quinta-feira, 26 de abril de 2012

Designers de Moda Holandeses em Portugal

:: Designers de Moda Holandeses em Portugal ::

A Agência de Inovação está a organizar uma missão empresarial de designers de moda holandeses que vêm visitar a região Norte nos dias 30 e 31 de Maio. O objectivo da missão é criar oportunidades de colaboração para empresas portuguesas cujos produtos se enquadrem nas áreas de vestuário, calçado, acessórios e chapelaria e que possam vir a ser desenvolver parcerias internacionais para o desenvolvimento de novos produtos.

A missão que decorre no âmbito da rede Enterprise Europe Network, é co-corganizada com a Agentschap NL, a Dutch Fashion Foundation e a Embaixada Holandesa em Portugal e conta ainda com a colaboração da AIMinho e da AIDA.

Do programa constam no dia 30 de Maio, um evento de matchmaking, em que as empresas nacionais seleccionadas para o efeito pelos designers holandeses poderão discutir negócios e projectos através de um conjunto de reuniões bilaterais previamente agendadas. E no dia 31 algumas das empresas portuguesas, que manifestem disponibilidade, terão a possibilidade de receber nas suas instalações a delegação holandesa.

A participação na missão é gratuita mas o número de inscrições será limitado.

Preencha, a ficha de inscrição em inglês , e envie-a até ao 10 de Maio para eenetwork@adi.pt 

As empresas seleccionadas serão contactadas até ao próximo dia 21 de Maio.

http://www.adi.pt/docs/Fashion_Design_RForm.doc

Lista Designers Holandeses.pdf 

Fonte: ADI
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:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
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QREN: Portugal mantém elevado ritmo de absorção de fundos europeus

:: QREN: Portugal mantém elevado ritmo de absorção de fundos europeus ::

De entre os grandes beneficiários, Portugal só é superado pela Alemanha no ritmo da execução dos fundos.

Portugal mantém posição de destaque, à escala europeia, relativamente aos montantes transferidos pela Comissão Europeia aos 27 Estados-membros a título de pagamentos intermédios relativos ao QREN, avança a Direção Geral do Orçamento da Comissão Europeia (DG Budget) nos seus dados reportados a 1 de abril de 2012.

Em 1 de abril de 2012, do montante de 92.862,8 M€ de reembolsos de pedidos de pagamentos efetuados pela CE aos Estados-membros, 7.541,9 M€ destinaram-se a Portugal (8% do total), sendo 3.330,5 M€ de FSE e 4.211,3 M€ de FEDER e Fundo de Coesão.

Em termos relativos, comparando os montantes transferidos para cada Estado-membro com a dotação programada para o período 2007-2013, Portugal já recebeu da Comissão Europeia 35,2% da sua dotação (acima da média da UE27, de 27,1%).

Esta situação é a seguinte, consoante os fundos em análise:

  • Os pagamentos intermédios executados no FSE (3.330,5 M€) representam 48,7% da dotação FSE reprogramada no QREN para o período 2007-2013 (6.843,4 M€), bem acima da média europeia verificada no FSE, de 29,8%;
  • Os pagamentos intermédios executados no FEDER e Fundo de Coesão (4.211,3 M€) representam 28,9% da dotação destes Fundos reprogramada no QREN para 2007-2013 (14.568,2 M€) acima da média europeia de 26,3%, para estes dois Fundos. 


Em termos absolutos, Portugal continua no grupo dos 4 países com maiores volumes de transferências totais da CE a título de pagamentos intermédios, conjuntamente com a Polónia (20.290,4 M€), a Espanha (10.497,0 M€) e a Alemanha (9.301,3 M€). No caso do FSE, Portugal ocupa o primeiro lugar no volume de pagamentos efetuados pela CE aos Estados-membros.

Consulte os gráficos que ilustram a posição de Portugal no seio da UE, no que respeita aos pagamentos intermédios no âmbito do QREN à data de 1 de Abril de 2012.

