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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Programa Estratégico para o Empreendedorismo e a Inovação

:: Programa Estratégico para o Empreendedorismo e a Inovação ::

O Conselho de Ministros de 7 de Dezembro aprovou o Programa Estratégico para o Empreendedorismo e a Inovação, designado por + E + I, que tem como objectivo promover uma sociedade mais empreendedora, alargar a base de empresas inovadoras com uma forte componente exportadora e de promover a inserção de Portugal nas redes internacionais de conhecimento, de inovação e de empreendedorismo.

O Programa + E + I visa estimular a inovação dos produtos, processos e tecnologia, para melhorar a competitividade das empresas portuguesas. O Governo aprovou também o programa «Portugal Sou Eu», que visa a adopção de políticas que estimulem a produção, a distribuição, a comercialização e o consumo de produtos e serviços que adicionem valor acrescentado à economia nacional, e que promovam o equilíbrio da balança de pagamentos.


Fonte: Governo da República Portuguesa

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:: QREN: Concursos 2º Semestre ::
:: QREN: LISTA DE PROJECTOS APROVADOS - Actualizado a 30 de Junho de 2011 ::
:: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
:: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial II ::
:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresarial ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Governo quer transformar inovação em valor económico para o país

:: Governo quer transformar inovação em valor económico para o país ::

O Governo quer transformar a inovação e o desenvolvimento (I&D) em valor económico para Portugal, criando empresas, emprego qualificado e a sua internacionalização, disse ontem o secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação.

Na apresentação pública da nova marca da Construlink, um portal de arquitectura, engenharia e construção, o secretário de Estado Carlos Oliveira disse que empresas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) «não têm grande impacto na economia real», apesar de «alguns bons indicadores».

Carlos Oliveira lembrou as «perspectivas optimistas para os próximos anos em algumas empresas, quer ao nível do investimento, quer da criação de emprego qualificado», mas afirmou que «estes bons indicadores não têm ainda a devida correspondência na economia real».

De acordo com dados citados pelo secretário de Estado, em termos de impacto económico da inovação, Portugal ocupa o 23.º lugar na Europa a 27.

«Uma das grandes preocupações deste Governo e da secretaria de Estado que lidero é transformar o I&D que se produz em Portugal em valor económico para o país, quer seja através da criação de empresas com altos crescimentos, da criação de emprego qualificado ou da internacionalização», disse Carlos Oliveira.

Fonte: Diário do Minho

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

I&D e Inovação: Portugal - Country Profile - Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011

:: I&D e Inovação ::

.:: Portugal - Country Profile ::.
.:: Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011 ::.
.:: Innovation Union Competitiveness Report 2011 ::.

The figure for Portugal on R&D intensity (GERD/GDP) is 1.66 % in 2009 (0.71 % public + 0.96 % private). This compares to 0.73 % in 2000, having had a very high average growth rate of 10.2 % for the period 2000-2009. The main feature for this period is the strong growth of private expenditure (0.28 % of GDP in 2000) becoming higher than public expenditure from 2006 onwards. Despite the crisis, government spending on R&D increased in 2009 to 205 million Euro. In order to increase its economic competitiveness by raising its productivity and changing the structure of exporting enterprises, Portugal will have to maintain its efforts in increasing its investments in Research and Innovation.

Portuguese authorities have recognised this and have set an ambitious, albeit realistic set of R&D targets for 2020 : R&D intensity should account for 2.7 % - 3.3 %, of which 1.0 % - 1.2 % in the public sector and 1.7 % - 2.1 % in the private sector.

Consulte aqui: COUNTRY PROFILE - PT - Portugal

:: R&D Intensity projections, 2000-2020 ::
Fonte: Comissão Europeia

:: Average annual growth ( %), 2000-2009 ::
Fonte: Comissão Europeia

Fonte: Comissão Europeia

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:: COUNTRY PROFILE - PT - Portugal ::
:: Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011 ::
:: Innovation Union Atlas ::
:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::
:: SIFIDE: Resumo Histórico ::

I&D e Inovação: Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011 da Comissão Europeia

:: I&D e Inovação ::

.:: Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011 ::.
.:: Comissão Europeia ::.
.:: Innovation Union Competitiveness Report 2011 ::.

