quinta-feira, 31 de maio de 2012

Portugal investe pouco em inovação e vai falhar metas europeias de I&D

:: Portugal investe pouco em inovação e vai falhar metas europeias de I&D ::

O investimento de Portugal em investigação e desenvolvimento (I&D) continua "significativamente abaixo" da média europeia e é improvável que o país cumpra as metas da estratégia Europa 2020, declarou esta quarta-feira a Comissão Europeia.

Nas suas recomendações de política económica a Portugal, Bruxelas nota que o investimento português em I&D atingiu 1,59 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. O objectivo para 2020 era elevar este valor para 3 por cento do PIB; no entanto, "esta meta poderá ser difícil de alcançar, tendo em conta o processo de consolidação orçamental e desendividamento da economia em curso".

A Comissão nota ainda que o investimento na inovação em Portugal está muito ligado ao sector público: 43,7 por cento do total de I&D é levado a cabo pelo Estado, contra uma média europeia de 33,9 por cento. Perante as dificuldades orçamentais, este peso do Estado torna mais difícil reforçar o investimento em I&D.

Entre os problemas identificados pela Comissão está um "desajustamento parcial entre as necessidades da economia e as qualificações universitárias". Outro entrave ao I&D é "uma reduzida capacidade de absorção de conhecimento pelas empresas, que reflecte o peso reduzido dos sectores que dependem de investigação" na economia portuguesa.

A Comissão Europeia apresentou em Bruxelas as suas recomendações anuais de política económica para cada um dos 27 países da União. Estas recomendações, parte do processo do chamado "semestre europeu", incorporam dados dos programas de estabilidade ou convergência enviados por cada estado-membro.

No caso de Portugal, que está sob um programa da 'troika' (tal como acontece com a Grécia e a Irlanda), as recomendações da Comissão estão subordinadas ao que já foi definido no memorando de entendimento. Pelo mesmo motivo, Portugal não foi incluído na análise macroeconómica que a Comissão fez hoje às 12 economias europeias consideradas mais instáveis.

Fonte: Correio da Manhã

Para uma análise mais aprofundada consulte aqui os estudos:

“INOVAÇÃO E INVESTIGAÇÃO EMPRESARIAL INCLUINDO TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO EM PORTUGAL"

“DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL EM PORTUGAL: UMA ABORDAGEM INTEGRADA"


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ISEP e Critical Software testam maior experiência europeia de redes de sensores sem fios em contexto real

:: ISEP e Critical Software testam maior experiência europeia de redes de sensores sem fios em contexto real ::

O Instituto Superior de Engenharia do Porto e a empresa Critical Software apresentaram hoje um projeto-piloto de I&D que, pela primeira vez na Europa em contexto real, recorre a tecnologia sem fios para monitorizar condições ambientais como temperatura e humidade.

A nova tecnologia foi testada no edifício do Sanjotec - Centro Empresarial e Tecnológico de S. João da Madeira, que, funcionando hoje como montra do próprio projeto EMMON - Embedded MONitoring, esteve para o efeito equipado com cerca de 400 dispositivos de monitorização, cada um dos quais dotado de três sensores.

Para Mário Alves, investigador do ISEP, está em causa o conceito de "computação ubíqua" que é a grande tendência de futuro. "Dito por outras palavras, isto quer dizer que, tal como os nossos carros, micro-ondas e outros aparelhos que temos em casa funcionam com computadores que nós não vemos", explica, "o caminho a seguir é no sentido da integração e da comunicação entre todos esses dispositivos, para criação de espaços mais inteligentes".

A rede de sensores wireless instalada no edifício da Sanjotec representa, nesse contexto, "a primeira experiência do género realizada em tão grande escala a nível europeu, no ambiente real de um espaço físico em pleno funcionamento". Délio Almeida, coordenador do projeto na Critical Software, realça que a vantagem prática das redes EMMON é permitirem a avaliação de diferentes parâmetros num determinado espaço geográfico, sem obrigarem à realização de obras como as necessárias para instalação de cabos. Essa redução ao nível dos custos financeiros com a instalação e manutenção da rede aumenta, por sua vez, a eficiência energética dos edifícios.

