quinta-feira, 26 de abril de 2012

iLab. Pensar a inovação em laboratório

:: iLab. Pensar a inovação em laboratório ::

Uma sociedade de advogados, uma multinacional tecnológica, uma grande empresa de serviços, um gigante de café. A diversidade transforma esta reunião num espaço mais rico em troca de ideias e experiências sobre inovação. Bem-vindos ao Innovation Lab, a mais recente criação da Universidade Católica.

Na mesma sala - e no mesmo projeto - juntam-se professores, gestores, advogados, economistas mas, sobretudo, observadores. E pessoas que, em comum têm o desafio de trabalharem em grandes empresas e de, todos os dias, serem confrontadas com a necessidade de inovar para diversificar os seus produtos e captar novos clientes.

"Inovação é acrescentar valor aos clientes finais e aos serviços se a inovação for ao nível do processo, interna. Melhorar um processo para produzir de forma mais barata, mais rápida, com mais qualidade. Acrescentar valor.", explica Pedro Oliveira, fundador do iLab.

A primeira sessão contou com sete empresas - as fundadoras. No meio das apresentações, perceberam-se dificuldades comuns, mesmo em setores que aparentemente nada teriam a ver uns com uns outros.

"Isto também é muito um espaço de networking. A partilha das experiências das empresas acaba por ser benéfica para elas: obviamente não estão aqui para aprender connosco, não é nada essa a perspetiva. Estamos aqui para aprender uns com os outros. A empresa A já teve um problema que a empresa B conseguiu resolver. Sendo que podem ter empresas distintas, de áreas completamente diferentes. Frequentemente indústrias completamente distintas, conseguimos ver que é boa esta interdisciplinaridade, haver esta partilha de ideias."

O projeto inclui ainda uma newsletter que funciona como objeto de divulgação. A ideia é multiplicar o número de ações e aumentar, ainda que pouco, a rede de empresas participantes. "Consideramos alargar mas, para sermos realistas, não vamos crescer para já. Porque quando as coisas crescem muito não conseguimos trabalhar de uma forma sustentada com todas as empresas. E, nesta fase, queremos que as relações com as empresas sejam todas muito boas e, por isso, vamos tentar crescer mas de forma sustentada e faseada.", acrescenta Pedro Oliveira.

Fonte: Dinheiro Vivo

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terça-feira, 24 de abril de 2012

Programas de apoio da União Europeia para as PME

:: Programas de apoio da União Europeia para as PME ::

Fique a par das principais oportunidades de financiamento acessíveis às PME europeias.

A União Europeia presta assistência às pequenas e médias empresas (PME) europeias. Esta assistência é disponibilizada sob diversas formas, tais como subvenções, empréstimos e, nalguns casos, garantias. O apoio está disponível directamente ou através de programas geridos a nível nacional ou regional, como os fundos estruturais da União Europeia.

As PME também podem beneficiar de uma série de medidas de assistência não financeira sob a forma de programas e de serviços de apoio às empresas.

O guia anexo constitui uma breve apresentação dos programas europeus acessíveis às PME, e indica os principais Web sites de cada programa. Deve referir-se que o guia não é exaustivo.

Os regimes de assistência foram divididos nas seguintes quatro categorias:

1. Oportunidades de financiamento temático
Este tipo de financiamento é essencialmente temático, isto é, com objectivos específicos (ambiente, investigação, educação), concebido e implementado por diferentes serviços da Comissão Europeia. As PME ou outras organizações podem candidatar-se directamente aos programas, desde que apresentem projectos sustentáveis transnacionais e com valor acrescentado. Dependendo do programa, os candidatos podem ser igualmente grupos industriais, associações empresariais, prestadores de serviços de apoio a empresas e/ou consultores. O co-financiamento é geralmente a regra: o apoio da União Europeia consiste em subvenções que abrangem apenas parte dos custos de um projecto.

2. Fundos estruturais
Os fundos estruturais (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional [FEDER] e Fundo Social Europeu [FSE]) são os principais instrumentos de financiamento comunitário a favor das PME, através dos vários programas temáticos e iniciativas comunitárias implementados nas regiões. Os beneficiários dos fundos estruturais recebem uma contribuição directa para financiar os seus projectos. De destacar que a gestão dos programas e a selecção dos projectos são feitas a nível nacional e regional.

3. Instrumentos financeiros A maioria dos instrumentos financeiros só é acessível indirectamente, sendo a sua implementação efectuada através de intermediários financeiros nacionais. Muitos destes instrumentos são geridos pelo Fundo Europeu de Investimento.

