segunda-feira, 16 de abril de 2012

Governo: «limpeza» do QREN corta 1800 projetos

:: Governo: «limpeza» do QREN corta 1800 projetos ::

A «Operação limpeza» do QREN envolve cerca de 1.800 projetos e a descativação de um montante superior a mil milhões de euros, disse na última noite o secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, Almeida Henriques.

«Estamos a falar de mais de mil milhões de euros em processo de operação limpeza e de 1.800 projetos», afirmou o governante, que falava aos jornalistas em Coimbra, à margem da reunião do Conselho Regional do Centro, escreve a Lusa.

No âmbito desta operação, os projetos aprovados e apoiados por fundos comunitários, através do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), sem execução e/ou sem contrato há mais de seis meses ou com níveis de realização inferior a dez por cento do montante aprovado, serão abandonados, sendo as respetivas verbas transferidas para outros projetos.

Há, no entanto, exceções, desde que os promotores e gestores dos projetos fundamentem as razões que explicam as taxas baixas ou nulas de execução e os motivos que justificam a importância da sua continuidade, sublinhou Almeida Henriques.

As verbas descativadas, com esta reavaliação e reprogramação de projetos serão, prioritariamente, canalizadas para o aumento da competitividade de empresas e das exportações e para a criação de emprego, adiantou o secretário de Estado.

Na Região Centro, a «operação limpeza» descativou cerca de 170 milhões de euros, disse aos jornalistas, no final da mesma reunião, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC), Norberto Pires, salientando que «exige» que os montantes descativados sejam reinvestidos na região.

Mas «ainda é cedo para dizer que esses 170 milhões de euros são descativação efetiva», pois «há projetos que devem ser mantidos», apesar da sua fraca ou nula execução, sublinhou o presidente da CCDRC, afirmando que haverá «recurso à prorrogativa» que contempla exceções.

Na reunião de hoje do Conselho Regional do Centro foi apresentado o projeto «Investir@Centro» e foram, designadamente, debatidos o programa «Mais Centro» e o «Plano Regional de Ordenamento de Território (PROT-C)», disse Álvaro Amaro, presidente deste órgão e da Câmara de Gouveia.

Além de Almeida Henriques, também participou na reunião, que terminou ao princípio da noite, o secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo.

Para a próxima reunião do Conselho, a realizar antes do início do Verão, foi convidado o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro, pois serão debatidas as acessibilidades da Região Centro, adintou aos jornalistas Álvaro Amaro.

O Conselho Regional do Centro é constituído pelos presidentes dos 78 municípios que integram a CCDRC e por representantes de cerca de 30 instituições da região.

Fonte: Agência Financeira

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QREN: “Relatório Anual do QREN III”

:: QREN: “Relatório Anual do QREN III” ::

É efetuada uma análise ao trabalho desenvolvido neste último ano e meio de implementação do QREN.

O presente "Relatório Anual do QREN III" procura analisar o trabalho desenvolvido neste último ano e meio de implementação do QREN, tendo em vista a mobilização dos recursos postos ao dispor de Portugal no âmbito da Política de Coesão da União Europeia para os objetivos de desenvolvimento do país, estruturados em torno das suas cinco prioridades estratégicas – qualificação dos portugueses, crescimento sustentado, coesão social, qualificação do território e das cidades e eficiência na governação.

Este relatório baseia-se em informação quantitativa sobre a execução dos programas reportada, em regra, ao ano de 2010. No entanto, considerou-se pertinente mobilizar – tanto para a análise do contexto socioeconómico, como para as reflexões de natureza qualitativa sobre a execução do QREN – informação mais atualizada, reportada, em regra, ao 1º semestre de 2011.

O relatório está organizado em 7 capítulos:
  • Inicia com uma análise sumária do contexto de implementação do QREN, no capítulo 1;
  • O capítulo 2 corresponde à dimensão da monitorização operacional e financeira global do QREN;
  • A dimensão territorial das intervenções é desenvolvida no capítulo 3;
  • Os capítulos 4 e 5 analisam, numa perspectiva de monitorização estratégica, o contributo do QREN para ultrapassar os principais constrangimentos de natureza estrutural do país, refletindo sobre a concretização dos seus objetivos estratégicos e sobre a prossecução das suas principais prioridades, bem como a sua coerência e alinhamento com as orientações estratégicas e políticas comunitárias;
  • No capítulo 6 dá-se conta do trabalho desenvolvido no âmbito da governação técnica do QREN neste período; e
  • O relatório termina com a apresentação de uma síntese conclusiva, focada na identificação dos principais desafios que se colocam à intervenção dos fundos estruturais e de coesão no futuro imediato.