O desempenho da UE no domínio da inovação requer novas melhorias em muitas áreas se pretendemos que a Estratégia Europa 2020 produza um crescimento inteligente, conclui o Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011 da Comissão Europeia. A Europa necessita de um investimento maior e «mais inteligente» a nível da investigação e desenvolvimento tanto público como privado - uma vez que não só impulsiona o crescimento a médio prazo, como também exerce um efeito anticíclico em tempos de crise. É necessária uma maior cooperação no domínio da investigação na UE e a nível internacional, juntamente com uma melhor utilização dos resultados da investigação, nomeadamente através de uma regulação mais rigorosa do regime de propriedade intelectual. Os sistemas educativos devem ser adaptados às necessidades das empresas em termos de inovação. As PME inovadoras e de rápido crescimento necessitam de mais incentivos. É necessário um esforço concertado para avançar com base nos resultados promissores da Europa no domínio da inovação, abordando desafios mundiais como as alterações climáticas. As disparidades entre homens e mulheres no domínio da ciência e investigação devem ser reduzidas.

«O presente relatório sublinha que a via para a «União da Inovação» é longa e problemática, com obstáculos significativos de permeio. No entanto, confirma que a UE adoptou as políticas adequadas para chegar ao fim dessa via. Concretizar a União da Inovação aos níveis europeu e nacional constitui um imperativo económico, tão importante para o crescimento sustentável como o saneamento das finanças públicas», declarou a Comissária Europeia para a Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn.

O relatório analisa os pontos fortes e os pontos fracos dos sistemas nacionais de investigação e inovação e apresenta factos sólidos nos quais se devem basear as opções em matéria de políticas nacionais e assenta no Painel de Avaliação da União da Inovação. Inclui uma ficha informativa especificando os resultados de cada país em matéria de investigação e inovação.

Principais conclusões do relatório
  • A Europa deve acelerar o investimento em investigação e inovação. A UE está a avançar lentamente para o seu objectivo de investimento de 3 % do PIB em investigação e desenvolvimento (2,01 % em 2009), mas o fosso em relação aos seus principais concorrentes está a aumentar, nomeadamente devido a um investimento mais fraco em I&D comercial. Em 2008, 24 % das despesas totais mundiais em I&D foram realizadas pela UE, em comparação com 29 % em 1995. Em relação ao PIB, as empresas investem o dobro no Japão ou na Coreia do Sul em comparação com o seu investimento na Europa.
  • Em tempos de crise económica, o investimento acumulado em investigação e inovação tem um efeito anticíclico. Os países que aumentaram os seus investimentos em investigação e inovação têm melhores perspectivas para sair da crise. Conseguiram manter ou aumentar os seus orçamentos de I&D 17 Estados‑Membros em 2009 e 16 em 2010.
  • Os investimentos no domínio da inovação devem ser «mais inteligentes». Os países com mais êxito na inovação concentraram os seus investimentos numa estratégia de especialização inteligente, que combina as políticas do lado da oferta (como as subvenções públicas concedidas ao ensino superior, I&D comercial, capital de risco e infra‑estruturas científicas e tecnológicas) com as do lado da procura (como os contratos públicos para produtos inovadores, normalização com base no desempenho e regulamentação pró‑competitiva dos mercados dos produtos).
  • A formação de pessoas altamente qualificadas deve corresponder às necessidades das empresas. Apenas 46 % dos investigadores da UE trabalham no sector empresarial (80 % nos EUA). Os Estados‑Membros devem adaptar os seus sistemas educativos, a fim de continuarem a aumentar esses números, assegurando simultaneamente uma melhor adaptação às necessidades das empresas.
  • A integração e a internacionalização da investigação reforçam o retorno dos investimentos. A internacionalização e a produção eficiente de excelência científica reforçam-se mutuamente. Os fluxos de conhecimentos (isto é, tanto entre estudantes como através da cooperação em publicações e patentes conjuntas) na Europa constituem uma forte vantagem e serão mais reforçados pela realização do Espaço Europeu da Investigação. Contudo, estes fluxos estão concentrados apenas em alguns países da Europa Ocidental.
  • Condições-quadro deficientes impedem que os conhecimentos se transformem em produtos e serviços comerciáveis. A Europa está a perder terreno na exploração dos resultados da investigação. A UE é o primeiro produtor mundial de publicações científicas com avaliação interpares (29 % em 2009), mas a taxa de crescimento dos pedidos de patentes ao abrigo do Tratado de Cooperação em matéria de Patentes (PCT) no Japão e na Coreia do Sul é quase o dobro da verificada na UE. Metade dos Estados‑Membros nem sequer regista qualquer patente de alta tecnologia no Instituto Europeu de Patentes (IEP). São necessárias novas medidas para proporcionar uma protecção e gestão mais eficientes dos direitos de propriedade intelectual. A Patente Europeia, actualmente a ser negociada, constituirá um importante começo.
  • A Europa tem um forte potencial em invenções tecnológicas para dar resposta aos desafios societais. Em 2007, a UE representava 40 % das patentes relacionadas com as tecnologias em matéria de alterações climáticas, o que demonstra que investimentos específicos em investigação e demonstração em domínios essenciais combinados com medidas de apoio ao desenvolvimento do mercado podem conduzir a novas tecnologias e inovações. É este o espírito que anima as parcerias europeias de inovação lançadas pela União da Inovação.
  • Necessitamos de mais PME inovadoras e de rápido crescimento. A UE necessita de recuperar o atraso em relação aos EUA a nível da intensidade de investigação das indústrias de alta tecnologia e de média-alta tecnologia. Por outras palavras, precisa de mudanças estruturais dentro e entre os sectores. Alguns países europeus como a Áustria e a Dinamarca conseguiram uma mudança estrutural no sentido de uma economia com elevada intensidade de conhecimentos. Muitos destes países também recuperaram melhor da crise económica. As características comuns subjacentes a este êxito são PME inovadoras e de rápido crescimento, que beneficiam de excelência científica na investigação no sector público e condições‑quadro favoráveis para introduzir novos conhecimentos no mercado.