4. Apoio para a internacionalização de PME
Este consiste geralmente em ajuda a organizações intermediárias e/ou autoridades públicas no domínio da internacionalização a fim de ajudar as PME a aceder a mercados no exterior da UE.

5. Onde posso obter ajuda localmente?
É possível obter informações nos rede “Enterprise Europe Network”. “Enterprise Europe Network” é a maior rede europeia de apoio e inovação para empresas, fornecendo serviços integrados de alta qualidade para benefício das PME.

:: Consulte aquiProgramas de Apoio às PME ::

Fonte: POFC

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:: "A prioridade de Portugal deve ser apoiar as PME" ::

O representante da Comissão Europeia esteve em Lisboa quinta-feira para falar de "especialização inteligente". Um novo conceito que condicionará a atribuição de fundos estruturais no próximo orçamento comunitário e que significará a concentração de investimento em menos projetos. Mas deixou um aviso claro: a redução do défice continua a ser a prioridade.

Como é que o conceito de "especialização inteligente" se aplica a Portugal?
Temos de olhar para isto como parte do desenvolvimento económico europeu. Quando olhamos para as nossas vantagens no mercado global, indústrias simples - onde a Europa era competitiva há alguns anos - já não são tão relevantes para o crescimento.

Como por exemplo?
Muitas indústrias, como a têxtil, construção naval, etc., que eram tradicionalmente fortes na Europa deixaram de o ser. A Europa tem de encontrar soluções. É importante para a Europa inovar. É aqui que está a sua força. Os recursos humanos são muito bons. São pessoas com qualificações elevadas que podem produzir inovação. Todos os países têm programas dedicados a inovação. Mas como não há uma visão estratégica, estas medidas têm sido muito caóticas. Não são colocadas num contexto de desenvolvimento económico. Se olharmos para programas de transportes e ambiente, é relativamente fácil construir estradas ou caminhos de ferro. Para inovar é preciso ser criativo. Perceber o que vai de facto dar uma contribuição para o crescimento económico em vez de apostar em projetos que apenas dão uma ilusão de inovação.

É aí que entra a "especialização inteligente"?
Alguns Estados membros têm dificuldades em desenhar planos de inovação. Por isso criámos este conceito, que basicamente significa que, se vamos investir, é preciso fazê-lo de uma forma inteligente. Perceber os pontos fortes e fracos do seu país e região e não apostar em áreas onde nunca será excelente.

Em que errou Portugal nos últimos anos e no que deve agora apostar?
Portugal é que tem de decidir em que é que vai investir. Mas têm recomendações. Sim, podemos dar aconselhamento. No que diz respeito a fundos estruturais, nós favorecemos o apoio a pequenas e médias empresas (PME). Temos de ver se em Portugal há PME que precisem de ser apoiadas para serem competitivas no mercado global.

O apoio financeiro é o mais importante?
Sim, isso é importante. E temos instrumentos para isso. Primeiro queremos ver o que Portugal quer apoiar, mas achamos que é preciso apoiar mais a inovação nas PME. O desenvolvimento de PME mais inovadoras deve ser a forma de avançar.

Mas não estamos a falar de mais dinheiro, certo?
Estamos essencialmente a falar do próximo período [orçamento da União Europeia 2014 a 2020]. Para o próximo período, temos de ter a certeza que estes fundos são investidos e têm impacto no crescimento dos Estados membros. Vemos que alguns programas não têm um objetivo claro no que diz respeito ao impacto na economia ou um enquadramento no desenvolvimento do país. A forma como se dispersam os recursos faz com que o impacto seja mínimo. É preciso concentrar os recursos. Estamos a falar de gastar dinheiro em investimento, num período dominado por medidas de austeridade.

É possível conciliar as duas?
É com essa questão que os países europeus se estão a deparar. Ao reduzir a despesa pública, também se reduz o investimento em inovação e o apoio às PME, porque não se pode mexer nas pensões ou no sistema público de saúde. Por isso é que este conceito de especialização inteligente é importante. Se há poucos recursos, tem de ser inteligente e usá-los da forma mais correta. Instituições como o FMI têm aconselhado a Europa a reduzir o ritmo de austeridade. A redução do défice e da dívida devem continuar a ser a prioridade europeia? Sim. Não há outra opção. Quando se tem um défice orçamental, isso significa que o país está sempre a pedir dinheiro emprestado. Já não faz sentido. Vimos que em alguns estados membros isso fugiu de controlo e colocou mesmo em risco a zona euro. A prioridade é cumprir os objetivos definidos para os défices.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Microsoft financia o novo Programa de Emprego Jovem do Citeve

:: Microsoft financia o novo Programa de Emprego Jovem do Citeve ::

A Microsoft Corporation vai financiar com 140 mil dólares (107 mil euros aproximadamente) a "Academia Inovação", o novo programa do Citeve de incentivo ao emprego jovem na indústria têxtil e do vestuário na zona do Vale do Ave.

