terça-feira, 24 de abril de 2012

Microsoft financia o novo Programa de Emprego Jovem do Citeve

:: Microsoft financia o novo Programa de Emprego Jovem do Citeve ::

A Microsoft Corporation vai financiar com 140 mil dólares (107 mil euros aproximadamente) a "Academia Inovação", o novo programa do Citeve de incentivo ao emprego jovem na indústria têxtil e do vestuário na zona do Vale do Ave.

O programa arranca a 21 de Maio e destina-se a jovens dos 18 aos 24 anos, tendo em vista "atrair, criar e reter jovens talentos" para o sector, transformando ideias inovadoras em negócio. Pretende elevar os índices de empregabilidade e autoemprego, estimulando a criatividade, inovação e empreendedorismo nos jovens. O Citeve foi uma das 17 organizações não governamentais apoiadas em toda a Europa com mais de 1,5 milhões de dólares (1,1 milhões de euros), sendo a única instituição em Portugal a receber este incentivo - pecuniário e em sotfware - para arrancar com um novo programa especificamente destinado ao incentivo do emprego jovem, uma das grandes áreas de aposta da Comissão Europeia e do governo português. 

“Academia Inovação” tem por objetivo envolver cerca de 200 jovens por ano, que serão orientados para apresentar um produto, serviço, ideia ou negócio inovador, que será avaliado por um júri encarregue de selecionar jovens talentos.

O programa terá 3 ciclos por ano, cada um com a duração de 3 meses. Cada ciclo envolverá cerca de 70 jovens e será constituído por duas fases. A primeira tem a duração de um mês e enquadra os jovens no processo criativo de uma inovação, através de um processo formativo assente em quatro pilares: "Brainwash", "Idea Mining", "Hands On" e "Spread the Word".

A segunda fase, de apoio personalizado, decorre durante dois meses e designa-se "Alfaiate de Talentos", com o intuito de apoiar as ideias de elevado potencial numa solução à medida das suas motivações e competências.

Explica o Citeve, em comunicado, que esta fase pressupõe o acompanhamento personalizado do jovem talento e da sua solução inovadora numa lógica de autoemprego (apoio na procura de financiamento, na elaboração de plano negócio e na busca de parceiros, clientes ou investidores), de empregabilidade (apoio na inserção em empresas através de estágios e da interação entre jovens e os empresários), de incorporação em centro incubador (apoio na inserção num centro incubador de base tecnológica têxtil tendo em vista o lançamento de novos produtos e negócios) ou de valorização pessoal através inserção numa bolsa de talentos (apoio no saber "vender" a imagem pessoal e profissional, através do desenvolvimento de técnicas e ferramentas de marketing pessoal).

"Estamos à espera de encontrar e orientar grandes ideias e oportunidades de negócio com grande potencial. Mas com certeza que vamos também trabalhar de uma forma muito próxima das empresas do sector de modo a que elas integrem muitos desses jovens talentos, de modo a que beneficiem de sangue novo", salienta o diretor do Departamento de Formação e Qualificação do Citeve, Augusto Lima.

:: Link: Programa “Academia Inovação” - CITEVE ::

Fonte: Dinheiro Vivo

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

IPO investe 178 mil euros em projectos de investigação

:: IPO investe 178 mil euros em projectos de investigação ::

Investimento em 2012 será dividido por oito estudos já aprovados

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto anunciou hoje que vai investir 175 mil euros em oito projectos de investigação, seleccionados entre os 25 trabalhos de diferentes áreas que se candidataram a um concurso interno. “Vários projectos seleccionados têm colaborações de investigadores de outros centros no exterior, nomeadamente dos EUA, Espanha e Noruega”, disse o director do Centro de Investigação do IPO-Porto. Manuel Teixeira referiu ainda que a verba já está disponível, o que permite que os trabalhos se iniciem a partir de agora.

