segunda-feira, 26 de março de 2012

Empresas de vinho do Porto dispostas a criar fundo anual de 10 milhões de euros

:: Empresas de vinho do Porto dispostas a criar fundo anual de 10 milhões de euros ::

Produção e comércio chegaram a acordo para que o instituto que regula o sector deixe de ser público. A mudança viabilizaria um fundo de 10 milhões de euros por ano para a promoção, pois garantia que o Estado não voltaria a confiscar esse valor.

Em entrevista ao Negócios, no dia em que se reúne na Régua com o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, a directora executiva da Associação das Empresas do Vinho do Porto, Isabel Marrana, explica que o objectivo é “libertar” o IVDP das amarras que prendem o sector público administrativo. Que, no ano passado, levaram o Tesouro a confiscar as reservas financeiras que o instituto tinha acumulado, no valor de 8 milhões de euros.

“Sentimos que somos duplamente tributados”, lamenta a responsável, confiante que a tutela não colocará obstáculos a esta mudança. Até porque o Ministério da Agricultura sempre “garantiu que se o sector estiver de acordo nessa transformação, não seria o Governo a criar obstáculos”.

Por que reclamam a alteração da natureza jurídica do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), de instituto público para entidade privada de carácter interprofissional?
A novidade é que há consenso entre [os representantes da] produção e [os representantes do] comércio de que, de facto, temos de alterar o estatuto jurídico para podermos estabelecer uma estratégia para o vinho do Porto. Temos uma crise que, mais do que aquela que o País todo atravessa, é já estrutural no sector do vinho do Porto. Há 10 anos que o sector perde volume e valor. Tivemos fóruns de discussão, criámos algum consenso interprofissional de que é preciso um plano estratégico para inverter isto.

Que efeito prático é que terá esta alteração para os produtores e comerciantes do vinho do Porto?
O mais significativo é criar um fundo de promoção das marcas próprias dos comerciantes. Lutamos contra as marcas brancas e dos distribuidores. É um fundo que será contribuído pelo sector (através de uma taxa de promoção), pelos fundos existentes na Organização Comum dos Mercados dos vinhos [um envelope de promoção existente no Instituto da Vinha e do Vinho] e também pelos instrumentos financeiros disponíveis do QREN. Queremos um fundo financeiro que seja gerido pelo IVDP, destinado à promoção

Qual será o valor desse fundo?
Terá um valor aproximado de 10 milhões de euros por ano e o objectivo é que possa efectivamente criar uma locomotiva de promoção do vinho do Porto para que as vendas invertam e deixem de cair. Chegámos a acordo que é preciso mexer no comércio. E vendendo mais, a produção também poderá aumentar. No ano passado o Estado retirou ao IVDP 8 milhões de euros que eram necessários para promoção. Vamos partir do zero neste fundo porque o Estado retirou o dinheiro, sem apelo nem agravo.

Por que é que o primeiro passo é alterar o estatuto jurídico do IVDP?
O IVDP é um instituto público, apesar de viver das taxas do sector, comunga hoje das regras do sector público e administrativo do Estado, ou seja, tem regras muito apertadas do ponto de vista financeiro. Inclusive, no início do ano passado, o Estado retirou a este organismo 8 milhões de euros de reservas. Ora não podemos criar um fundo financeiro num organismo do Estado para que, no final do ano, o Estado nos retire o dinheiro. Não vamos criar um fundo para o Estado ficar com o dinheiro!

Mas como é que fica a defesa e certificação da região demarcada. Não é preciso ela ficar na esfera pública?
A grande alteração é de natureza jurídica, que de público passa a privado. Mantém-se inalterado o carácter interprofissional e a defesa da marca Porto. Apenas passava a privado para permitir esta agilização e gestão deste organismo, que é muito credível. O IVDP seria um organismo privado com utilidade pública, mantinha a certificação e a gestão da denominação dentro de uma área de utilidade pública. Queremos é libertar este organismo de todas as dificuldades que a Administração Pública tem. Fazemo-lo de uma forma instrumental, mas não escondemos que nos sentimos hoje duplamente tributados. Pagamos a um organismo que depois tem gestão pública, onde o Estado depois pode entrar e ficar com o dinheiro, como aconteceu no ano passado. No fundo, defendemos a passagem de uma gestão pública para privada, mantendo o carácter interprofissional e o interesse público.

