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quinta-feira, 28 de julho de 2011

As 100 empresas com mais despesa em actividades de I&D em 2009 - Portugal

:: As 100 empresas com mais despesa em actividades de I&D em 2009 - Portugal ::

O GPEARI/MEC apresenta as Empresas e Instituições hospitalares com mais despesa em actividades de I&D em 2009.

Este trabalho tem por base os resultados do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional de 2009 (IPCTN09), que constitui a fonte de informação estatística oficial sobre recursos humanos e financeiros afectos a actividades de I&D em Portugal. Trata-se de uma operação de âmbito censitário, em conformidade com os critérios definidos a nível internacional pelo Eurostat e em articulação com a OCDE tendo como referência o Manual de Frascati. O IPCTN é realizado em Portugal desde 1982 com periodicidade bienal até 2007 e anual desde 2008.

Esta publicação está organizada em duas partes: a primeira dirigida às empresas e a segunda às instituições hospitalares. Na primeira são apresentadas as 100 empresas que mais investiram em actividades de I&D em 2009, incluindo uma breve caracterização dos três grandes sectores de actividade: Serviços de informação, telecomunicações, electrónica, energia, água, serviços financeiros e outros, Indústria de equipamentos, metalomecânica e outros e Indústrias química, farmacêutica e agro-alimentar. A segunda parte apresenta as 25 instituições hospitalares com mais investimento em I&D em 2009, incluindo uma desagregação para as áreas da Medicina Básica e Medicina Clínica.

Consulte Aqui: Ranking 2009

Fonte: GPEARI/MEC

.:: Links ::.

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico

domingo, 28 de novembro de 2010

IPCTN 09: RESULTADOS PROVISÓRIOS

:: IPCTN 09: RESULTADOS PROVISÓRIOS ::

Os resultados apresentados na forma de quadros e gráficos com séries evolutivas revelam que em 2009:
  • A despesa total em I&D representa, globalmente, 1,71% do PIB nacional;
  • O número de empresas com actividades de I&D em Portugal continua a aumentar, reportando-se estes dados a cerca de 2000 empresas;
  • O número total de investigadores em “equivalente a tempo integral” (ETI) é de 45.909, concentrando-se estes essencialmente no sector Ensino Superior, com 28.086 investigadores, seguindo-se o sector Empresas com 10.841;
  • O número de investigadores (ETI) na população activa é de 8,2 investigadores (ETI) por mil activos.

Em termos comparativos os resultados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN) referentes ao ano de 2009, revelam que a despesa total em Investigação e Desenvolvimento em Portugal atingiu os 1,71% do PIB nacional, um valor que representa um crescimento de cerca de 10% (em percentagem do PIB) face ao ano anterior.


Trata-se de um desempenho que confirma a tendência de convergência de Portugal dos actuais níveis médios de intensidade da despesa em I&D na União Europeia (1,9% do PIB). Recorde-se que, em 2005, o valor verificado em Portugal para este indicador era de 0,81% do PIB.


Em valor absoluto, em 2009, a despesa total em I&D, em Portugal, ultrapassou 2.791 milhões de euros, um valor mais do dobro daquele que havia sido registado em 2005 (1.201 milhões de euros). Estes valores, na componente empresarial, fazem com que Portugal antecipe mais uma meta definida no âmbito do Plano Tecnológico que, para 2010, apontava uma despesa de I&D por parte das empresas na ordem dos 0,80%. Em 2005, o valor em I&D das empresas atingia cerca de 0,31% do PIB.

Relativamente ao número de investigadores, atingem os 8,2 investigadores (ETI) por mil activos, equivalentes a 45.909 investigadores quando medidos em equivalente a tempo integral (ETI), para um pessoal total de 52.313. Recorde-se que a meta definida para 2010 para este indicador no âmbito do Plano Tecnológico havia sido 6,0 investigadores (ETI) por mil activos e o valor da média da OCDE situa-se nos 7,2 por mil activos. O número de investigadores nas empresas aumentou 5% entre 2008 e 2009, e o seu conjunto representa já cerca de 24% do total de investigadores em Portugal, tendo triplicado entre 2005 e 2009.



:: IPCTN 09: RESULTADOS PROVISÓRIOS ::



Fonte: RCNELPT | GPEARI

IPCTN | CIS - I&D e Actividades de Inovação nas Empresas

SIFIDE II - Proposta de Orçamento do Estado para 2011 propõe renovar o SIFIDE

SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008

SIFIDE - Portugal com sistema competitivo de apoio à I&D

domingo, 4 de julho de 2010

Despesa total em investigação atinge 1,55% do PIB em 2008 e envolve mais de 75.000 investigadores

A despesa total em I&D em Portugal ultrapassou 2.585 MEuros em 2008, passando esta a representar um máximo histórico de 1,55% do PIB nacional. A informação refere-se aos dados finais do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN) referente a 2008. Estes dados são publicados com uma periodicidade anual e divulgados pelo Gabinete de Planeamento e Estatística, GPEARI, do MCTES. Os dados preliminares tinham sido publicados em Novembro de 2009.

