terça-feira, 27 de março de 2012

Azeite. Campanha de produção nacional de 2012 deve aumentar 5%

:: Azeite. Campanha de produção nacional de 2012 deve aumentar 5% ::

A campanha de produção de azeite nacional de 2012 deve atingir as 69 mil toneladas, mais cinco por cento em relação ao ano anterior, estimou hoje à Lusa fonte da Casa do Azeite.

Os números provisórios da campanha de 2011/12, que termina oficialmente a 30 de junho, apontam para que a campanha de produção da azeitona, ou época da apanha da azeitona e elaboração do azeite, aumente em relação à campanha anterior, sendo que, no Alentejo, segundo os dados mais recentes, a produção deverá aumentar em cerca de 19 por cento.

Em declarações à agência Lusa, Mariana Matos, da Casa do Azeite de Portugal, entidade que representa 65 empresas associadas ao Azeite de Marca com cerca de 95 % de todo o azeite de marca produzido em solo nacional, no Alentejo, como principal área de produção em Portugal, "estima-se que a produção da presente campanha atinja valores da ordem das 70.000 a 75.000 toneladas" de azeite.

"Números muito bons, em termos de evolução, mas que não passam ainda de dados provisórios e que apontam para um aumento de cerca de 5% na produção total global, para valores na ordem das 69 mil toneladas", notou.

Segundo aquela responsável, as declarações de produção dos lagares podem ainda ser enviadas até final de março e "alguns operadores importantes podem ainda não ter enviado a informação final" para o INE.

"Tal poderá afetar ainda, e de forma significativa, os valores da produção final global", sublinhou.

Segundo disse Mariana Matos, a previsão de campanha divulgada em fevereiro, no Boletim Mensal de Agricultura e Pescas, "estava cerca de 5% abaixo dos valores da campanha em curso", tendo aquela responsável afirmado "temer" pelos riscos decorrentes do período de seca que se vive atualmente.

"Se a situação de seca persistir durante a primavera, os efeitos serão bastante negativos não só para a produção da campanha 2012-2013, como também para a produção da campanha seguinte", afirmou.

Para Mariana Matos, isso deve-se ao facto da época de floração ser afetada este ano, comprometendo a produção da próxima campanha, mas também porque serão afetados os lançamentos das árvores que serão responsáveis pela produção daqui a dois anos.

"A confirmar-se este situação, a produção poderá ser bastante afetada", vincou, tendo sublinhado ainda que, se a atual situação se verificar também em Espanha, o maior produtor mundial de azeite, as duas próximas campanhas deverão apresentar produções abaixo do que se tem verificados nos últimos anos.

"Todos estes fatores, conjugados, poderão ter um efeito sobre os preços, tendo em conta que se encontram a um nível historicamente baixo", previu ainda aquela responsável.

Fonte: i

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AICEP diz que barreiras fiscais são um entrave à exportação

:: AICEP diz que barreiras fiscais são um entrave à exportação ::

A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal alertou hoje que as barreiras fiscais são entraves à exportação e que o assunto “deve ser reflectido ao nível cimeiro entre Estados-membros”.

Esta alerta foi feito hoje por um dos administradores da AICEP, Manuel Brandão, na sede da Secretaria Geral Ibero-Americana (SEGIB), uma reunião de alto nível sobre “melhoria de produtividade e competitividade das PME” daquela região, dedicada ao tema das pequenas e médias empresas e a sua internacionalização.

Neste encontro, Portugal foi representado pela AICEP, que defendeu a importância deste fórum qualificado “debruçar-se sobre o tema das PME como via para o reforço dos laços entre os países participantes”.

No entanto, a entidade presidida por Pedro Reis alertou para a questão das barreiras fiscais como entraves à exportação, considerando “que este tema deve ser reflectivo ao nível cimento entre Estados-membros”.

A participação de Portugal na SEGIB tem como objectivo apoiar as empresas portuguesas em processo de internacionalização para o mercado latino-americano.