O responsável do IPO/Porto explicou que o financiamento destes projectos de investigação resulta da participação de doentes do IPO em ensaios clínicos internacionais e de donativos de mecenas. Destacou mesmo três dos trabalhos a desenvolver: um ensaio clínico, o primeiro a ser desenvolvido pelos próprios investigadores da casa, que visa avaliar o melhor tratamento no cancro do recto; na área da genética, um trabalho sobre a identificação de mutações que aumentam o risco para cancro da próstata hereditário e, na área da epigenética, também sobre cancro da próstata, mas para estudar as alterações que as próprias células malignas adquirem ao desenvolverem o tumor.

A concurso estiveram 25 projectos de diferentes áreas, um número que representa “um aumento de mais de cem por cento em relação ao último concurso em 2008”. Actualmente, o IPO-Porto tem em curso 23 projectos de investigação, que envolvem um total de 97 profissionais. Os 175 mil euros de investimento total para este ano são divididos pelos oito projectos aprovados: cerca de 38 mil euros para investigação clínica/epidemiológica, 48 mil euros para a genética, cerca de 49 mil para a epigenética, cerca de 19 mil para a oncologia molecular, dez mil e 500 euros para a patologia e terapêutica experimental e, por último, 10 mil e 500 euros disponíveis para a investigação em física médica e protecção radiológica.

De acordo com Manuel Teixeira, “a aposta na investigação é uma das preocupações do IPO-Porto e ocupa um lugar preponderante no combate ao cancro”. Nos últimos cinco anos, o Instituto atribuiu 13 bolsas de investigação, num investimento total de cerca de 445 mil euros.

 Fonte: CiênciaH

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Infowine.forum 2012 com o alto patrocínio da OIV e inscrições abertas

:: Infowine.forum 2012 com o alto patrocínio da OIV e inscrições abertas ::

O infowine.forum 2012 - evento de carácter técnico e científico nas áreas da viticultura, enologia e mercado que se realiza nos próximos dias 30 e 31 de Maio em Vila Real - conta com o alto patrocínio da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), a organização mundial de referência da vinha e do vinho. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do site www.infowineforum.com.

A OIV, da qual Portugal é membro fundador, foi criada em 1924 e é um organismo intergovernamental que promove, através das suas recomendações, normas e directrizes internacionais para o sector da vinha e do vinho. "É sempre um privilégio ter o alto patrocínio da OIV, uma vez que reflecte a seriedade do nosso trabalho.", afirma Leonor Santos, da VINIDEAs, empresa organizadora do evento.

A 3.ª edição do infowine.forum conta com o apoio da Douro Alliance - Eixo Urbano do Douro, a associação dos municípios de Vila Real, Peso da Régua e Lamego, bem como das mais importantes entidades que gerem o património vitivinícola do nosso país: o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), a ViniPortugal, a Wines of Portugal e o Instituto de Vinhos do Douro e Porto (IVDP), esta última no âmbito do Alto Douro Vinhateiro.

Estando em destaque a aposta na investigação e desenvolvimento tecnológico, o apoio da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID) e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) é imprescindível. Sob o tema 'Thinking "out of the bottle"' e com os subtemas "On the ground", "In the wine" e "Out of the bottle", a 3.ª edição do infowine.forum convidou um painel de conceituados especialistas a nível nacional e mundial, nas diversas áreas do sector vitivinícola, para partilharem casos de sucesso em que o vinho é motor do negócio.

O infowine.forum tem como objectivo valorizar a investigação, pública e privada, salientando a sua importância na evolução e inovação do sector vitivinícola. Marca um encontro entre a investigação e as fileiras da produção e da comercialização de vinho.

:: Link: infowine.forum 2012 ::

 Fonte: IVV


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QREN: Mecanismo de top-up autorizado pela Comissão Europeia

:: QREN: Mecanismo de top-up autorizado pela Comissão Europeia ::

No passado dia 19 de março, a Comissão Europeia (CE) aprovou o último pacote de Programas Operacionais (PO) aos quais se aplicará o mecanismo de top-up. Foram assim sido acolhidos favoravelmente todos os pedidos deste mecanismo de derrogação designado de top-up, formulados pelas autoridades nacionais, através do IFDR, para os PO FEDER e Fundo de Coesão.