O valor agora divulgado da despesa nacional em I&D supera os níveis registados em Espanha (1,35% do PIB), Itália (1.19%) e na Irlanda (1,43%).

O crescimento da despesa em I&D verifica-se quer no sector público quer no sector empresarial. No sector das empresas esse aumento é particularmente expressivo, já que a despesa nesse sector quase que triplica desde 2005 (a preços correntes) e cresce 28% entre 2007 e 2008, com cerca de 1.295 MEuros em 2008 (era 1.011 MEuros em 2007 e apenas 462 MEuros em 2005). A despesa em I&D das empresas atinge agora cerca de 0,78% do PIB (era 0,62% do PIB em 2007), representando cerca de metade da despesa nacional total em I&D. Os dados voltam ainda a mostrar um acréscimo contínuo em Portugal do número de empresas com actividades de I&D, que passou de cerca de 940 em 2005, para cerca de 1.900 em 2008.

Elemento fundamental da estratégia seguida para o desenvolvimento científico e tecnológico em Portugal é o reforço dos recursos humanos em Ciência e Tecnologia. O número de investigadores no sistema de I&D ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 75.000 investigadores (representam 40.408 investigadores ETI), com cerca de 43% mulheres, uma das percentagens mais elevadas na UE. Entre 2007 e 2008, o número de investigadores, cresceu 46%, tendo praticamente duplicado desde 2005.

Particularmente relevante foi o crescimento do número de investigadores no sector Empresas que praticamente triplicou entre 2005 e 2008 tendo, atingido mais de 18.000 investigadores (cerca de 10.312 investigadores ETI) em 2008. Do total de investigadores do sistema de I&D, 62% são investigadores baseados no sector do ensino superior (mais de 46.000 investigadores), 24% são investigadores no sector das empresas, enquanto os restantes 14% fazem investigação nos sectores Estado e IPFSLs.

O Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN) é uma operação censitária de periodicidade anual desde 2007 (era bienal desde 1982), que constitui a base de informação estatística oficial sobre recursos humanos e financeiros afectos a actividades de I&D em Portugal.


:: DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2008 EM PORTUGAL ::


Fonte: MCTES
Link: Súmula dos dados do IPCTN 2008

quarta-feira, 3 de março de 2010

Europa 2020: Comissão propõe Nova Estratégia Económica

A estratégia Europa 2020 está centrada na promoção das indústrias com baixas emissões de carbono, no investimento na investigação e no desenvolvimento, no desenvolvimento da economia digital e na modernização da educação e da formação. São propostos cinco objectivos quantitativos, entre os quais se salientam a subida da taxa de emprego dos actuais 69% para, pelo menos, 75% e o aumento do investimento em I&D para 3% do PIB (presentemente só são investidos 2 % do PIB, um montante muito inferior ao dos Estados Unidos e do Japão).

Além disso, a estratégia reitera os objectivos 20-20-20 de redução das alterações climáticas, que estão entre os mais ambiciosos do mundo, e propõe a diminuição da pobreza em 25%, o que poderia tirar 20 milhões de pessoas de uma situação de precariedade.

Ao abrigo da estratégia, os países da UE deverão estabelecer objectivos nacionais que tenham em conta a sua situação específica e, simultaneamente, contribuam para a concretização dos objectivos a nível da UE. A Comissão acompanhará os progressos e emitirá alertas no caso de uma «resposta inadequada».

A estratégia Europa 2020 identifica sete iniciativas emblemáticas a tomar pela UE para incentivar o crescimento e o emprego. Trata-se, nomeadamente, de programas que visam melhorar as condições de acesso ao financiamento da I&D, acelerar a instalação da Internet de alta velocidade e a aumentar a utilização das energias renováveis.

Fonte: Comissão Europeia

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Portugal foi o País que mais cresceu em Inovação

Agência de Inovação, IAPMEI, AICEP, MIT Portugal e Secretaria de Estado da Energia e Inovação. Estas entidades não se cansam de promover e apoiar a inovação em Portugal.

Mobilizar e dinamizar agentes públicos e privados a bem da agenda de crescimento e competitividade do País. É assim que Carlos Zorrinho sintetiza a missão da recém-criada Secretaria de Estado da Energia e Inovação. O agora secretário de Estado continua empenhado na promoção da inovação. O Plano Tecnológico - onde era presidente - continuará a fazer "parte crucial da agenda nacional", admite, para a competitividade e crescimento.

A criação desta secretaria de Estado vem juntar-se a outras entidades que todos os dias têm a inovação na "agenda".