“A América Latina já é uma prioridade para as exportações portuguesas e continuará a sê-lo”, disse à agência Lusa Pedro Reis, que hoje se reuniu com todos os embaixadores desta zona geográfica acreditados em Portugal com o objectivo de contribuir para aproximação e o estreitamento das relações económicas e comerciais portuguesas com aquela região.

“Dou o exemplo da Colômbia e do Peru onde o interesse das empresas é cada vez maior e onde recentemente decidimos abrir um centro de negócios”, salientou o presidente da AICEP.

“Fazendo um zoom na Colômbia, que é o terceiro país mais populoso da América Latina, verificamos a existência, já neste momento, de mais de 130 empresas portuguesas no terreno, quer em termos de exportações, quer de investimento”, disse.

Atendendo que se espera um crescimento do produto interno bruto (PIB) superior a 4,7% durante os próximos quatro anos, “compreendemos que esta pode ser claramente uma geografia com potencial comercial e económico para Portugal”, destacou.

Por isso, “é importante transmitir às empresas que estamos a trabalhar em diversas frentes, em Portugal, nos próprios países e também instâncias que agregam estes países, para agilizar os fluxos de investimento entre Portugal e a América Latina, construindo um caminho mais favorável à internacionalização das nossas empresas”, concluiu o responsável.

No ano passado, a América Central e do Sul representou 3,5% das vendas portuguesas de bens ao exterior. Em 2007, o peso era de 1,8%.

Fonte: Público

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Módulo Temático "Design: Um Factor Crítico de Sucesso para a Internacionalização"

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A aicep Portugal Global organiza duas sessões subordinadas ao tema “Design: Um Factor Crítico de Sucesso na Internacionalização” que decorrerão em Lisboa (Auditório da AICEP) e no Porto (Auditório da DREN), respectivamente nos dias 10 e 11 de Abril.

No actual contexto de globalização económica, caracterizado por uma intensa concorrência a nível internacional, o design é hoje uma ferramenta de competitividade e inovação, de diferenciação e internacionalização de produtos, marcas e empresas, permitindo um crescimento económico sustentado. É, cada vez mais, uma componente decisiva das estratégias empresariais e está profundamente ligado ao desenvolvimento tecnológico, social e económico, qualificando e diferenciando a oferta nos mercados.

Quando o design integra o processo de criação de um produto desde o início, permite desenvolver soluções que destacam, dão visibilidade e optimizam a rendibilidade do produto. O design é o elemento que liga as pessoas à experiência de consumo e à empresa, fazendo a ponte entre quem compra e quem vende.

O aumento da percepção que as empresas portuguesas têm sobre a importância do design enquanto ferramenta estratégica dos seus negócios, tem contribuído, cada vez mais, para a sua integração nas políticas e estruturas das empresas, incrementando de forma sustentada o crescimento das suas vendas, interna e externamente.

O Centro Português de Design, cuja actividade se tem pautado por iniciativas destinadas a colmatar e complementar acções empresariais na área de design e da sua gestão, bem como a criar ou reforçar uma cultura de competência e excelência neste domínio, é o parceiro escolhido para, em conjunto com a AICEP, realizar uma acção de sensibilização sobre a importância da gestão e investimento no design, enquanto factor de competitividade e inovação na internacionalização das empresas portuguesas.

Identificar produtos, marcas e empresas através do design constitui uma mais-valia diferenciadora que é decisiva para o sucesso dos seus negócios! Saiba pois como ultrapassar barreiras, promovendo os seus produtos de forma inovadora e consolidando as suas exportações.

As empresas interessadas poderão inscrever-se on-line até às 12h30 do próximo dia 9 de Abril, através do preenchimento da respectiva Ficha de Inscrição, disponível no site da AICEP, à qual poderá aceder aqui.