:: Consulte Aqui: “Relatório Anual do QREN III” ::

Fonte: POFC

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Alentejo pode receber um terço dos 40 milhões de euros disponíveis para empresas no QREN

:: Alentejo pode receber um terço dos 40 milhões de euros disponíveis para empresas no QREN ::

O Alentejo pode captar quase um terço dos 40 milhões de euros de fundos comunitários disponíveis para empresas de todo o país, avançou à Agência Lusa o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

Para a região conseguir aproveitar estas verbas, o presidente da CCDR do Alentejo, António Costa Dieb, apelou às empresas e agentes económicos para que apresentem candidaturas aos Sistemas de Incentivos, no âmbito do Quadro de Referências Estratégico Nacional (QREN).

"A participação das empresas tem de ser maior e qualitativamente mais relevante. É preciso estimular os agentes económicos a recorrerem a estes fundos, que são uma janela de oportunidade para recuperar algumas dificuldades que a crise nos coloca e potenciar a competitividade", frisou.

Fonte: Correio Alentejo

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Investir na ciência pode criar 830 mil empregos na União Europeia

:: Investir na ciência pode criar 830 mil empregos na União Europeia ::

A proposta do programa “Horizonte 2020” prevê investimentos de 80 mil milhões para transformar a UE na líder industrial do mundo.

Criar 830 mil novos empregos na União Europeia até 2030. Este é o objectivo do novo programa-quadro de investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação, o Horizonte 2020, que está neste momento a ser discutido no Parlamento Europeu.

O programa, que quer transformar a Europa na principal potência industrial do mundo, prevê um financiamento de 80 mil milhões de euros de 2014 a 2020. Criar pontes entre a investigação e as empresas é a chave do sucesso deste financiamento. E as PME foram eleitas como os actores principais neste movimento de inovação para transformar a Europa em líder industrial.

Para isso, será criado um instrumento específico para promover a capacidade das pequenas e médias empresas que receberá cerca de 15% deste bolo, o que corresponde a 12 mil milhões de euros. Pretende-se aplicar a receita de países que apostam na investigação e produção industrial para manter o crescimento e o emprego, como a Alemanha, a todos os Estados do espaço europeu. Para isso, será financiada toda "a cadeia da investigação ao mercado", sublinha Graça Carvalho, a eurodeputada portuguesa, uma das criadoras deste programa, e que é responsável por um dos relatórios estratégicos que está a ser preparado pelo Parlamento Europeu. O programa junta, pela primeira vez, a inovação à ciência com o objectivo de ligar a indústria à investigação. Para acabar com o fenómeno de vermos "resultados da investigação desenvolvidos na Europa serem utilizados na indústria de outros países", sublinha Graça Carvalho.

Mas não basta apenas investir em investigação para conseguir crescimento económico, como mostra o caso português, sublinha a eurodeputada. Para conseguir esta efectiva ligação entre a investigação e a indústria, "o programa prevê o lançamento de consórcios com instituições de investigação, liderados pela indústria e em que são as empresas a determinar a agenda da investigação".

Se todos estão de acordo quanto à forma do programa Horizonte 2020, quando se fala de orçamento as opiniões dividem-se.

A Comissão Europeia propõe um investimento de 80 mil milhões de euros, o Parlamento Europeu quer aumentar o financiamemto previsto até aos 100 mil milhões. Mas há pressões dos países contribuintes líquidos para diminuir o bolo global, o que pode levar a cortes na proposta do Horizonte 2020.

Mas a ex-ministra da Ciência e Ensino Superior em Portugal, Graça Carvalho, promete bater-se até ao fim para que as verbas para a ciência e inovação não sejam reduzidas.

Resultados? Só depois da aprovação do orçamento comunitário é que se saberá se a proposta de orçamento do Horizonte 2020 será aprovada. O que significa que a questão poderá arrastar-se para o próximo ano.