Agência de Inovação, IAPMEI, AICEP, Fundação para a Ciência e Tecnologia (MIT-Portugal) COTEC são as mais mediáticas. Em comum todas trabalham numa relação próxima com universidades e empresas e articulam-se entre si, já que a função de cada uma se complementa. É, por isso, um grande trabalho comum. Numa economia marcada por uma grande percentagem de PME, a realidade empresarial combina os sectores mais tradicionais com os sectores mais arrojados e avançados. E a "economia dual" - como lhe chamou, no passado, Lino Fernandes, presidente da Agência de Inovação. Hoje parece que já ninguém tem dúvidas de que inovar é a única formade ser diferente. E que não é possível concorrer no mercado global com base no custo mais baixo. A inovação anda sempre de "mãos dadas" com a internacionalização.

Os programas de apoio e financiamento são inúmeros. Mas até quando precisará a inovação de financiamento para continuar a existir? Lino Fernandes defendeu, numa entrevista ao "Diário Notícias", que "em todo o lado, a inovação tecnológica tem incentivos. Mesmo nos países mais desenvolvidos, porque há risco e quando se investe em inovação há resultados que são externos a empresas e se há externalidades é natural que a sociedade possa pagar alguns destes resultados".

Portugal melhorou bastante nos últimos anos em vários indicadores no sector da Inovação. A taxa de crescimento ao nível dos recursos humanos, nos últimos cinco anos, passou para 7,7%, tendo sido a maior da Europa, segundo um estudo da ES Research Sectorial. "Em 2007, Portugal posicionou-se em 15° lugar no ranking da EU-27, em investimento em I&D em percentagem do PIB, ascendendo já, em 2008, a 1.51%", diz a mesma entidade. Também Carlos Zorrinho sublinhou, ao Diário Económico, a recuperação generalizada de Portugal em praticamente todos os indicadores, com base no European Innovation Scoreboard (EIS 2008). "Portugal não apenas obteve o quinto melhor progresso relativo global, como conseguiu ser, nas qualificações dos recursos humanos e nos recursos afectos à investigação e ao desenvolvimento, o País que mais progrediu".

Quanto ao Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho confirmou que vai continuar. "Tudo o que está no terreno e tem obtido bons resultados prosseguirá. Haverá total abertura a novas ideias e projectos como houve ao longo dos últimos quatro anos, fazendo do Plano Tecnológico uma agenda flexível e focada nas soluções e nas respostas às necessidades da sociedade portuguesa em geral e da sua economia particular". Daqui para a frente, a sua ambição será acrescida. Terá de passar pela criação de emprego e pela internacionalização da nossa economia.

Para aumentar as exportações e estimular o crescimento da economia, Vieira da Silva, ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, na conferência "Os Caminhos da Internacionalização" que decorreu no final do ano passado em Lisboa, apresentou algumas medidas. Foi criado o Programa Inov-Export, destinado a apoiar a inserção, numa primeira fase, de 500 jovens especialistas em comércio internacional em PME exportadoras ou potencialmente exportadoras. São também criadas 14 Lojas da Exportação dedicadas a fornecer apoio técnico às empresas exportadoras ou potencialmente exportadoras, bem como o Conselho Coordenador para a Internacionalização, que será liderado por Francisco Van Zeller.

As 14 Lojas da Exportação em Portugal serão enquadradas na rede de agências do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) em articulação com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

Fonte: Portugal Global

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Dados anuais sobre as actividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Portugal

Pela primeira vez, na operação estatística IPCTN08 (Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional para o ano de 2008) são recolhidos, apurados e divulgados dados anuais sobre recursos humanos e financeiros afectos a actividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Portugal.

O IPCTN é uma operação censitária sustentada na recolha de dados por indivíduo, por unidade ou organismo com actividades de I&D, enquadradas nos sectores Empresas ou Instituições (este último abrangendo unidades do Estado, Ensino Superior e Instituições Privadas sem Fins Lucrativos – IPSFL). Trata-se de uma operação estatística inscrita no Sistema Estatístico Nacional e está de acordo com os critérios definidos a nível internacional.

Estes resultados provisórios, apresentados na forma de quadros e gráficos com séries evolutivas, revelam para 2008 que:

• A despesa total em I&D representa, globalmente, 1,51% do PIB nacional;
• A despesa em I&D do sector Empresas assume, aproximadamente, 50% do total da despesa do país;
• O número de empresas com actividades de I&D em Portugal continua a aumentar, reportando-se estes dados a mais de 1.700;
• O número total de investigadores em “equivalente a tempo integral” (ETI) é de 40.563, concentrando-se estes essencialmente no conjunto dos sectores Ensino Superior e Instituições Privadas sem Fins Lucrativos, com 26.654;
• O número de investigadores (ETI) na população activa é de 7,2‰.

O IPCTN é o instrumento oficial (integra o Sistema Estatístico Nacional) de contabilização dos recursos humanos e da despesa em I&D, seguindo critérios acordados a nível europeu pelo EUROSTAT e em articulação com a OCDE. A base conceptual está de acordo com critérios internacionais e definidos no Manual de Frascati.

Fonte: GPEARI /MCTES

IPCTN08 - Dados Provisorios

Manual de Frascati - http://f-iniciativas-pt.blogspot.com

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