Fonte: Comissão Europeia

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:: Relatório sobre a Competitividade da União da Inovação de 2011 ::
:: Innovation Union Atlas ::
:: COUNTRY PROFILE - PT - Portugal ::
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

QREN: Lista de Projectos Aprovados POFC - 30 de Abril de 2011

:: QREN: Sistemas de Incentivos às Empresas ::
.:: Lista de Projectos Aprovados POFC - 30 de Abril de 2011 ::.

QREN: Lista de Projectos Aprovados - 30 de Abril de 2011

:: QREN: Sistemas de Incentivos às Empresas ::
.:: Lista de Projectos Aprovados - 30 de Abril de 2011 ::.

QREN: Concursos 2º Semestre

:: QREN: Plano de Concursos 2011 ::
.:: Concursos 2º Semestre ::.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Investigação & Desenvolvimento e Inovação: Programas Eleitorais 2011

:: Investigação & Desenvolvimento e Inovação: Programas Eleitorais 2011 ::

:: PSD ::

«(...)
4. Investigação e Desenvolvimento:
  • Clarificação da política de ID&D na área da energia (incentivos fiscais, disponibilização de infra-estruturas para investigação, coordenação com universidades e institutos públicos), concentrando esforços em áreas com maior potencial de criação de emprego e exportação;
  • Apoio institucional e administrativo nas candidaturas de empresas portuguesas a fundos de I&D da União Europeia;
  • Apoio nas áreas em que Portugal já assumiu compromissos de forma a poder rentabilizar e criar valor para o País, tais como as fileiras industriais no solar e ondas, bem como nas tecnologias relacionadas com os veículos eléctricos e as redes inteligentes.

Desenvolvimento de um Plano Integrado de Inovação e Empreendedorismo

Objectivo: impulsionar o financiamento, a colaboração universidade/empresa, a procura e mentalidade empreendedora nos âmbitos da inovação e empreendorismo em Portugal.
  • Atrair capital de risco (inicial e de desenvolvimento) junto de instituições nacionais e internacionais
    • Criação de um “seed” fórum para apresentação de ideias de negócio a potenciais investidores nacionais e internacionais (exemplo Noruega);
    • Criação de uma rede nacional público-privada de incubadoras de negócios e de um pacote dirigido a start-ups, incluindo micro crédito e micro capital de risco (exemplo “small business act” dos EUA);
    • Reformular o capital de risco público, concentrando numa única entidade os vários veículos (Caixa Capital, AICEP Capital e InovCapital), e reforçando os fundos afectos e procurando atrair outros investidores;
    • Privilegiar abordagem indexada a resultados na atribuição de subsídios em detrimento de apoios 100% a fundo perdido;
  • Criar incentivos fiscais à inovação e ao empreendedorismo como mais adiante se caracteriza.
  • Aproximar definitivamente as universidades e a comunidade empresarial, transformando o modelo de gestão de recursos associados a programas de inovação
    • Criar incentivos à colaboração entre empresas e Universidades, definindo áreas concretas de actuação (p.ex., eficiência energética e reabilitação urbana) e adoptando sistemas de candidatura competitivos com total transparência nos critérios de escolha;
    • Introduzir incentivos salariais para investigadores em função da capacidade de mobilizar recursos e desenvolver investigação de alta qualidade e impacto numa lógica de cooperação Empresarial;
    • Criar regime especial de vistos de residência para quadros e investigadores estrangeiros, incluindo contexto fiscal favorável (vide medida no eixo III.1.1);
    • Introduzir no plano curricular disciplinas e métodos de ensino que promovam a criatividade e o empreendedorismo e, no caso específico de licenciaturas de engenharias e ciências, instituir a disciplina obrigatória de empreendedorismo;
  • Reforçar e agilizar o sistema de incentivos fiscais focalizando-o no apoio à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico industrialmente orientado e à inovação empresarial;
(...)»