:: Programa Lisboa ::

:: Programa Porto ::

Fonte: AICEP

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segunda-feira, 26 de março de 2012

Empresas de vinho do Porto dispostas a criar fundo anual de 10 milhões de euros

:: Empresas de vinho do Porto dispostas a criar fundo anual de 10 milhões de euros ::

Produção e comércio chegaram a acordo para que o instituto que regula o sector deixe de ser público. A mudança viabilizaria um fundo de 10 milhões de euros por ano para a promoção, pois garantia que o Estado não voltaria a confiscar esse valor.

Em entrevista ao Negócios, no dia em que se reúne na Régua com o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, a directora executiva da Associação das Empresas do Vinho do Porto, Isabel Marrana, explica que o objectivo é “libertar” o IVDP das amarras que prendem o sector público administrativo. Que, no ano passado, levaram o Tesouro a confiscar as reservas financeiras que o instituto tinha acumulado, no valor de 8 milhões de euros.

“Sentimos que somos duplamente tributados”, lamenta a responsável, confiante que a tutela não colocará obstáculos a esta mudança. Até porque o Ministério da Agricultura sempre “garantiu que se o sector estiver de acordo nessa transformação, não seria o Governo a criar obstáculos”.

Por que reclamam a alteração da natureza jurídica do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), de instituto público para entidade privada de carácter interprofissional?
A novidade é que há consenso entre [os representantes da] produção e [os representantes do] comércio de que, de facto, temos de alterar o estatuto jurídico para podermos estabelecer uma estratégia para o vinho do Porto. Temos uma crise que, mais do que aquela que o País todo atravessa, é já estrutural no sector do vinho do Porto. Há 10 anos que o sector perde volume e valor. Tivemos fóruns de discussão, criámos algum consenso interprofissional de que é preciso um plano estratégico para inverter isto.

Que efeito prático é que terá esta alteração para os produtores e comerciantes do vinho do Porto?
O mais significativo é criar um fundo de promoção das marcas próprias dos comerciantes. Lutamos contra as marcas brancas e dos distribuidores. É um fundo que será contribuído pelo sector (através de uma taxa de promoção), pelos fundos existentes na Organização Comum dos Mercados dos vinhos [um envelope de promoção existente no Instituto da Vinha e do Vinho] e também pelos instrumentos financeiros disponíveis do QREN. Queremos um fundo financeiro que seja gerido pelo IVDP, destinado à promoção

Qual será o valor desse fundo?
Terá um valor aproximado de 10 milhões de euros por ano e o objectivo é que possa efectivamente criar uma locomotiva de promoção do vinho do Porto para que as vendas invertam e deixem de cair. Chegámos a acordo que é preciso mexer no comércio. E vendendo mais, a produção também poderá aumentar. No ano passado o Estado retirou ao IVDP 8 milhões de euros que eram necessários para promoção. Vamos partir do zero neste fundo porque o Estado retirou o dinheiro, sem apelo nem agravo.

Por que é que o primeiro passo é alterar o estatuto jurídico do IVDP?
O IVDP é um instituto público, apesar de viver das taxas do sector, comunga hoje das regras do sector público e administrativo do Estado, ou seja, tem regras muito apertadas do ponto de vista financeiro. Inclusive, no início do ano passado, o Estado retirou a este organismo 8 milhões de euros de reservas. Ora não podemos criar um fundo financeiro num organismo do Estado para que, no final do ano, o Estado nos retire o dinheiro. Não vamos criar um fundo para o Estado ficar com o dinheiro!

Mas como é que fica a defesa e certificação da região demarcada. Não é preciso ela ficar na esfera pública?
A grande alteração é de natureza jurídica, que de público passa a privado. Mantém-se inalterado o carácter interprofissional e a defesa da marca Porto. Apenas passava a privado para permitir esta agilização e gestão deste organismo, que é muito credível. O IVDP seria um organismo privado com utilidade pública, mantinha a certificação e a gestão da denominação dentro de uma área de utilidade pública. Queremos é libertar este organismo de todas as dificuldades que a Administração Pública tem. Fazemo-lo de uma forma instrumental, mas não escondemos que nos sentimos hoje duplamente tributados. Pagamos a um organismo que depois tem gestão pública, onde o Estado depois pode entrar e ficar com o dinheiro, como aconteceu no ano passado. No fundo, defendemos a passagem de uma gestão pública para privada, mantendo o carácter interprofissional e o interesse público.