Se o orçamento for aprovado, o investimento em ciência e inovação transforma-se, assim, na terceira prioridade orçamental da União Europeia, depois da agricultura e fundos regionais. E há boas notícias para Portugal. O programa prevê financiamento para investigação marinha e marítima e bioeconomia, "uma área de muito interesse para Portugal", sublinha Graça Carvalho.

Simplificar, simplificar, simplificar
Se alguma vez concorreu a fundos comunitários, sabe a odisseia burocrática que tem que atravessar. Para ultrapassar este problema, Graça Carvalho propõe uma simplificação dos procedimentos e a redução em um mês do prazo de pagamento dos fundos. A eurodeputada espera agora que o Parlamento Europeu e os Estados-membros cheguem a um acordo "para reduzir os trâmites burocráticos de modo a que os cidadãos europeus possam aceder ao financiamento comunitário".

O Horizonte 2020 deverá financiar 100% dos custos directos dos projectos e cerca de 20% das despesas indirectas. Os pagamentos do IVA passam a ser elegíveis, o que até agora não estava previsto e que era uma verdadeira dor de cabeça para os investigadores conseguirem arranjar dinheiro para pagar essa despesa.

As dúvidas de um norte-americano
Apresentado como um especialista em tecnologia, amplamente conhecedor de Silicon Valley, Burtun Lee, da Universidade de Stanford, fez uma intervenção que deixou perplexa a sala onde decorria a audição sobre o programa Horizonte 2020 no Parlamento Europeu. Começou por dizer que o problema da Europa é uma "crise de inovação" e não "uma crise sobre o euro, níveis de dívida ou integração europeia". Em seguida, traçou uma perspectiva pouco optimista dizendo que é impossível criar 3,7 milhões de empregos na União Europeia com o programa Horizonte 2020. O problema é que esta meta nunca foi traçada. O plano é criar 830 mil postos de trabalho. Depois recomendou que se aposte em programas de investigação dedicados à comercialização, sublinhando que, "hoje, não é possível apostar que as intituições de investigação europeias atinjam os objectivos da comercialização previstos no novo programa-quadro". Sugeriu ainda que "a indústria de capital de risco deveria ser um dos parceiros activos" na execução deste programa Horizonte 2020. Indispensável é também que os membros da União Europeia coloquem a reforma universitária das suas instituições na agenda política.

Conheça alguns dos projectos ja financiados

1 - Vem aí o ICar
A partir de 2015, vai surgir um automóvel que quando estiver envolvido num acidente de grande gravidade "chama automaticamente o 112 e transmite a localização do veículo sinistrado usando a informação do GPS, reduzindo o tempo de resposta a acidentes, ajudando a salvar muitas vidas".Esta é uma das tecnologias desenvolvidas no projecto eCall, que recebeu um financiamento de dois milhões de euros do 7º Programa - Quadro. Este é um projecto que "usa a rede celular para aumentar a segurança dos condutores e passageiros que estará disponível em todos os novos veículos comercializados na Europa a partir de 2015".

2 - Submarinos Inteligentes
Um dos projectos desenvolvidos com financiamentos concedidos no âmbito do 6º Programa - Quadro também é "made in Portugal". A Universidade dos Açores e o Instituto Superior Técnico, em parceria com outras entidades desenvolveram "robots submarinos inteligentes, capazes de desenvolver estratégias autónomas de planificação de missões e de varrimento do fundo submarino, comunicando o resultado para bóias e navios à superfície". Chama-se Grex este projecto que permite explorar os fundos marinhos.

3 - Ler a mente já não é ficção científica!
"Um capacete cheio de sensores que permite a pessoas que não se possam mexer nem falar, navegar menus, e mesmo soletrar mensagens, interagir com sistemas de controlo e mesmo enviar mensagens a outras pessoas". Este foi outra das tecnologias criadas através de um projectos desenvolvido com financiamentos do 7º Programa - Quadro. Para muitos portadores de deficiência esta tecnologia é a única forma de interagir com equipamentos e com o ambiente de forma a poderem comunicar.

4 - Telemóveis: sempre acessíveis
O desenvolvimento das 3ª e 4ª gerações de telemóveis resultou em grande parte dos programas quadros de investimentos na ciência financiados pela Comissão Europeia. "Com base no sucesso mundial da tecnologia GSM (2G), exclusivamente Europeia, sucessivas gerações de telemóveis oferecem cada vez mais e melhores serviços", esclarece em nota o gabinete de Graça Carvalho.