Fonte: Programa PSD
:: PS ::

«(...)
  • Em quarto lugar, a continuação do investimento em ciência e tecnologia, e na sua ligação ao mundo económico e empresarial.
(...)»

Fonte: Programa PS

    :: CDS-PP ::

    «O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que as empresas que reinvistam os seus lucros, que sejam exportadoras e que numa conjuntura de recessão, contratem pessoal devem ser beneficiadas com "créditos fiscais".

    "É uma medida com escasso ou nulo impacto nas contas públicas", disse Portas numa conferência sobre europa e fiscalidade, organizada pelo DN, TSF e Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), que está a decorrer no CCB.»

    Fonte: Diário de Notícias

    .:: Links ::.

    :: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

    :: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

    :: SIFIDE: Resumo Histórico ::

    Inovação: 600 milhões de euros para a Internet do futuro

    :: Inovação: 600 milhões de euros para a Internet do futuro ::
    .:: Agenda Digital: Comissão e indústria europeia unem forças para construir a Internet do futuro ::.

    A primeira fase de uma parceria público-privada de 600 milhões de euros para a Internet do futuro (FI-PPP) foi lançada hoje pela Vice-Presidente da Comissão Europeia Neelie Kroes. A parceria apoiará a inovação na Europa e ajudará as empresas e os governos a criarem soluções Internet capazes de gerir o aumento exponencial dos dados em linha. A Internet, até agora conhecida por ligar entre si computadores e pessoas, está a tornar-se móvel e irá ligar uma vasta gama de máquinas e objectos. A actual Internet é manifestamente incapaz de gerir estes futuros fluxos de dados e de oferecer a desejada precisão, resiliência e segurança. A parceria explorará oito domínios em que esta revolução dos dados poderá impulsionar a inovação e a criação de emprego nos sectores das comunicações móveis, do software e dos serviços. A Comissão Europeia disponibilizou 300 milhões de euros para financiamento ao longo de 5 anos, tendo as organizações de investigação, as empresas e o sector público europeus assumido o compromisso de contribuírem com igual montante para esta PPP. Os projectos hoje lançados receberão, em conjunto, 90 milhões de euros de financiamento da UE (devendo os restantes parceiros dos projectos contribuir com igual montante). Um elemento fundamental da Agenda Digital para a Europa é a dinamização e focalização das actividades de investigação, desenvolvimento e inovação da UE.

    Neelie Kroes, Vice-Presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, declarou: «Até 2014, a economia da Internet irá atingir 5,8 % do PIB, ou seja, perto de 800 mil milhões de euros, mas estamos apenas no início da era da Internet. A Europa deve mobilizar todo o seu talento para se manter na vanguarda neste sector, não só para garantir a competitividade futura da Europa e dar livre curso à criatividade, à inovação e ao empreendedorismo europeus, mas também para salvaguardar os valores europeus, como a privacidade, a abertura e a diversidade. Devemos, pois, utilizar as finanças públicas de modo inteligente para mobilizar o investimento da indústria — se não formos os primeiros a investir e a inovar, sê-lo-ão os nossos concorrentes a nível mundial».

    O tráfego de dados na Internet cresce anualmente 60 %. Estamos já a recorrer à Internet para fornecer muitos serviços essenciais. Os novos serviços nos domínios da mobilidade, da poupança de energia, dos cuidados de saúde e da governação estimularão o desenvolvimento de novas aplicações que ainda nem imaginamos.

    Para aproveitar esta oportunidade e garantir a competitividade futura da Europa, a Comissão Europeia apostou na FI-PPP, que procurará dar resposta a uma série de problemas essenciais que actualmente travam o desenvolvimento da Internet na Europa.