Qual é a abertura do Governo?
As indicações que tenho são muito positivas. Andamos a fazer este alerta ao Governo desde o fim do anterior governo e logo no início deste mostrámos a necessidade instrumental desta alteração. A resposta do Governo é que se a produção e o comércio, todo o sector, estiverem de acordo nessa transformação, não seria o Governo a criar obstáculos. Tivemos um período de trabalho sério em que os representantes do comércio e da produção fizeram uma proposta de alteração estatutária e agora temos uma reunião com a tutela para entregarmos o resultado deste trabalho.

Quanto tempo demoraria a efectivar-se essa mudança?
Esperamos que o Governo seja célere. Isto até já devia estar feito. O nosso trabalho foi exaustivo, a proposta de lei está pronta. Teremos depois de avançar com a montagem do fundo o mais depressa possível. O nosso ‘timing’ era durante 2012 ter o fundo promocional a funcionar.

A alteração de estatuto obrigaria a mudar a presidência do IVDP?
Há uma nova presidência [desde Novembro, quando o Governo nomeou Manuel Cabral para o lugar] e há um consenso para mantê-la. A escolha seria partilhada porque este organismo, apesar de privado, tem uma forte componente interprofissional, até pela indicação de Bruxelas para haver uma componente das profissões [na gestão]. Nós, em conjunto com o Governo, porque temos consciência que tratamos de uma denominação que é Património Mundial.

Fonte: Negócios

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Taxa de execução do QREN no norte ultrapassa os 49%

:: Taxa de execução do QREN no norte ultrapassa os 49% ::

A taxa de execução do QREN na região Norte atingiu os 49,1% no final de 2011, o que representa quase 4,4 mil milhões de euros de despesa pública validada, revelam dados divulgados hoje pela CCDR-N.

Segundo o boletim "Norte Conjuntura" relativo aos dados do quarto trimestre de 2011, a taxa de execução Quadro de Referência Estratégico Nacional, no último trimestre, subiu 3,3% face ao período precedente de análise.

O programa Operacional do Potencial Humano é o que representa uma taxa mais elevada de realização, com 63%, representando uma despesa validada superior a dois mil milhões de euros.

No Programa Operacional da região Norte, a taxa de execução situava-se nos 37,5%, representando 1,14 mil milhões de euros, mais quatro% do que no trimestre anterior.

A taxa de execução do Programa Operacional de Valorização do Território na região Norte era no anterior trimestre de 55,2%, representando 617 milhões de euros.

Mais atrasados em termos de execução encontram-se os fundos mais procurados pelas empresas, ligados ao Programa Operacional Fatores de Competitividade. Neste pacote financeiro apenas foram atribuídas 34% das verbas, representando 474 milhões de euros.

Fonte: OJE

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QREN: Alto Minho contabiliza 19 milhões de euros de investimentos por aprovar

:: QREN: Alto Minho contabiliza 19 milhões de euros de investimentos por aprovar ::

O Alto Minho contabiliza 19 milhões de euros em investimentos candidatados ao QREN entretanto suspensos pelo Governo devido à "inépcia" da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), acusa a comunidade intermunicipal da região. "Estamos a falar de investimentos em todos os concelhos que estão por aprovar há oito meses. Entretanto, temos a última resolução do conselho de ministros que suspende todas candidaturas que ainda não foram aprovadas", afirmou hoje à Lusa Rui Solheiro.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) explicou que em causa estão diversas candidaturas apresentadas em agosto à CCDR-N - autoridade de gestão dos fundos do QREN -, pelos municípios do distrito de Viana do Castelo.

"Para podermos avançar com as candidaturas, as obras têm que estar adjudicadas. Desde Agosto, a autoridade de gestão, naturalmente também a administração central, não as aprovou e chegamos a esta situação inadmissível", criticou Rui Solheiro.