Fonte: Económico

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Tecnologia portuguesa previne morte súbita no desporto

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Amanhã, em Cascais, é apresentado publicamente o Microchip de DNA, um teste laboratorial criado por investigadores portugueses que se destina à prevenção e combate da morte súbita com especial incidência no desporto.

Esta nova tecnologia foi desenvolvida no Instituto Superior Técnico (IST) e no INESC-ID e, neste momento, o objectivo é transformar o projecto numa actividade empresarial que permita vender os testes a quem esteja interessado em garantir que os seus desportistas não sofram do risco de morte súbita.

“No lançamento de amanhã a tecnologia vai para o mercado com o apoio de uma empresa [a SHPG-HeartGenetics] que provavelmente começará a fazer testes entre dois a três meses”, afirma Arlindo Oliveira ao Ciência Hoje.

Segundo o presidente do IST, o Microchip de DNA “faz a análise de mutações de DNA que permitem detectar se uma pessoa está sujeita a um risco elevado de sofrer de Miocardiopatia Hipertrófica”, que é uma condição especialmente grave nos atletas e que causa morte súbita.

A ideia “é poder testar pessoas que estão em risco por serem atletas, por exemplo, e que devem parar de fazer desporto de alta competição porque correm o risco de sofrerem morte súbita”, explica o investigador.

De acordo com Arlindo Oliveira, o risco de morte súbita em Portugal ameaça centenas de desportistas. “Há muitas pessoas que têm esta síndrome, claro que nem todas estão em risco se não praticarem desporto. Mas para desportistas o risco é de um em quinhentos. Pode não parecer muito elevado, mas como é uma tecnologia que será exportada para o Brasil e Europa estamos a falar de evitar dezenas ou centenas de mortes dependendo da dimensão do mercado”, sublinha.

Actualmente, existem tecnologias semelhantes ao Microchip de DNA fora do País “mas são muito mais caras e não tão precisas”. Os testes que existem “são da ordem dos milhares de euros” enquanto este “pode ser feito mais barato e aplicado a uma população mais vasta”, avança Arlindo Oliveira.

Para o cientista, a entrada deste equipamento no mercado “é uma prova que conseguimos desenvolver em Portugal tecnologias que são competitivas a nível internacional”. Para além disso, a exportação deste Microchip pode vir a "aumentar o nosso número de exportações e consequentemente enriquecer a economia nacional”.

No futuro, os Microchips de DNA podem vir a ser aplicados a outras patologias, o que pode revelar um “potencial de desenvolvimento de testes genéticos muito significativo”, conclui.

Fonte: CiênciaH

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Polígrafo vai "mentir" menos com algoritmo de Aveiro

:: Polígrafo vai "mentir" menos com algoritmo de Aveiro ::

Software desenvolvido na academia aveirense substituiu o "olho humano" na leitura dos sinais captados pelo polígrafo. Taxa de acerto, mesmo fora de contexto de pressão, é já de 82%.

Segundo anunciou hoje a Universidade de Aveiro, o algoritmo inovador a nível mundial poderá “reabilitar o papel do polígrafo enquanto procedimento complementar na investigação criminal”. Isto porque permite, pela primeira vez, que não seja um técnico a identificar os sinais emitidos pelo aparelho quando é dita uma mentira num interrogatório.

A descoberta permite esse sinal seja antes direccionado para um software, que na fase de testes, sem a pressão de um interrogatório, já alcançou a “extraordinária taxa de acerto de 82%”.

Carlos Fernandes, psicólogo e coordenador do projecto, financiado pela Fundação BIAL, lembra que a margem de erro a rondar os 20% “já é muito boa e pode constituir mais uma pista muito importante no deslindar dos crimes”, lembrando que este é apenas “mais uma informação importante, a juntar a outras recolhidas pelos investigadores criminais”.

A experiência foi feita com um grupo de voluntários que, primeiro, tiraram uma carta de um baralho e de seguida tiveram de dizer “não” a todas as que apareceram no ecrã de um computador.

Por não ter sido realizada num contexto de pressão que é a investigação de um crime, em que “os sinais físicos emitidos pelos suspeitos poderão aumentar”, o investigador frisa que a taxa de acerto deve ser superior aos 82% dos casos em que o algoritmo identificou a carta do baralho.