"Isto é algo novo e inovador porque, ao prescindirem de uma ligação à rede elétrica e ao dispensarem até cablagem, estes dispositivos revelam-se de baixo custo e muito mais sustentáveis", observa esse responsável. "Os sensores são de fixação fácil e isso também traz benefícios ao nível da gestão corrente em universidades, empresas e escritórios".

Mário Alves adianta que, além da monitorização de critérios como os da temperatura-ambiente, a humidade do ar e a luminosidade em edifícios públicos, o projeto EMMON revela-se também "adequado a outros cenários", podendo medir valores como os da poluição sonora e atmosférica, os níveis de emissão de gases perigosos como o ozono e o metano, e a qualidade da água em rios e barragens.

"Estamos a tentar otimizar a qualidade de vida das pessoas", defende o investigador do ISEP, "e, ao mesmo tempo, queremos fazê-lo com a garantia de que isso representa também uma redução na fatura dos custos energéticos com edifícios".

Mário Alves admite que a nova tecnologia ainda não tem um mercado definido, "porque o projeto foi orientado para o desenvolvimento de ferramentas técnicas com aplicação em novas áreas e ainda há que proceder a um certo refinamento do produto em termos estéticos e da sua difusão comercial", mas adianta que há já vários domínios em que as redes de sensores sem fios se revelam cheios de potencial.

"É o caso da modernização de edifícios antigos", revela o investigador. "Num imóvel construído de raiz não há o problema das redes, porque tudo pode ser instalado de origem, mas em monumentos e outros exemplos de Património esta é uma boa solução, que pode evitar tragédias como a da Ponte de Entre-os-Rios sem provocar estragos na arquitetura original dos edifícios".

A génese do projeto EMMON cabe ao ISEP e à Critical Software, mas envolve um total de nove parceiros ligados à Investigação I&D, em representação de seis países: Portugal, Espanha, Irlanda, Grécia, Itália e Reino Unido.

Fonte: Porto Canal
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Revisão: Programa Operacional Pesca 2007 -2013 (PROMAR)

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Ministro da Economia reitera apelo à reindustrialização do País

:: Ministro da Economia reitera apelo à reindustrialização do País ::

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, disse hoje ser necessário desenvolver uma agenda de reindustrialização de Portugal, acompanhada de uma diminuição da burocracia para que a economia do país possa crescer.

"É fundamental acreditar nas reformas estruturais que estão no terreno, apostar numa agenda de reindustrialização, diminuir a burocracia, facilitar a vida dos nossos empresários e, obviamente, precisamos de qualificar os nossos recursos humanos", afirmou o governante à Lusa após uma visita à fábrica da Bosch em Cacia, Aveiro.

Durante a visita às instalações da empresa de origem alemã, que emprega mais de 3.800 pessoas em Portugal, Álvaro Santos Pereira, que estava acompanhado pelo seu homólogo alemão, cumprimentou vários funcionários e questionou com curiosidade os responsáveis da Bosch sobre os procedimentos empreendidos no local.

O ministro da Economia e do Emprego admitiu acreditar que as reformas estruturais vão ter "um impacto muito significativo" na economia nacional, sem conseguir precisar um prazo para que tal aconteça, mas esperando que seja "o mais rapidamente possível".

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou hoje que apresentará em Junho um novo regulamento específico para a formação profissional, que deverá abranger cerca de 30 mil jovens em 2012.

O anúncio, de acordo com uma nota enviada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), foi feito durante a visita do ministro da Economia e da Tecnologia da Alemanha a Portugal.