É que, para "agravar" a situação dos municípios, o Governo, no âmbito da revisão da contratualização de fundos comunitários, decidiu suspender as componentes comunitárias de todas as candidaturas por aprovar ou concretizar.

"Ao fim de oito meses, os municípios estão a viver uma insegurança e incerteza enorme. Pedimos para que haja bom senso em tudo isto", disse ainda o autarca, apontando o caso mais emblemático para a região.
"Temos a construção da Escola Superior de Valença, que é uma obra emblemática, que está adjudicada e a decorrer. A candidatura foi aceite em agosto e esperou até agora apenas pela aprovação da CCDR-N, que arrastou a análise, como nas restantes", apontou ainda.

Trata-se de um centro de inovação empresarial e logístico, para receber ainda a escola superior de ciências empresariais de Valença, num investimento global de 7,2 milhões de euros que deveria ser comparticipado em 85 por cento por fundos do QREN, mas que foi suspensa.

"Os municípios estão a ser vítimas da inépcia da autoridade gestão [CCDR-N]", garante, acrescentando tratar-se de uma posição entretanto enviada pela CIM ao Governo.

Além disso, Rui Solheiro, também líder dos autarcas socialistas, sublinha que em toda a região Norte as candidaturas ao QREN "estão paradas desde setembro", devido à indefinição em torno da nova direção da CCDR-N.

"Não há possibilidade de apresentar candidaturas porque simplesmente não são abertos os concursos. Além disso, estamos agora a assistir a uma preocupante centralização da gestão destes fundos", concluiu.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Critical Software quer exportar solução de busca e salvamento da Marinha

:: Critical Software quer exportar solução de busca e salvamento da Marinha ::

Desde Abril de 2011 que está a ser usado como sistema de suporte da Marinha Portuguesa para as operações de busca e salvamento, mas o Oversee Search and Rescue pretende "cruzar mares" e chegar a outros portos.

A plataforma foi desenvolvida pela Critical Sofware, com a cooperação da Marinha, e disponibiliza, num único interface, toda a informação de que um operacional de um centro de busca e salvamento necessita para responder perante um incidente.

O sistema inclui também um conjunto de ferramentas de análise de risco, apoio à decisão e de gestão de incidentes, oferecendo capacidade de antecipação.

O objetivo é oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes, explica Ricardo Maia, da área de Maritime Solutions da Critical Software.

"Ao agregar os vários elementos de contexto nomeadamente, dados sobre tráfego marítimo, alertas, condições meteorológicas e oceanográficas, elementos hidrográficos, e informação sobre as embarcações evita-se a consulta de diferentes sistemas facilitando-se ao mesmo tempo o corelacionamento dos diferentes elementos", referiu o responsável ao TeK.

A solução acaba de conhecer uma nova versão, atualmente em fase de validação no Centro de Busca e Salvamento (MRCC) de Lisboa, a mesma que a Critical Software decidiu levou ao SAR Europe 2012, um evento que junta anualmente especialistas civis e militares internacionais da área.

A apresentação do Oversee no certame correspondeu a uma primeira ação no sentido de internacionalizar a solução, com o objetivo de estabelecer contactos e potenciar a sua comercialização. "Será a comercialização nos mercados internacionais que permitirá rentabilizar este enorme investimento que temos vindo a realizar", afirma Ricardo Maia.

O responsável nota que o sistema tira partido das competências internacionalmente reconhecidas da Marinha portuguesa, assim como de um conjunto de protótipos, "mas a verdade é que se trata de uma solução completamente inovadora, aliás protegida através de um pedido de patente".

Ricardo Maia salienta ainda que o Oversee responde a um conjunto de desafios enfrentados pela generalidade das guardas costeiras e para os quais ainda não existia uma resposta clara. "Posso referir que neste momento continuamos a trabalhar nas vertentes de antecipação de incidentes, análise de risco e apoio á decisão. O projeto envolve inclusivamente instituições de I&D que irão, com certeza, reforçar o caracter inovador da solução".

Fonte: SAPO

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