Qual é a abertura do Governo?
As indicações que tenho são muito positivas. Andamos a fazer este alerta ao Governo desde o fim do anterior governo e logo no início deste mostrámos a necessidade instrumental desta alteração. A resposta do Governo é que se a produção e o comércio, todo o sector, estiverem de acordo nessa transformação, não seria o Governo a criar obstáculos. Tivemos um período de trabalho sério em que os representantes do comércio e da produção fizeram uma proposta de alteração estatutária e agora temos uma reunião com a tutela para entregarmos o resultado deste trabalho.

Quanto tempo demoraria a efectivar-se essa mudança?
Esperamos que o Governo seja célere. Isto até já devia estar feito. O nosso trabalho foi exaustivo, a proposta de lei está pronta. Teremos depois de avançar com a montagem do fundo o mais depressa possível. O nosso ‘timing’ era durante 2012 ter o fundo promocional a funcionar.

A alteração de estatuto obrigaria a mudar a presidência do IVDP?
Há uma nova presidência [desde Novembro, quando o Governo nomeou Manuel Cabral para o lugar] e há um consenso para mantê-la. A escolha seria partilhada porque este organismo, apesar de privado, tem uma forte componente interprofissional, até pela indicação de Bruxelas para haver uma componente das profissões [na gestão]. Nós, em conjunto com o Governo, porque temos consciência que tratamos de uma denominação que é Património Mundial.

Fonte: Negócios

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

Taxa de execução do QREN no norte ultrapassa os 49%

:: Taxa de execução do QREN no norte ultrapassa os 49% ::

A taxa de execução do QREN na região Norte atingiu os 49,1% no final de 2011, o que representa quase 4,4 mil milhões de euros de despesa pública validada, revelam dados divulgados hoje pela CCDR-N.

Segundo o boletim "Norte Conjuntura" relativo aos dados do quarto trimestre de 2011, a taxa de execução Quadro de Referência Estratégico Nacional, no último trimestre, subiu 3,3% face ao período precedente de análise.

O programa Operacional do Potencial Humano é o que representa uma taxa mais elevada de realização, com 63%, representando uma despesa validada superior a dois mil milhões de euros.

No Programa Operacional da região Norte, a taxa de execução situava-se nos 37,5%, representando 1,14 mil milhões de euros, mais quatro% do que no trimestre anterior.

A taxa de execução do Programa Operacional de Valorização do Território na região Norte era no anterior trimestre de 55,2%, representando 617 milhões de euros.

Mais atrasados em termos de execução encontram-se os fundos mais procurados pelas empresas, ligados ao Programa Operacional Fatores de Competitividade. Neste pacote financeiro apenas foram atribuídas 34% das verbas, representando 474 milhões de euros.

Fonte: OJE

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

QREN: Alto Minho contabiliza 19 milhões de euros de investimentos por aprovar

:: QREN: Alto Minho contabiliza 19 milhões de euros de investimentos por aprovar ::

O Alto Minho contabiliza 19 milhões de euros em investimentos candidatados ao QREN entretanto suspensos pelo Governo devido à "inépcia" da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), acusa a comunidade intermunicipal da região. "Estamos a falar de investimentos em todos os concelhos que estão por aprovar há oito meses. Entretanto, temos a última resolução do conselho de ministros que suspende todas candidaturas que ainda não foram aprovadas", afirmou hoje à Lusa Rui Solheiro.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) explicou que em causa estão diversas candidaturas apresentadas em agosto à CCDR-N - autoridade de gestão dos fundos do QREN -, pelos municípios do distrito de Viana do Castelo.

"Para podermos avançar com as candidaturas, as obras têm que estar adjudicadas. Desde Agosto, a autoridade de gestão, naturalmente também a administração central, não as aprovou e chegamos a esta situação inadmissível", criticou Rui Solheiro.

É que, para "agravar" a situação dos municípios, o Governo, no âmbito da revisão da contratualização de fundos comunitários, decidiu suspender as componentes comunitárias de todas as candidaturas por aprovar ou concretizar.

"Ao fim de oito meses, os municípios estão a viver uma insegurança e incerteza enorme. Pedimos para que haja bom senso em tudo isto", disse ainda o autarca, apontando o caso mais emblemático para a região.
"Temos a construção da Escola Superior de Valença, que é uma obra emblemática, que está adjudicada e a decorrer. A candidatura foi aceite em agosto e esperou até agora apenas pela aprovação da CCDR-N, que arrastou a análise, como nas restantes", apontou ainda.