:: Consulte aqui: Gráficos que ilustram a posição de Portugal no seio da UE ::

Fonte: QREN 2007-2013

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Ciência: Governo quer atribuir fundos públicos sob critérios de qualidade

:: Ciência: Governo quer atribuir fundos públicos sob critérios de qualidade ::

A secretária de Estado da Ciência defendeu hoje a necessidade de atribuir os fundos públicos com critérios exclusivos de qualidade e de mais financiamento alternativo, num período de “forte instabilidade económica, social e financeira”.

“É previsível a reduzida disponibilidade de fundos públicos num período de sofrimento económico para o país, a própria alocação de fundos comunitários, que são absolutamente essenciais para o sistema de ciência e tecnologia, está sob forte competição interna”, afirmou Leonor Parreira, no encontro “Ciência 2012: Portugal – Caminhos de Excelência em Ciência e Tecnologia”

Perante este cenário, Leonor Parreira defendeu a necessidade de “otimizar a alocação de fundos públicos com critérios exclusivos de qualidade” e de “procurar ativamente fundos de financiamento alternativos aos fundos nacionais da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT)”.

Segundo a secretária de Estado, Portugal capturou, entre 2007 e 2011, 300 milhões de euros do FP7, um programa para o financiamento e internacionalização da investigação, tendo apenas recuperado 65 por cento da sua contribuição para este programa.

O financiamento médio por proposta portuguesa aprovada, no âmbito do FP7, é de 0,33 milhões de euros, um valor cerca de 40% inferior à média de outros países, adiantou.

“Por cada euro do FP7 que Portugal capta de investimento, a Suíça capta 5,3 euros”, ilustrou.

Leonor Parreira assinalou o “crescimento quantitativo muito significativo” da produção científica e tecnológica, apesar do “baixo financiamento” por investigador.

“Este crescimento não foi acompanhado de um investimento equivalente, pelo que Portugal continua ainda com um baixo investimento por investigador quando comparado com outros países de referência”, sustentou.

Destacou ainda o crescimento do número de investigadores e do investimento público, particularmente nas áreas de engenharia e tecnologias.

Relativamente à evolução do financiamento nacional em investigação e desenvolvimento nos últimos anos, a secretária de Estado afirmou que houve um “progresso considerável” da despesa em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) de2005 a2009, ano em que começou a baixar.

“Este aumento da despesa nacional é significativo nos últimos anos (em 2010 foi de 1.59 em percentagem do PIB), mas comparativamente a outros países ainda estamos abaixo da média da Europa dos 15, da OCDE e muito abaixo de outros países de referência”, sublinhou.

Leonor Parreira sublinhou que, se em 2012 houver um “esforço coletivo para uma boa execução” e se essa execução for superior a 95% do total do orçamento aprovado, poderá ser mantido o mesmo nível de investimento no sistema face a 2011.

“É um apelo para a Fundação para a Ciência e Tecnologia e para toda a comunidade científica para um esforço eficiente de execução da própria dotação orçamental”, acrescentou.

Para a secretária de Estado, deve continuar a apostar-se na “transparência e rigor na avaliação para a distribuição de fundos públicos”, na “excelência” de pessoas e instituições e na continuidade na cooperação com organizações internacionais.

Fonte: Dinheiro Digital

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iLab. Pensar a inovação em laboratório

:: iLab. Pensar a inovação em laboratório ::

Uma sociedade de advogados, uma multinacional tecnológica, uma grande empresa de serviços, um gigante de café. A diversidade transforma esta reunião num espaço mais rico em troca de ideias e experiências sobre inovação. Bem-vindos ao Innovation Lab, a mais recente criação da Universidade Católica.