"A intenção do Governo é que, para o próximo ano, 30 mil dos nossos jovens já estejam envolvidos no sistema de aprendizagem em que estão a estudar ao mesmo tempo que trabalham, de forma a aumentar as suas qualificações", afirmou Álvaro Santos Pereira aos jornalistas após o anúncio ter sido feito.

Em relação ao anúncio hoje feito, Álvaro Santos Pereira acrescentou que há situações de reforços de novos cursos, enquanto outros cursos, já existentes, vão poder abrir novas vagas.

O ministro alemão da Economia, Philipp Rosler, por seu lado, disse que um dos objectivos da sua visita a Portugal é o apoio no domínio da formação profissional, iniciando-se já na semana que vem um projecto que consiste na deslocação de jovens inseridos no sistema de formação profissional para a Alemanha, de modo a que aprofundem a sua aprendizagem.

Fonte: Jornal de Negócios
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Assunção Cristas prolonga novo plano para o litoral até 2015

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Assunção Cristas apresentou hoje o novo Plano de Acção para o Litoral, em Cascais. Cerca de 173 intervenções estão previstas até 2015 no âmbito deste novo documento, que deverá ser levado à Assembleia da República na próxima 3ª feira para discussão. «A revisão das prioridades foi feita tendo em conta a actual situação económica do País e o risco associado sobretudo para as populações. O plano anterior tinha muitas acções listadas mas sem a coerência adequada. Gostava de poder fazer obras de embelezamento, mas não é possível», referiu a ministra do Ambiente.

Das 173 acções, 69 são consideradas prioritárias, 16 respeitam à elaboração de estudos e 86 reportam a planos de interacção e projectos de requalificação. As acções prioritárias foram escalonadas, sendo que 31 estão classificadas com prioridade máxima, das quais 21 são referentes à defesa da costa.

«O alargamento do plano até 2015 está previsto no âmbito da execução do QREN, numa lógica de integração de gestão», explicou Pedro Afonso de Paulo, secretário de Estado do Ambiente. A ministra reforçou a componente de monitorização contínua, de que será objecto este novo instrumento, explicando ainda que o anterior plano com horizonte até 2013 ficou-se por uma taxa de execução de cerca de 21 por cento.

A verba necessária para a execução do novo plano para o litoral ainda está a ser «afinada», anunciou. «Há verbas do programa Polis Litoral e outras que procuraremos alocar, nomeadamente dos fundos comunitários», asseverou a governante assegurando que este plano foi revisto tendo em conta já o próximo quadro comunitário de apoio.

Fonte: AmbienteOnline
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Memorando de Acordo entre o Governo de Portugal e a Associação Nacional de Municípios Portugueses

:: Memorando de Acordo entre o Governo de Portugal e a Associação Nacional de Municípios Portugueses ::

Foi recentemente celebrado um Memorando de Acordo entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses, em que o Governo se compromete a aprovar um Programa de Apoio à Economia Local.

No âmbito do QREN, o Governo e a ANMP reconhecem que se trata de um instrumento importante para a prossecução das prioridades de transformação estrutural do país, bem como para a prossecução das atribuições municipais.

Fique a conhecer as medidas acordadas sobre o QREN, no âmbito do Memorando de Acordo entre o Governo de Portugal e a Associação Nacional de Municípios Portugueses.

Fonte: QREN 2007-2013
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quarta-feira, 30 de maio de 2012

CE promove estudos em Portugal sobre Inovação e Desenvolvimento Urbano

:: CE promove estudos em Portugal sobre Inovação e Desenvolvimento Urbano ::

A DG REGIO - Direção-Geral da Política Regional da Comissão Europeia, promoveu com a colaboração de várias entidades nacionais (Autoridades de Gestão, IFDR e Observatório do QREN) a realização de dois estudos, um sobre “Inovação e investigação incluindo transferência de conhecimento em Portugal” e outro sobre “Desenvolvimento urbano sustentável em Portugal: uma abordagem integrada”.

