segunda-feira, 28 de maio de 2012

Incentivos: Governo lança programa para empreendedores

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O secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional anunciou, ontem, o lançamento, ainda antes do Verão, de um programa que visa estimular o empreendedorismo local, voltado para a valorização dos territórios, no quadro da reprogramação do QREN.

Falando à agência Lusa, à margem da visita que fez a Querença, no concelho de Loulé, António Almeida Henriques afirmou que o futuro programa "Valorizar" visará "desenvolver os territórios numa lógica de criação de valor", estimulando os investimentos. O programa está a ser pensado no âmbito da reprogramação de investimento para aproveitar os fundos comunitários atribuídos a Portugal no Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) 2007/2013, mas incluirá verbas nacionais.

O "Valorizar" apoiará o lançamento de dinâmicas regionais de desenvolvimento económico "que valorizem os recursos distintivos e de elevada qualidade dos nossos territórios", afirmou o membro do Governo. "Será um programa assente numa perspectiva de criação de novos negócios e atracção de investimentos, de animação das economias locais e de animação turística", revelou, sublinhando a importância do empenho das autarquias.

Um dos instrumentos ao serviço do programa será "a disponibilização de um regime de micro-incentivos a projectos de empreendedorismo, de acesso simplificado" e de formação de jovens empreendedores.

O secretário de Estado adiantou à Lusa que, além dos incentivos ao investimento no mundo rural, serão também apoiados pequenos investimentos locais em zonas urbanas de base local. António Almeida Henriques elogiou o programa Querença, iniciado há nove meses, que envolve nove jovens na criação de auto-emprego em projectos de base local. O secretário de Estado disse desejar que "sirva como farol para outros jovens de outros pontos do país".

Fonte: Jornal de Negócios
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QREN: Candidaturas ao QREN já revistas começam a ser despachadas em junho

:: QREN: Candidaturas ao QREN já revistas começam a ser despachadas em junho ::

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) admitiu à Lusa que a revisão das candidaturas a fundos do QREN, aprovadas mas entretanto suspensas, está concluída e serão despachadas a partir de junho.

"O trabalho de casa, a avaliação [das candidaturas], foi toda feita, os elementos entregues e já estão a ser avaliadas pela secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional", garantiu Duarte Vieira.

Em causa estão candidaturas ao programa ON.2, no valor de vários milhões de euros, que, embora aprovadas desde 2011, estão, segundo a CCDR-N, "suspensas até à conclusão da reprogramação estratégica do QREN".

"Todos os casos irão ter resposta rapidamente, em função dessa análise mais fina que foi feita. Até ao final da primeira quinzena de junho teremos novidades e todos os promotores serão avisados das suas situações em concreto", garantiu o líder da CCDR-N, questionado pela Agência Lusa.

Ainda assim, Duarte Vieira reconhece que este processo, e o consequente congelamento na atribuição dos fundos comunitários, gerou uma "preocupação grande" nos promotores, alguns já com obras adjudicadas.

É o caso de mais de uma dezena de municípios do Norte que aguardam resposta às candidaturas admitidas pela CCDR-N para recuperação de 13 escolas, no âmbito do concurso "Requalificação da Rede Escolar do Primeiro Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar".

Este concurso foi lançado em 2011 pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON.2), com uma dotação orçamental de 37 milhões de euros e encerrou a 29 de julho.

"Foram submetidas 24 candidaturas de 12 municípios, solicitando um financiamento total de 102,7 milhões de euros. Na análise da admissibilidade, foram excluídas 11 operações, que representavam um financiamento no valor de 34,1 milhões de euros, e admitidas as restantes 13", explicou esta semana à Lusa fonte da CCDR-N.

Estão assim em cima da mesa 11 candidaturas, que representam um valor total de investimento de 68,6 milhões de euros. Também nos últimos dias a Câmara de Viana do Castelo anunciou ter pedido a "maior urgência" ao Governo para que sejam desbloqueados fundos comunitários do programa ON.2, tidos como "fundamentais para a instalação de novas empresas" no concelho.