Na mesma sala - e no mesmo projeto - juntam-se professores, gestores, advogados, economistas mas, sobretudo, observadores. E pessoas que, em comum têm o desafio de trabalharem em grandes empresas e de, todos os dias, serem confrontadas com a necessidade de inovar para diversificar os seus produtos e captar novos clientes.

"Inovação é acrescentar valor aos clientes finais e aos serviços se a inovação for ao nível do processo, interna. Melhorar um processo para produzir de forma mais barata, mais rápida, com mais qualidade. Acrescentar valor.", explica Pedro Oliveira, fundador do iLab.

A primeira sessão contou com sete empresas - as fundadoras. No meio das apresentações, perceberam-se dificuldades comuns, mesmo em setores que aparentemente nada teriam a ver uns com uns outros.

"Isto também é muito um espaço de networking. A partilha das experiências das empresas acaba por ser benéfica para elas: obviamente não estão aqui para aprender connosco, não é nada essa a perspetiva. Estamos aqui para aprender uns com os outros. A empresa A já teve um problema que a empresa B conseguiu resolver. Sendo que podem ter empresas distintas, de áreas completamente diferentes. Frequentemente indústrias completamente distintas, conseguimos ver que é boa esta interdisciplinaridade, haver esta partilha de ideias."

O projeto inclui ainda uma newsletter que funciona como objeto de divulgação. A ideia é multiplicar o número de ações e aumentar, ainda que pouco, a rede de empresas participantes. "Consideramos alargar mas, para sermos realistas, não vamos crescer para já. Porque quando as coisas crescem muito não conseguimos trabalhar de uma forma sustentada com todas as empresas. E, nesta fase, queremos que as relações com as empresas sejam todas muito boas e, por isso, vamos tentar crescer mas de forma sustentada e faseada.", acrescenta Pedro Oliveira.

Fonte: Dinheiro Vivo

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terça-feira, 24 de abril de 2012

Programas de apoio da União Europeia para as PME

:: Programas de apoio da União Europeia para as PME ::

Fique a par das principais oportunidades de financiamento acessíveis às PME europeias.

A União Europeia presta assistência às pequenas e médias empresas (PME) europeias. Esta assistência é disponibilizada sob diversas formas, tais como subvenções, empréstimos e, nalguns casos, garantias. O apoio está disponível directamente ou através de programas geridos a nível nacional ou regional, como os fundos estruturais da União Europeia.

As PME também podem beneficiar de uma série de medidas de assistência não financeira sob a forma de programas e de serviços de apoio às empresas.

O guia anexo constitui uma breve apresentação dos programas europeus acessíveis às PME, e indica os principais Web sites de cada programa. Deve referir-se que o guia não é exaustivo.

Os regimes de assistência foram divididos nas seguintes quatro categorias:

1. Oportunidades de financiamento temático
Este tipo de financiamento é essencialmente temático, isto é, com objectivos específicos (ambiente, investigação, educação), concebido e implementado por diferentes serviços da Comissão Europeia. As PME ou outras organizações podem candidatar-se directamente aos programas, desde que apresentem projectos sustentáveis transnacionais e com valor acrescentado. Dependendo do programa, os candidatos podem ser igualmente grupos industriais, associações empresariais, prestadores de serviços de apoio a empresas e/ou consultores. O co-financiamento é geralmente a regra: o apoio da União Europeia consiste em subvenções que abrangem apenas parte dos custos de um projecto.

2. Fundos estruturais
Os fundos estruturais (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional [FEDER] e Fundo Social Europeu [FSE]) são os principais instrumentos de financiamento comunitário a favor das PME, através dos vários programas temáticos e iniciativas comunitárias implementados nas regiões. Os beneficiários dos fundos estruturais recebem uma contribuição directa para financiar os seus projectos. De destacar que a gestão dos programas e a selecção dos projectos são feitas a nível nacional e regional.

3. Instrumentos financeiros A maioria dos instrumentos financeiros só é acessível indirectamente, sendo a sua implementação efectuada através de intermediários financeiros nacionais. Muitos destes instrumentos são geridos pelo Fundo Europeu de Investimento.