Fonte: Negócios

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ADRAL e Cisco Portugal apresentam projecto inovador de comunidades colaborativas e inteligentes no Alentejo

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A ADRAL (Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, SA) e a Cisco Portugal irão aplicar em conjunto uma perspectiva de S+CC – Smart Connected Communities em cidades de média dimensão do Alentejo. A iniciativa visa abordar a aplicação das tecnologias de informação na sustentabilidade e desenvolvimento das cidades e das regiões.

Inserida no projecto STARNET, a iniciativa S+CC tem como objectivo analisar e delinear formas de como tornar mais efectivas a colaboração, a criatividade e o conhecimento, nas organizações, empresas e cidadãos. A utilização de novos paradigmas permitirá o desenvolvimento de hubs de inovação que permitem efectiva geração de conhecimento, criatividade e inovação ao mesmo tempo que fomenta a partilha de custos, eliminação de duplicações e potencia o surgimento de novos serviços e oportunidades.

O seu desenvolvimento tem várias abordagens possíveis, a “sabedoria das multidões” permite elevar ideias interessantes para o público-alvo relevante. As interacções dentro das comunidades podem revelar áreas de interesse mútuo que de outra forma ficariam sem identificação, resultando em novas parcerias que estimulam e aceleram o desenvolvimento e criação de riqueza;

A “Colaboração” numa maior escala pode expandir o número de contribuições e aumentar pontes virtuais onde se demonstrar relevante ligar parceiros de diferentes locais;

A “Coopetição”, definido como cooperação num contexto competitivo, com o objectivo de permitir a aliança entre hubs de inovação como forma de maior visibilidade, em alternativa ao formato isolado.

A visão integrada que o território necessita ao nível das infra-estruturas e sua gestão, nos serviços disponíveis e seu “consumo” pelos cidadãos, na promoção da colaboração entre cidades, entre organizações e empresas, entre cidadãos, de uma nova abordagem suportada nas tecnologias que as torne mais eficazes.

Os desenvolvimentos urbanos e sociais que se adeqúem a novas comunidades colaborativas são fundamentais para o desenvolvimento integrado de uma região. A introdução de componentes inteligentes ao nível das infra-estruturas permitem ao ecossistema responder eficazmente aos desafios globais, permitindo o desenvolvimento de serviços inovadores e cada vez mais úteis á comunidade e as pessoas. Os processos de aprendizagem do século XXI são cada vez mais exigentes, quer na diversificação do conhecimento, quer na velocidade a que este conhecimento viaja, pelo espaço digital e social em constante evolução. Os processos já não são individuais mas sim colectivos, num processo que soma conhecimento à acção e aos resultados. É importante desenvolver um conhecimento de forma integrada que adicione à comunidade o conhecimento individual partilhado.

Um factor crucial no desenvolvimento económico, competitivo, rápido e diferenciador das regiões, será a introdução de formas de colaboração sofisticadas. As tecnologias actualmente disponíveis para potenciar estes novos paradigmas de desenvolvimento, através da sua abrangência e globalização colocam os territórios em patamares de exigência cada vez mais sofisticados.

Segundo Luís Cavaco, da ADRAL: “É hoje, necessário intervir para aproximar organizações e indivíduos na definição de objectivos comuns que permitam um maior desenvolvimento local e regional. Acrescenta, ainda. “O Alentejo deve ser um exemplo de desenvolvimento em que a capacitação de redes activas e interventivas, com recurso às TIC, deverá permitir melhores resultados na proximidade, interactividade e cooperação entre os vários actores do território, potenciando e dinamizando a economia local.”

Por outro lado, João Passos de Almeida, responsável por S+CC na Cisco Portugal, refere: “As Smart Connected Communities representam a oportunidade de transformar as “comunidades físicas” em “comunidades conectadas”. Esta evolução possibilita um crescimento económico sustentado, uma melhoria ambiental através de uma melhor gestão dos recursos naturais e de uma eficiência operacional, o que irá resultar numa melhoria na qualidade de vida dos habitantes das cidades, das regiões, ou do tecido empresarial que adopte este processo transformativo. O projecto STARNET é um exemplo vivo da transformação que as comunidades necessitam para evoluir e ganhar competitividade no mercado.”

Fonte: Cisco

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