Segundo revelou José Maria Costa, foram enviados ofícios ao secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional e ao presidente da CCDR-N, "solicitando a marcação urgente" da reunião da Comissão Diretiva do ON.2, de forma a "desbloquear" a atribuição desses fundos.

Em causa, sublinhou, estão três candidaturas de projetos nacionais e estrangeiros para instalação no concelho, apresentados junto da entidade gestora do ON.2, no âmbito do Apoio a Áreas de Acolhimento Empresarial e Logística e Valorização Económica de Recursos Específicos.

Estas três candidaturas inserem-se na bolsa de mérito a que a Comunidade Intermunicipal do Alto-Minho teve acesso e foram apresentadas, mediante abertura de concurso, em outubro de 2011, representando um valor total ilegível de 4,1 milhões de euros, para permitir criar cerca de 150 postos de trabalho e gerar um investimento privado de 20 milhões de euros.

"As candidaturas já foram apreciadas e validadas e aguardam aprovação em sede da Comissão Diretiva do ON.2. É uma situação muito complicada, porque todos nós temos compromissos", realçou o socialista.

Fonte: Dinheiro Vivo
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QREN: Setecentos milhões de euros recuperados pelo QREN

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Uma operação levada a cabo pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional – QREN – permitiu a recuperação de 700 milhões de euros provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e do Fundo de Coesão, que estavam prometidos há meio ano no âmbito de cerca de 500 projectos de financiamento.

No comunicado enviado, à comunicação social, pelo Ministério da Economia e do Emprego lê-se que “é a maior operação de sempre em Portugal na revisão e regularização de financiamentos comunitários.

O grosso do dinheiro tem a ver com investimentos públicos e da Administração Central do Estado. Os financiamentos às empresas e aos municípios têm uma parcela menor, cerca de 18 e sete por cento, respectivamente.

O Governo manterá, apesar da redução, 195 investimentos relativos a 165 milhões de euros de apoios comunitários.

O documento prevê que esta operação fará com que sejam recuperados e orientados “recursos financeiros do QREN sem execução para novas apostas no contexto da reprogramação estratégica, com especial relevo para o crescimento económico, o apoio ao investimento produtivo, a criação de emprego e o desenvolvimento regional.

Fonte: VER
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QREN: DISPONIBILIZADOS 500 MILHÕES DE EUROS PARA INVESTIMENTOS DO QREN

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Com o objectivo de reforçar a liquidez das empresas, o Governo vai disponibilizar um novo empréstimo do Banco Europeu de Investimento, no valor de 500 milhões de euros, para executar investimentos do QREN.

Durante um almoço-debate sobre a economia portuguesa, o Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, explicou que esta linha de crédito terá uma orientação «predominantemente empresarial».

O Ministro sublinhou ainda que, «ao contrário do que era feito no passado, o QREN está a ser posto ao serviço das empresas, e não de investimentos públicos com rentabilidade duvidosa e praticamente sem impacto na economia nacional».

A segunda parcela desta linha de crédito vai servir para alavancar 3 mil milhões de euros de investimentos no âmbito do QREN, sendo disponibilizada até à primeira semana de junho. Álvaro Santos Pereira explicou também que está ainda previsto um reforço da linha PME Crescimento, que teve uma adesão quatro vezes superior às anteriores.

Realçando que o reforço da liquidez é essencial para as PME, o Ministro referiu que existe um desequilíbrio a nível de competitividade das empresas europeias que deve ser corrigido: «Não se pode permitir, numa união monetária, que tenhamos empresas a pagar 8 ou 10% de juros e outras a ser financiadas a 1 ou 2%. A empresa que é financiada a 8 ou 9% pode ser uma excelente empresa exportadora, mas é financiada a níveis elevados, enquanto outras podem não ser tão boas mas têm mais facilidade em financiar-se. O que acontece é que existe um desequilíbrio a nível de competitividade e que tem de ser corrigido».