4. Apoio para a internacionalização de PME
Este consiste geralmente em ajuda a organizações intermediárias e/ou autoridades públicas no domínio da internacionalização a fim de ajudar as PME a aceder a mercados no exterior da UE.

5. Onde posso obter ajuda localmente?
É possível obter informações nos rede “Enterprise Europe Network”. “Enterprise Europe Network” é a maior rede europeia de apoio e inovação para empresas, fornecendo serviços integrados de alta qualidade para benefício das PME.

:: Consulte aquiProgramas de Apoio às PME ::

Fonte: POFC

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:: "A prioridade de Portugal deve ser apoiar as PME" ::

O representante da Comissão Europeia esteve em Lisboa quinta-feira para falar de "especialização inteligente". Um novo conceito que condicionará a atribuição de fundos estruturais no próximo orçamento comunitário e que significará a concentração de investimento em menos projetos. Mas deixou um aviso claro: a redução do défice continua a ser a prioridade.

Como é que o conceito de "especialização inteligente" se aplica a Portugal?
Temos de olhar para isto como parte do desenvolvimento económico europeu. Quando olhamos para as nossas vantagens no mercado global, indústrias simples - onde a Europa era competitiva há alguns anos - já não são tão relevantes para o crescimento.

Como por exemplo?
Muitas indústrias, como a têxtil, construção naval, etc., que eram tradicionalmente fortes na Europa deixaram de o ser. A Europa tem de encontrar soluções. É importante para a Europa inovar. É aqui que está a sua força. Os recursos humanos são muito bons. São pessoas com qualificações elevadas que podem produzir inovação. Todos os países têm programas dedicados a inovação. Mas como não há uma visão estratégica, estas medidas têm sido muito caóticas. Não são colocadas num contexto de desenvolvimento económico. Se olharmos para programas de transportes e ambiente, é relativamente fácil construir estradas ou caminhos de ferro. Para inovar é preciso ser criativo. Perceber o que vai de facto dar uma contribuição para o crescimento económico em vez de apostar em projetos que apenas dão uma ilusão de inovação.

É aí que entra a "especialização inteligente"?
Alguns Estados membros têm dificuldades em desenhar planos de inovação. Por isso criámos este conceito, que basicamente significa que, se vamos investir, é preciso fazê-lo de uma forma inteligente. Perceber os pontos fortes e fracos do seu país e região e não apostar em áreas onde nunca será excelente.

Em que errou Portugal nos últimos anos e no que deve agora apostar?
Portugal é que tem de decidir em que é que vai investir. Mas têm recomendações. Sim, podemos dar aconselhamento. No que diz respeito a fundos estruturais, nós favorecemos o apoio a pequenas e médias empresas (PME). Temos de ver se em Portugal há PME que precisem de ser apoiadas para serem competitivas no mercado global.

O apoio financeiro é o mais importante?
Sim, isso é importante. E temos instrumentos para isso. Primeiro queremos ver o que Portugal quer apoiar, mas achamos que é preciso apoiar mais a inovação nas PME. O desenvolvimento de PME mais inovadoras deve ser a forma de avançar.

Mas não estamos a falar de mais dinheiro, certo?
Estamos essencialmente a falar do próximo período [orçamento da União Europeia 2014 a 2020]. Para o próximo período, temos de ter a certeza que estes fundos são investidos e têm impacto no crescimento dos Estados membros. Vemos que alguns programas não têm um objetivo claro no que diz respeito ao impacto na economia ou um enquadramento no desenvolvimento do país. A forma como se dispersam os recursos faz com que o impacto seja mínimo. É preciso concentrar os recursos. Estamos a falar de gastar dinheiro em investimento, num período dominado por medidas de austeridade.

