técnica utiliza como potenciais marcadores da origem geográfica os “elementos minerais e os isótopos de estrôncio, cuja razão varia com a idade geológica e consequentemente com a região”.

A tecnologia baseia-se na “análise multi-elementar, incluindo os elementos terras raras”(grupo de 17 elementos químicos) “e isotópica, por Espectrometria de Massa com Plasma Indutivo (ICP-MS) para o estabelecimento de padrões regionais e identificação da proveniência geográfica de vinhos portugueses”.

Os modelos baseiam-se em informação obtida no longo do sistema solo, uva e vinho, em três denominações de origem protegidas (Dão, Óbidos e Palmela). A interpretação dos dados é realizada por uma equipa pluridisciplinar nas áreas de ciência dos solos, química analítica, viticultura e enologia.

O projecto “encontra-se em fase avançada de execução”, diz a investigadora. Foram já feitas colheitas de amostras de solos, uvas e vinhos nas DOP com origem em quatro vinhas (das vindimas de 2009 e 2010). Foi também realizada a caracterização geológica e morfológica, amostragem e preparação de amostras, caracterização laboratorial e classificação taxonómica dos solos.


Alguns dos sítios onde foram retiradas amostras
No laboratório foi ainda feita “a optimização de procedimentos de tratamento de amostras e de métodos analíticos para caracterização multi-elementar e dos perfis de terras raras; a caracterização multi-elementar e dos perfis de terras raras dos solos, mostos e vinhos”. Por último foi feita a “optimização de procedimento de separação cromatográfica de Rb e Sr e de método de análise (ICP-MS) para determinação da razão isotópica 87Sr/86Sr”.
Os resultados deste projecto têm sido divulgados de várias formas, nomeadamente em encontros científicos e através de publicações em revistas científicas e técnicas. Destaca-se o trabalho «Rare earth elements data for geographical origin assignment of wine: a portuguese case study», apresentado no 34º World Congress of Vine and Wine (2011).

O trabalho foi já distinguido com o prémio «Best Short Communication» da secção de Enologia, o qual viria a ser publicado, por convite, no «Bulletin de l'OIV». Recentemente, foi publicado um artigo de divulgação na revista «Enologia» (Associação Portuguesa de Enologia). Será ainda apresenrado no próximo mês na«Agrofood iTECH».

Além do Instituto Nacional de Recursos Biológicos, partipam no projecto o Instituto Superior de Agronomia e as empresas Companhia Agrícola do Sanguinhal, José Maria da Fonseca Vinhos e a Sogrape Vinhos.

Fonte: CiênciaH

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