Trata-se de um centro de inovação empresarial e logístico, para receber ainda a escola superior de ciências empresariais de Valença, num investimento global de 7,2 milhões de euros que deveria ser comparticipado em 85 por cento por fundos do QREN, mas que foi suspensa.

"Os municípios estão a ser vítimas da inépcia da autoridade gestão [CCDR-N]", garante, acrescentando tratar-se de uma posição entretanto enviada pela CIM ao Governo.

Além disso, Rui Solheiro, também líder dos autarcas socialistas, sublinha que em toda a região Norte as candidaturas ao QREN "estão paradas desde setembro", devido à indefinição em torno da nova direção da CCDR-N.

"Não há possibilidade de apresentar candidaturas porque simplesmente não são abertos os concursos. Além disso, estamos agora a assistir a uma preocupante centralização da gestão destes fundos", concluiu.

Fonte: Dinheiro Vivo

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

Critical Software quer exportar solução de busca e salvamento da Marinha

:: Critical Software quer exportar solução de busca e salvamento da Marinha ::

Desde Abril de 2011 que está a ser usado como sistema de suporte da Marinha Portuguesa para as operações de busca e salvamento, mas o Oversee Search and Rescue pretende "cruzar mares" e chegar a outros portos.

A plataforma foi desenvolvida pela Critical Sofware, com a cooperação da Marinha, e disponibiliza, num único interface, toda a informação de que um operacional de um centro de busca e salvamento necessita para responder perante um incidente.

O sistema inclui também um conjunto de ferramentas de análise de risco, apoio à decisão e de gestão de incidentes, oferecendo capacidade de antecipação.

O objetivo é oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes, explica Ricardo Maia, da área de Maritime Solutions da Critical Software.

"Ao agregar os vários elementos de contexto nomeadamente, dados sobre tráfego marítimo, alertas, condições meteorológicas e oceanográficas, elementos hidrográficos, e informação sobre as embarcações evita-se a consulta de diferentes sistemas facilitando-se ao mesmo tempo o corelacionamento dos diferentes elementos", referiu o responsável ao TeK.

A solução acaba de conhecer uma nova versão, atualmente em fase de validação no Centro de Busca e Salvamento (MRCC) de Lisboa, a mesma que a Critical Software decidiu levou ao SAR Europe 2012, um evento que junta anualmente especialistas civis e militares internacionais da área.

A apresentação do Oversee no certame correspondeu a uma primeira ação no sentido de internacionalizar a solução, com o objetivo de estabelecer contactos e potenciar a sua comercialização. "Será a comercialização nos mercados internacionais que permitirá rentabilizar este enorme investimento que temos vindo a realizar", afirma Ricardo Maia.

O responsável nota que o sistema tira partido das competências internacionalmente reconhecidas da Marinha portuguesa, assim como de um conjunto de protótipos, "mas a verdade é que se trata de uma solução completamente inovadora, aliás protegida através de um pedido de patente".

Ricardo Maia salienta ainda que o Oversee responde a um conjunto de desafios enfrentados pela generalidade das guardas costeiras e para os quais ainda não existia uma resposta clara. "Posso referir que neste momento continuamos a trabalhar nas vertentes de antecipação de incidentes, análise de risco e apoio á decisão. O projeto envolve inclusivamente instituições de I&D que irão, com certeza, reforçar o caracter inovador da solução".

Fonte: SAPO

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

Escolas portuguesas lado a lado com MIT e Harvard

:: Escolas portuguesas lado a lado com MIT e Harvard ::

‘Ranking’ de consultora francesa especializada em ensino superior distingue 27 programas de cinco escolas portuguesas.

São cinco as escolas portuguesas que aparecem nas listas do Eduniversal Masters Ranking - The Best Masters and MBA Worldwide, lançado, pela primeira vez, no mês passado. No total, esta lista da consultora francesa Eduniversal, especializada na área do ensino superior, distinguiu 27 programas portugueses de mestrado, pós-graduação e MBA.

O ISCTE foi a escola portuguesa mais galardoada, com sete presenças neste ‘ranking'. Seguem-se a EGP, da Universidade do Porto, com seis programas premiados, o ISEG, com cinco, e a Universidade Católica, também com cinco programas premiados, aos quais acrescenta o The Lisbon MBA, que partilha com a Nova, que tem outros três programas destacados pela Eduniversal, dos quais se destaca o Master in Economics, que conseguiu o melhor resultado por uma escola portuguesa, um 22º lugar no competitivo sector dos mestrados em Economia.