Estes estudos visam apoiar a definição de orientações sobre a utilização dos Fundos Estruturais no período pós 2013, nas áreas da Inovação e Investigação Empresarial, incluindo a transferência de conhecimento, bem como, no Desenvolvimento Urbano Sustentável.

A necessidade de elaborar um novo quadro estratégico para as políticas de Inovação em Portugal, com base em atividades concretas, foi a razão que esteve na origem do estudo sobre “Inovação e investigação empresarial incluindo transferência de conhecimento em Portugal”, tendo-se definido como objetivos principais identificar sugestões de políticas exequíveis, criar uma plataforma de debate entre partes interessadas e relevantes para a Inovação e, finalmente, produzir um documento de síntese que pusesse em destaque todas as contribuições recebidas.

As suas conclusões, que se encontram fundamentadas num diagnóstico estratégico, em estudos de caso e em benchmarking internacional, foram debatidas num conjunto de mesas-redondas envolvendo os principais stakeholders no domínio da Inovação e Investigação Empresarial em Portugal.

Com base nestes resultados é proposto um conjunto de sugestões e recomendações:

  • 1) Melhorar e simplificar o acesso das PME à inovação; 
  • 2) Promover Parcerias Empresariais para a Inovação; 
  • 3) Criar Fundos de Investimento para a Inovação co-financiados pelo Estado e pela UE e 
  • 4) Traduzir o Conhecimento em Valor Económico através da Inovação.


A realização do estudo sobre “Desenvolvimento urbano sustentável em Portugal: uma abordagem integrada” teve como intuito explorar as abordagens integradas para o desenvolvimento urbano sustentável que, num futuro próximo, poderão ser adotadas em Portugal.

Na identificação destas abordagens, a ser consideradas a longo prazo, o estudo incidiu sobre três áreas principais:

  • Identificação dos desafios atuais para alcançar um desenvolvimento urbano integrado em Portugal; 
  • Identificação de exemplos de boas práticas (transferíveis) que no futuro poderão ser aplicadas em processos de desenvolvimento urbano sustentável em Portugal; 
  • Desenvolvimento de recomendações para melhorar as futuras abordagens integradas de desenvolvimento urbano em Portugal.


O estudo concentrou-se, em particular, na implementação das políticas urbanas em Portugal e resume as principais conclusões a retirar, ao mesmo tempo que fornece recomendações para as partes interessadas portuguesas, dos setores público e privado, em áreas onde a implementação das políticas poderá ser melhorada.

Considerando o contexto do estudo, com base na reflexão sobre os resultados da investigação efetuada, foram identificadas oito áreas principais onde há margem para melhorar a implementação do desenvolvimento urbano sustentável em Portugal, a saber: 1) Priorização de ações de desenvolvimento urbano; 2) Integração do ordenamento do território com outras temáticas do desenvolvimento urbano; 3) A importância do planeamento estratégico ao nível da cidade; 4) Conhecimento e competências dos indivíduos e entidades envolvidos em ações de desenvolvimento urbano; 5) Flexibilidade em torno do financiamento para o desenvolvimento urbano; 6) Abordagens fortes nas parcerias para o desenvolvimento urbano; 7) A Importância de abordagens "bottom-up" flexíveis para o desenvolvimento urbano; 8) Participação ativa do sector privado ao longo dos programas de desenvolvimento urbano.

Estes estudos têm, assim, como intuito explorar as abordagens integradas sobre ambas as temáticas e funcionarem como elementos catalisadores de iniciativas positivas que apoiem as futuras orientações das políticas públicas de Inovação e de Desenvolvimento Urbano em Portugal.

Para uma análise mais aprofundada consulte aqui os estudos:

“INOVAÇÃO E INVESTIGAÇÃO EMPRESARIAL INCLUINDO TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO EM PORTUGAL"

“DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL EM PORTUGAL: UMA ABORDAGEM INTEGRADA"

Fonte: IFDR
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