Fonte: Governo da República Portuguesa
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Valença Finicia - Câmara Cria Fundo Para Apoiar Jovens Empreendedores

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Valença Finicia é o novo instrumento financeiro de apoio à dinamização empresarial local que a Câmara Municipal, em parceria, com a Caixa de Crédito Agrícola, o IAPMEI, a Norgarante, a UEVM e a Escola Superior de Ciências Empresariais lançou para apoiar o empreendedorismo. Com este programa pretende-se estimular e orientar investimentos, a realizar por Micro e Pequenas Empresas existentes ou em fase de criação, no concelho de Valença, com atividade ou projeto empresarial de relevância local. Esta é uma oportunidade, sobretudo para os jovens, de concretizarem iniciativas inovadoras e criativas, numa ocasião que é tão dificil o acesso ao crédito.

Jorge Salgueiro Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Valença, “Valença Financia é um instrumento de apoio ao empreendedorismo e uma oportunidade para os jovens valencianos concretizarem projetos novos, criativos e dinamizadores da economia e do emprego local. Quero que os jovens tenham oportunidades na nossa terra”.

O Programa FINICIA tem o objetivo de facilitar às empresas de menor dimensão o acesso ao crédito. Apresenta-se um produto financeiro inovador e atrativo, comparativamente aos produtos da mesma natureza disponibilizados no mercado, com um aporte de 10 mil euros por projeto com taxa Euribor a 180 dias e um spread de 1,5%.

Os mecanismos e procedimentos de pedido de financiamento, através do Fundo, pretendem-se simples e desburocratizados e os processos de tomada de decisão e concretização da operação, rápidos.

Podem candidatar-se ao programa Valença Finicia as micro e pequenas empresas do concelho que pretendam desenvolver projetos empresariais nas áreas da indústria, comércio, turismo, energia, agroindustria, construção e serviços.

A Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença (ESCE) e a União Empresarial do Vale do Minho prestarão apoio na elaboração dos projetos e organização das candidatura. O acompanhamento e execução financeira e fisica dos projectos ficará a cargo da ESCE e do Município de Valença.

Fonte: Câmara Municipal de Valença
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“OLIVA Creative Factory”

:: “OLIVA Creative Factory” ::

A Câmara Municipal de S. João da Madeira está a promover a criação no concelho de um complexo denominado por “OLIVA Creative Factory”, constituído por um Centro de Competência e de Excelência Criativa, Incubadora de Negócios Criativos e Espaços Interdisciplinares de Encontro e de Convergência Criativa, para o que estabeleceu já um conjunto de parcerias com diversas entidades, designadamente a Fundação de Serralves, a Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, a Universidade de Aveiro e a Universidade Católica.

Este centro está a nascer no antigo pólo industrial da Oliva, em concreto na chamada zona 2 (ou fabricos gerais). A OLIVA Creative Factory visa responder a muitos dos desafios que actualmente se colocam a sectores económicos tradicionais - Calçado e Têxtil - através da promoção de iniciativas nos domínios da moda e do design. Mas também se pretende apoiar o aparecimento de novas empresas industriais, especialmente empresas em sectores baseados no conhecimento, inovação e tecnologia e na arte.

Desta forma será criado um importante elo no Cluster de Industrias Criativas que se está a desenvolver no Norte de Portugal.

Em termos globais, atendendo à experiência adquirida pela Fundação de Serralves no sector das indústrias criativas, às melhores práticas internacionais, ao contexto socioeconómico envolvente e às potencialidades do edifício a intervir, é proposto que o Núcleo disponha dos seguintes requisitos:

  • Espaço para a incubação de negócios criativos
  • Condições adequadas à instalação de empresas de índole criativa com maturidade (Business Centre)
  • Espaço de instalação de oficinas de artes e ofícios
  • Área para execução de acções de formação profissional
  • Instalação de estúdio/sala de ensaios
  • Área para formação artística
  • Residência de artistas
  • Espaços sociais para o desenvolvimento de actividades culturais e lúdicas complementares.
  • Espaços expositivos e de demonstração

Indiscutível valor patrimonial

A Reconversão da Zona Industrial da Oliva constitui-se como uma oportunidade de reabilitar um importante testemunho do passado (e do presente) de S. João da Madeira, com indiscutível valor patrimonial.