O programa arranca a 21 de Maio e destina-se a jovens dos 18 aos 24 anos, tendo em vista "atrair, criar e reter jovens talentos" para o sector, transformando ideias inovadoras em negócio. Pretende elevar os índices de empregabilidade e autoemprego, estimulando a criatividade, inovação e empreendedorismo nos jovens. O Citeve foi uma das 17 organizações não governamentais apoiadas em toda a Europa com mais de 1,5 milhões de dólares (1,1 milhões de euros), sendo a única instituição em Portugal a receber este incentivo - pecuniário e em sotfware - para arrancar com um novo programa especificamente destinado ao incentivo do emprego jovem, uma das grandes áreas de aposta da Comissão Europeia e do governo português. 

“Academia Inovação” tem por objetivo envolver cerca de 200 jovens por ano, que serão orientados para apresentar um produto, serviço, ideia ou negócio inovador, que será avaliado por um júri encarregue de selecionar jovens talentos.

O programa terá 3 ciclos por ano, cada um com a duração de 3 meses. Cada ciclo envolverá cerca de 70 jovens e será constituído por duas fases. A primeira tem a duração de um mês e enquadra os jovens no processo criativo de uma inovação, através de um processo formativo assente em quatro pilares: "Brainwash", "Idea Mining", "Hands On" e "Spread the Word".

A segunda fase, de apoio personalizado, decorre durante dois meses e designa-se "Alfaiate de Talentos", com o intuito de apoiar as ideias de elevado potencial numa solução à medida das suas motivações e competências.

Explica o Citeve, em comunicado, que esta fase pressupõe o acompanhamento personalizado do jovem talento e da sua solução inovadora numa lógica de autoemprego (apoio na procura de financiamento, na elaboração de plano negócio e na busca de parceiros, clientes ou investidores), de empregabilidade (apoio na inserção em empresas através de estágios e da interação entre jovens e os empresários), de incorporação em centro incubador (apoio na inserção num centro incubador de base tecnológica têxtil tendo em vista o lançamento de novos produtos e negócios) ou de valorização pessoal através inserção numa bolsa de talentos (apoio no saber "vender" a imagem pessoal e profissional, através do desenvolvimento de técnicas e ferramentas de marketing pessoal).

"Estamos à espera de encontrar e orientar grandes ideias e oportunidades de negócio com grande potencial. Mas com certeza que vamos também trabalhar de uma forma muito próxima das empresas do sector de modo a que elas integrem muitos desses jovens talentos, de modo a que beneficiem de sangue novo", salienta o diretor do Departamento de Formação e Qualificação do Citeve, Augusto Lima.

:: Link: Programa “Academia Inovação” - CITEVE ::

Fonte: Dinheiro Vivo

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

IPO investe 178 mil euros em projectos de investigação

:: IPO investe 178 mil euros em projectos de investigação ::

Investimento em 2012 será dividido por oito estudos já aprovados

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto anunciou hoje que vai investir 175 mil euros em oito projectos de investigação, seleccionados entre os 25 trabalhos de diferentes áreas que se candidataram a um concurso interno. “Vários projectos seleccionados têm colaborações de investigadores de outros centros no exterior, nomeadamente dos EUA, Espanha e Noruega”, disse o director do Centro de Investigação do IPO-Porto. Manuel Teixeira referiu ainda que a verba já está disponível, o que permite que os trabalhos se iniciem a partir de agora.

O responsável do IPO/Porto explicou que o financiamento destes projectos de investigação resulta da participação de doentes do IPO em ensaios clínicos internacionais e de donativos de mecenas. Destacou mesmo três dos trabalhos a desenvolver: um ensaio clínico, o primeiro a ser desenvolvido pelos próprios investigadores da casa, que visa avaliar o melhor tratamento no cancro do recto; na área da genética, um trabalho sobre a identificação de mutações que aumentam o risco para cancro da próstata hereditário e, na área da epigenética, também sobre cancro da próstata, mas para estudar as alterações que as próprias células malignas adquirem ao desenvolverem o tumor.