É possível conciliar as duas?
É com essa questão que os países europeus se estão a deparar. Ao reduzir a despesa pública, também se reduz o investimento em inovação e o apoio às PME, porque não se pode mexer nas pensões ou no sistema público de saúde. Por isso é que este conceito de especialização inteligente é importante. Se há poucos recursos, tem de ser inteligente e usá-los da forma mais correta. Instituições como o FMI têm aconselhado a Europa a reduzir o ritmo de austeridade. A redução do défice e da dívida devem continuar a ser a prioridade europeia? Sim. Não há outra opção. Quando se tem um défice orçamental, isso significa que o país está sempre a pedir dinheiro emprestado. Já não faz sentido. Vimos que em alguns estados membros isso fugiu de controlo e colocou mesmo em risco a zona euro. A prioridade é cumprir os objetivos definidos para os défices.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Microsoft financia o novo Programa de Emprego Jovem do Citeve

:: Microsoft financia o novo Programa de Emprego Jovem do Citeve ::

A Microsoft Corporation vai financiar com 140 mil dólares (107 mil euros aproximadamente) a "Academia Inovação", o novo programa do Citeve de incentivo ao emprego jovem na indústria têxtil e do vestuário na zona do Vale do Ave.

O programa arranca a 21 de Maio e destina-se a jovens dos 18 aos 24 anos, tendo em vista "atrair, criar e reter jovens talentos" para o sector, transformando ideias inovadoras em negócio. Pretende elevar os índices de empregabilidade e autoemprego, estimulando a criatividade, inovação e empreendedorismo nos jovens. O Citeve foi uma das 17 organizações não governamentais apoiadas em toda a Europa com mais de 1,5 milhões de dólares (1,1 milhões de euros), sendo a única instituição em Portugal a receber este incentivo - pecuniário e em sotfware - para arrancar com um novo programa especificamente destinado ao incentivo do emprego jovem, uma das grandes áreas de aposta da Comissão Europeia e do governo português. 

“Academia Inovação” tem por objetivo envolver cerca de 200 jovens por ano, que serão orientados para apresentar um produto, serviço, ideia ou negócio inovador, que será avaliado por um júri encarregue de selecionar jovens talentos.

O programa terá 3 ciclos por ano, cada um com a duração de 3 meses. Cada ciclo envolverá cerca de 70 jovens e será constituído por duas fases. A primeira tem a duração de um mês e enquadra os jovens no processo criativo de uma inovação, através de um processo formativo assente em quatro pilares: "Brainwash", "Idea Mining", "Hands On" e "Spread the Word".

A segunda fase, de apoio personalizado, decorre durante dois meses e designa-se "Alfaiate de Talentos", com o intuito de apoiar as ideias de elevado potencial numa solução à medida das suas motivações e competências.

Explica o Citeve, em comunicado, que esta fase pressupõe o acompanhamento personalizado do jovem talento e da sua solução inovadora numa lógica de autoemprego (apoio na procura de financiamento, na elaboração de plano negócio e na busca de parceiros, clientes ou investidores), de empregabilidade (apoio na inserção em empresas através de estágios e da interação entre jovens e os empresários), de incorporação em centro incubador (apoio na inserção num centro incubador de base tecnológica têxtil tendo em vista o lançamento de novos produtos e negócios) ou de valorização pessoal através inserção numa bolsa de talentos (apoio no saber "vender" a imagem pessoal e profissional, através do desenvolvimento de técnicas e ferramentas de marketing pessoal).

"Estamos à espera de encontrar e orientar grandes ideias e oportunidades de negócio com grande potencial. Mas com certeza que vamos também trabalhar de uma forma muito próxima das empresas do sector de modo a que elas integrem muitos desses jovens talentos, de modo a que beneficiem de sangue novo", salienta o diretor do Departamento de Formação e Qualificação do Citeve, Augusto Lima.

:: Link: Programa “Academia Inovação” - CITEVE ::

Fonte: Dinheiro Vivo

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