Olhando para os ‘rankings' internacionais, nota-se algum domínio das escolas inglesas, nomeadamente a London Business School e a Universidade de Oxford, enquanto na América do Norte é de destacar a presença de algumas escolas nos lugares de topo. É o caso do MIT Sloan School Management, que aparece em primeiro lugar nos programas de Engenharia, na segunda posição em Economia e MBA e em terceiro nos mestrados de Empreendedorismo e Gestão. A Universidade de Stanford também aparece com dois primeiros lugares, em Gestão e em Recursos Humanos, ao qual soma uma aparição em terceiro do seu programa de MBA e presenças na quarta posição em Economia, Engenharia e Mercados Financeiros. Já a Harvard Business School parece liderar as áreas em que mais aposta, com dois primeiros lugares em Economia e MBA, mas sem mais nenhuma aparição no pódio dos ‘rankings' de destaque no inquérito do The Best Masters.

Fonte: Económico

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

Chegou a vez dos outdoors biodegradáveis

:: Chegou a vez dos outdoors biodegradáveis ::

Vinte e quatro anos após a homologação da Lei 97/88 que proíbe a utilização, em qualquer caso, de materiais não biodegradáveis para publicidade e propaganda política, Fernanda Viana, docente da Universidade Fernando Pessoa, desenvolveu um suporte biodegradável, numa parceria entre as universidades Fernando Pessoa e do Minho.

De acordo com a autora era urgente desenvolver um suporte que desse cumprimento à Lei. «O material mais utilizado - poliéster revestido a resina de policloreto de vinilo (PVC) - além de não ser biodegradável, é considerado de elevada toxicidade e impacto ambiental, altamente prejudicial à saúde humana. Não é por acaso, que a União Europeia impôs várias restrições ao uso do PVC, considerando os danos causados no sistema imunitário, reprodutivo e endócrino ”, afirma

Face a este cenário, Fernanda Viana, engenheira publicitária de formação, decidiu desenvolver um suporte biodegradável, no intuito de minimizar o impacto ambiental causado pelos suportes têxteis actualmente usados. “As nossas cidades apresentam-se ‘vestidas’ por enormes imagens impressas em poliéster revestido a resina de PVC, já para não falar no período eleitoral, em que a presença deste material é excessiva.”

Os testes de Biodegradação por Compostagem efectuados ao novo suporte, demonstraram que, ao contrário de degradar-se, este biodegrada-se. Ou seja, "o compósito desenvolvido decompõe-se em matéria orgânica em 28 semanas, em vez de acumular-se nas cadeias alimentares, numa dimensão microscópica e molecular, afectando toda a biosfera.”

Fernanda Viana adianta ainda: “Acredito que este suporte seja uma contribuição efectiva para a diminuição do impacto ambiental."

O trabalho de investigação não ficou apenas pelo desenvolvimento do suporte biodegradável. A aplicação de cristais líquidos "garantiu ao projecto a inovação necessária para a submissão de um pedido de patente da Universidade Fernando Pessoa e da Universidade do Minho."

Fonte: CiênciaH

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

quinta-feira, 8 de março de 2012

ADENE/EnergyIN: Missão empresarial a Moçambique

:: ADENE/EnergyIN: Missão empresarial a Moçambique ::

A ADENE - Agência para a Energia e o EnergyIN – Pólo de Competitividade e Tecnologia de Energia, assinaram com a AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, um contrato para o apoio à internacionalização das PME de energia.

Esta iniciativa pretende promover a internacionalização de empresas e soluções tecnológicas relacionadas, nas áreas da construção sustentável, mobilidade, redes inteligentes e renováveis. Neste espaço poderá fazer a inscrição nas várias missões empresariais. Uma forma simples de levar e mostrar a sua empresa a todo o mundo.

Próximas Missões
Moçambique: Abril de 2012
:: Consulte Aqui: Regulamento ::
:: Consulte Aqui: Aviso Candidatura ::
:: Consulte Aqui: Formulário de Candidatura ::

Missões (Datas a definir)
Brasil
China
Angola
África do Sul

:: Consulte Aqui: Portugal.Innovating Energy Solutions ::

Fonte: Portugal: Innovating Energy Solutions

.:: Links ::.

:: QREN: Novo Plano Anual Concursos - 2012 - Datas ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

wibiya widget