A concurso estiveram 25 projectos de diferentes áreas, um número que representa “um aumento de mais de cem por cento em relação ao último concurso em 2008”. Actualmente, o IPO-Porto tem em curso 23 projectos de investigação, que envolvem um total de 97 profissionais. Os 175 mil euros de investimento total para este ano são divididos pelos oito projectos aprovados: cerca de 38 mil euros para investigação clínica/epidemiológica, 48 mil euros para a genética, cerca de 49 mil para a epigenética, cerca de 19 mil para a oncologia molecular, dez mil e 500 euros para a patologia e terapêutica experimental e, por último, 10 mil e 500 euros disponíveis para a investigação em física médica e protecção radiológica.

De acordo com Manuel Teixeira, “a aposta na investigação é uma das preocupações do IPO-Porto e ocupa um lugar preponderante no combate ao cancro”. Nos últimos cinco anos, o Instituto atribuiu 13 bolsas de investigação, num investimento total de cerca de 445 mil euros.

 Fonte: CiênciaH

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Infowine.forum 2012 com o alto patrocínio da OIV e inscrições abertas

:: Infowine.forum 2012 com o alto patrocínio da OIV e inscrições abertas ::

O infowine.forum 2012 - evento de carácter técnico e científico nas áreas da viticultura, enologia e mercado que se realiza nos próximos dias 30 e 31 de Maio em Vila Real - conta com o alto patrocínio da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), a organização mundial de referência da vinha e do vinho. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do site www.infowineforum.com.

A OIV, da qual Portugal é membro fundador, foi criada em 1924 e é um organismo intergovernamental que promove, através das suas recomendações, normas e directrizes internacionais para o sector da vinha e do vinho. "É sempre um privilégio ter o alto patrocínio da OIV, uma vez que reflecte a seriedade do nosso trabalho.", afirma Leonor Santos, da VINIDEAs, empresa organizadora do evento.

A 3.ª edição do infowine.forum conta com o apoio da Douro Alliance - Eixo Urbano do Douro, a associação dos municípios de Vila Real, Peso da Régua e Lamego, bem como das mais importantes entidades que gerem o património vitivinícola do nosso país: o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), a ViniPortugal, a Wines of Portugal e o Instituto de Vinhos do Douro e Porto (IVDP), esta última no âmbito do Alto Douro Vinhateiro.

Estando em destaque a aposta na investigação e desenvolvimento tecnológico, o apoio da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID) e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) é imprescindível. Sob o tema 'Thinking "out of the bottle"' e com os subtemas "On the ground", "In the wine" e "Out of the bottle", a 3.ª edição do infowine.forum convidou um painel de conceituados especialistas a nível nacional e mundial, nas diversas áreas do sector vitivinícola, para partilharem casos de sucesso em que o vinho é motor do negócio.

O infowine.forum tem como objectivo valorizar a investigação, pública e privada, salientando a sua importância na evolução e inovação do sector vitivinícola. Marca um encontro entre a investigação e as fileiras da produção e da comercialização de vinho.

:: Link: infowine.forum 2012 ::

 Fonte: IVV


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QREN: Mecanismo de top-up autorizado pela Comissão Europeia

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No passado dia 19 de março, a Comissão Europeia (CE) aprovou o último pacote de Programas Operacionais (PO) aos quais se aplicará o mecanismo de top-up. Foram assim sido acolhidos favoravelmente todos os pedidos deste mecanismo de derrogação designado de top-up, formulados pelas autoridades nacionais, através do IFDR, para os PO FEDER e Fundo de Coesão.

O mecanismo de top up significa o aumento em 10 p.p. das taxas de financiamento aplicado aos reembolsos da despesa certificada, por decisão do Conselho da União Europeia (UE), de 20 de dezembro, durante o período em que Portugal beneficia de assistência financeira da UE para estabilização da situação económica e financeira e consolidação orçamental. Este mecanismo será aplicado à quase totalidade dos Programas FEDER e FC, exceção ao PO COMPETE e PO Lisboa devido à sua estrutura da programação financeira. Em dezembro de 2011, o IFDR, na qualidade de Autoridade de Certificação do FEDER e do Fundo de Coesão para todos os Programas Operacionais do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional, apresentou um primeiro conjunto de pedidos de reembolso para beneficiar deste mecanismo, cujo valor já recebido, rondou os 38,5 milhões de euros.

Assim, temporariamente e até 31 de Dezembro de 2013, todos os pedidos de reembolso a apresentar serão reembolsados pela Comissão à taxa de cofinanciamento programada para cada Eixo dos Programas Operacionais, acrescida de 10 p.p. Reforça-se assim a disponibilidade dos Fundos, contribuindo esta medida para facilitar e acelerar a concretização dos investimentos e, desta forma, estimular o Crescimento e o Emprego em Portugal.

Fonte: IFDR

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