O mecanismo de top up significa o aumento em 10 p.p. das taxas de financiamento aplicado aos reembolsos da despesa certificada, por decisão do Conselho da União Europeia (UE), de 20 de dezembro, durante o período em que Portugal beneficia de assistência financeira da UE para estabilização da situação económica e financeira e consolidação orçamental. Este mecanismo será aplicado à quase totalidade dos Programas FEDER e FC, exceção ao PO COMPETE e PO Lisboa devido à sua estrutura da programação financeira. Em dezembro de 2011, o IFDR, na qualidade de Autoridade de Certificação do FEDER e do Fundo de Coesão para todos os Programas Operacionais do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional, apresentou um primeiro conjunto de pedidos de reembolso para beneficiar deste mecanismo, cujo valor já recebido, rondou os 38,5 milhões de euros.

Assim, temporariamente e até 31 de Dezembro de 2013, todos os pedidos de reembolso a apresentar serão reembolsados pela Comissão à taxa de cofinanciamento programada para cada Eixo dos Programas Operacionais, acrescida de 10 p.p. Reforça-se assim a disponibilidade dos Fundos, contribuindo esta medida para facilitar e acelerar a concretização dos investimentos e, desta forma, estimular o Crescimento e o Emprego em Portugal.

Fonte: IFDR

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Municípios transmontanos aderem à Realidade Aumentada

:: Municípios transmontanos aderem à Realidade Aumentada ::

Alfândega da Fé, Bragança, Vila Flor, Vimioso e Vinhais dispõem, a partir de agora, de um serviço denominado de Welcome Guides e que permite a quem passa pela região conhecer os pontos de interesse e as particularidades de cada área geográfica, quer a nível de património, gastronomia, cultura, alojamento, actividades, entre outras, através de um pequeno clique no seu telemóvel.

O Welcome Guides, uma iniciativa de âmbito nacional que será estendida ao maior número de actores económicos de cada local, foi desenvolvida pela Conteúdo Chave, Lda., empresa de comunicação sedeada em Bragança. É um serviço de informação turística, baseado nas diversas plataformas tecnológicas de Realidade Aumentada, e que possibilita, com recurso às novas tecnologias, identificar em determinado espaço diversos pontos de interesse (POI) e todo um conjunto de informação associada. Os POI estão organizados em categorias, identificadas por ícones diversos de distintas formas e cores, como, por exemplo, monumentos, restaurantes, alojamentos, farmácia, multibanco e muitas outras, dando visibilidade a determinado tipo de serviços e facilitando as escolhas do visitante. E a cada um desses pontos está associada informação complementar, como descrição escrita, conteúdo áudio, imagens, vídeos, envio de SMS, Twitter, telefonema, entre outras especificidades que resultam em melhor conhecimento e mais pormenorizada divulgação e promoção da região. Welcome Guides está acessível a partir das aplicações gratuitas Layar, Wikitudes e Junaio, disponível para smartphones iPhone, Android, BlackBerry e Nokia.

O serviço Welcome Guides não é apenas um serviço de informação, mas garante o conforto e a disponibilidade de recepção e integração do turista numa comunidade moderna e rica em pontos de interesse. A primeira implementação do serviço decorreu a norte, no distrito de Bragança, com cinco municípios a abraçar a ideia, apostando em sistemas de divulgação turística de vanguarda. Serão esses pontos de interesse de cidades e pequenas vilas transmontanas os primeiros a serem divulgados e promovidos, tornando a região mais atractiva em termos tecnológicos, marcada pela inovação na divulgação turística.

Fonte: Terra Quente

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Governo pediu 600 milhões ao BEI para ajudar a financiar empresas viáveis

:: Governo pediu 600 milhões ao BEI para ajudar a financiar empresas viáveis ::

Almeida Henriques diz que "não fazia sentido pedir já os 1.050 milhões" acordados. Esclarece ainda que a "Operação Limpeza" do QREN vai libertar menos fundos do que os dois mil milhões de euros inicialmente previstos. O Governo pediu ao Banco Europeu de Investimento (BEI) a libertação de 600 milhões de euros para facilitar o acesso a financiamento de empresas com projectos de “investimento produtivo”.