A sua localização e a dinâmica recessiva das indústrias instaladas, recomendam que se abra a possibilidade de uma progressiva mudança de usos, preferencialmente com a manutenção da estrutura edificada.

O processo de reconversão e de renovação urbana, adopta, como elementos essenciais de programa: 1 – Respeito e valorização das presenças morfotipológicas caracterizadoras do ambiente fabril; 2 – Promoção de uma mistura funcional, que poderá manter unidades industriais, mas também áreas residenciais, terciário, equipamentos e parques de estacionamento e espaços de lazer.

Do edificado, actualmente em processo de inventariação por parte do IGESPAR através dos serviços do ex-IPPAR, resultando em clara valorização, pressente-se o contributo da obra de autor e nesta a importância da presença de arquitectos associados ao movimento moderno, a ODAM - Organização Dos Arquitectos Modernos, conferindo a cada um dos imóveis e ao seu conjunto uma elevada dignidade perpetuada para além da sua vivência enquanto peça industrial, constituindo-se como repositório de uma memória qualificada deste espaço de produção.

De “mãos dadas” com a Casa das Artes e da Criatividade

Se na fábrica se produzirão as narrativas criativas, será no palco que elas adquirirão espaço de expressão. OLIVA e Casa das Artes e Criatividade andarão assim de mãos dadas, potenciando S. João da Madeira como cidade criativa. Uma alimentará a outra encontrando também nesta a sua fonte de inspiração.

O papel que a Casa das Artes e da Criatividade pretende assumir é o de impulsionadora da economia criativa da cidade e da região. A existência de um espaço flexível é vital para uma economia de criatividade dinâmica. Será um elemento conector crítico ao ligar actividades, permitir experiências, misturando pessoas e conteúdos de uma forma diferente de todas as que existiram até então.

Fonte: Câmara Municipal de S. João da Madeira
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Portugal: Três escolas de negócios entre as melhores do mundo

:: Portugal: Três escolas de negócios entre as melhores do mundo ::

Se há área onde Portugal se está a sair bem é na formação de executivos, com três universidades nos ‘rankings’ do Financial Times: Católica, Nova e Porto.

Três universidades portuguesas estão no "Financial Times" (FT) por muito boas razões: Católica, Nova e Porto figuram nos ‘rankings' do prestigiado jornal britânico relativos à formação de executivos. A proeza não é nova. Em 2011, Portugal já integrava as listas e repetiu o feito este ano: três escolas nacionais aparecem nas listas anuais da formação de executivos do jornal de económico.

As ‘business schools' portuguesas firmam assim posições entre as melhores escolas de negócios de todo o mundo, fazendo a marca Portugal conquistar terreno internacional na área do ensino. Enquanto a Católica-Lisbon School of Business and Economics surge no ‘ranking' pelo sexto ano consecutivo - foi a primeira portuguesa a chegar lá -, conseguindo, em 2012, o 46º lugar, a Nova School of Business and Economics, que entrou no ano passado, sobe 11 lugares, para a 47ª posição. Já a EGP-University of Porto Business School permanece no ‘ranking' dos cursos à medida das empresas - onde se estreou o ano passado - ficando no 64º lugar.

Para Fátima Barros, que dirigiu nos últimos oito anos a Católica-Lisbon SBE (e foi substituída, na semana passada, por Francisco Veloso), estar no ‘ranking' do FT pelo sexto ano consecutivo, prova "a consistência" do trabalho que tem vindo a ser feito. A responsável destaca a boa classificação da escola - que comemora, em 2012, 40 anos de existência e 20 anos de formação de executivos - nas parcerias internacionais.

Fonte: Económico
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