Esse valor fica aquém dos mais de mil milhões de euros do empréstimo-quadro que havia sido aprovado pelo BEI no Outono de 2010 para ajudar a co-financiar a contrapartida nacional dos projectos do QREN. “Não fazia sentido pedir já os 1.050 milhões. Os 600 milhões de euros permitem-nos trabalhar durante algum tempo”, explica Almeia Henriques, secretário de Estado da Economia em entrevista ao “Público”.

O governante adianta também que a “operação de limpeza” do QREN, destinada a retirar verbas prometidas a projectos que teimam em não sair do papel, deverá libertar mais de mil milhões de euros, mas menos do que os dois mil milhões inicialmente estimados, porque entretanto houve projectos que revelaram melhores condições de se materializarem. “A operação de limpeza não é cega. Pelo contrário, tem como objectivo fazer executar bem os projectos e salvar os que não poderiam ser executados, mas são estruturantes”, argumenta o secretário de Estado, referindo que, até ao momento, 1.800 projectos foram anulados no quadro da reprogramação estratégica em curso.

Fonte: Negócios


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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Ensino Superior à frente na investigação

:: Ensino Superior à frente na investigação ::

Nos não muito distantes anos 80 do século passado, a década da música electrónica, da cultura pop ou do movimento new wave, que serviu ainda de marco para a invenção do CD-ROM ou para a descoberta da vacina contra a hepatite B, a produção científica nacional não era das mais abundantes, não indo além de 3,1 por cem mil habitantes. Muita coisa mudou desde então. E, em 2010, já num novo século, as contas do trabalho produzido pelos cientistas nacionais eram outras: 120,9 por cem mil habitantes. Um aumento que se acentuou a partir da década de 90 e que não tem abrandado desde então.

E a crescer tem estado também a despesa total em investigação e desenvolvimento (I&D) que, segundo os dados mais recentes, divulgados pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais, do Ministério da Educação e Ciência, em 2010 representava 1,59% do PIB nacional.

Embora sejam as empresas que mais investem – 1,2 mil milhões de euros em 2010 –, o ensino superior destaca-se com despesas na ordem dos 1,01 mil milhões, muito superior ao valor gasto pelo Estado que, há dois anos, não foi além dos 197 milhões.

Mais cientistas, mais ciência

Por cá, de acordo com os dados do Pordata, em 2009 contavam-se 44 084 investigadores em actividade equivalente a tempo inteiro, cerca de cinco mil dos quais apostados em perceber melhor o funcionamento de doenças.

São mais os investigadores e estão também mais activos, o que confirma o número crescente de publicações científicas, a solo e em co-autoria com instituições de outros países: passámos de 101 artigos publicados em 1981, para 6941 em 2010.

Ainda assim, os recursos humanos nas áreas da ciência e tecnologia continuam, em Portugal, aquém do desejado. Pelo menos em número. Em 2010, de acordo com os dados do Eurostat, apenas 19,8% da população empregada trabalhava nestas áreas, o que nos torna o país da União Europeia (UE) com piores resultados, muito abaixo da média dos restantes Estados-membros (31%), sobretudo de países como o Luxemburgo (50,8%), a Suécia (41,4%) e a Dinamarca (40,9%), que lideravam o grupo dos 27.

Ao todo, na União Europeia, eram quase 62 milhões as pessoas que se dedicavam à ciência e tecnologia em 2010, cerca de um terço da população activa. No que diz respeito à investigação, os números dão também conta de um crescimento, com 1,56 milhões a trabalharem a tempo inteiro no espaço comunitário, mais quase 446 mil (ou 40%) que no ano 2000.

Em Portugal, é mais uma vez o ensino superior que se destaca, empregando cerca de 30 mil investigadores em 2010. E o Estado volta a ser o sector com sinal menos – pouco mais de 3500 pessoas trabalhavam na área da I&D em 2010.

Podemos ser poucos, mas somos bons, a julgar pelos prémios que têm servido de reconhecimento ao trabalho nacional. E continuamos a crescer. Em 2009, o Eurostat identificava Portugal como um dos três países europeus onde o crescimento na taxa de actividade científica era maior.

Fonte: Destak

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