    152 organizações pioneiras comprometeram-se hoje a utilizar esta parceria para criar a Internet do futuro na visão da Europa. Empresas privadas, organizações de investigação e o sector público assumiram o compromisso de contribuir com um montante idêntico ao da UE (90 milhões de euros) para financiar a primeira fase do programa. Trata-se da primeira parte de um total de 300 milhões de euros de contribuição da UE para esta PPP quinquenal. A iniciativa apoia-se nas actuais actividades de investigação financiadas pela UE, contando com a participação de parceiros a nível nacional e regional, com vista ao desenvolvimento de novas tecnologias, serviços e modelos de negócio para a Internet do futuro.

    Uma plataforma normalizada e interoperável de serviços Internet

    O projecto FI-WARE receberá um financiamento de 41 milhões de euros da UE para desenvolver o conjunto de ferramentas essenciais da plataforma necessário para a criação de serviços inovadores da Internet do futuro, nomeadamente nos domínios da privacidade, do processamento em tempo real e da nebulosa computacional. Esta caixa de ferramentas estará aberta a quem pretenda inovar. Para lançar o processo de inovação, serão realizados vários ensaios em grande escala de serviços e aplicações inovadores assentes na Internet, em cidades como Estocolmo e Santander. Oito projectos-piloto (cada um deles financiado com cerca de 5 milhões de euros durante 2 anos) liderarão o processo e explorarão a Internet do futuro:

    • ENVIROFI ‑ dados do domínio público sobre o ambiente;
    • SMARTAGRIFOOD ‑ tornar a cadeia de valor alimentar mais inteligente;
    • FINSENY ‑ colher os benefícios da gestão de electricidade a nível local;
    • OUTSMART ‑ tornar as infra-estruturas públicas urbanas mais inteligentes e eficientes; desenvolver ecossistemas de inovação em Londres, Berlim, Aarhus, Santander e Trento, respectivamente nos domínios dos transportes e ambiente, gestão dos resíduos, água e esgotos, contadores inteligentes e iluminação pública, água e ambiente;
    • FI-CONTENT ‑ media em rede, nomeadamente jogos;
    • FINEST ‑ aumentar a eficiência das cadeias de valor logísticas internacionais;
    • INSTANT MOBILITY ‑ mobilidade pessoal;
    • SAFECITY ‑ tornar os espaços públicos urbanos mais seguros.

    Antecedentes

    O programa de parceria público-privada para a Internet do futuro envolve 152 organizações distintas. Nele participam organizações de 23 Estados-Membros da UE ou países associados ao 7.º programa-quadro de investigação da UE (7.º PQ). Para mais pormenores, consultar www.fi-ppp.eu.

    A primeira fase da FI-PPP terá a duração de dois anos (2011-2012) e criará a caixa de ferramentas dos serviços genéricos com vista a preparar o ensaio em grande escala. A segunda fase (2013-14) serão os ensaios em grande escala, em toda a Europa, de serviços e aplicações Internet inovadores e complexos numa vasta gama de domínios. A terceira fase (2014-2015) será dedicada à transformação destes ensaios em ecossistemas digitais férteis e à sua ligação às respectivas políticas regionais de inovação.

    A FI-PPP é uma iniciativa aberta. A estratégia multifases e os convites abertos para o FI-WARE asseguram uma participação ampla e aberta. O trabalho da FI-PPP ficará aberto a terceiros que, com base nele, pretendam inovar.


    Fonte: Comissão Europeia

    quinta-feira, 10 de março de 2011

    Taxa Zero para PME Inovadoras

    :: Taxa Zero para PME Inovadoras ::

    O Conselho de Ministros de 10 de Março aprovou um Decreto-Lei que cria a Taxa Zero para a Inovação, com o objectivo de reduzir os custos de contexto e encargos administrativos para as Pequenas e Médias Empresas inovadoras ou empresas de jovens empreendedores que invistam em investigação e desenvolvimento, no quadro do Simplex e da Iniciativa para a Competitividade e o Emprego.

    As empresas que tenham realizado despesas de investigação e desenvolvimento, mantido ou aumentado o quadro de pessoal e aumentado o volume negócio em 5% ou mais, nos três anos anteriores, ficam isentas do pagamento de taxas ou emolumentos que seriam devidos por actos praticados por serviços da Administração Central do Estado, directa e indirecta.

    A verificação das condições para beneficiar desta isenção é feita anualmente e anotada, de forma automática e electrónica, na certidão do registo comercial da sociedade, de acordo com a informação constante na base de dados da Informação Empresarial Simplificada (IES).

    A iniciativa Taxa Zero para a Inovação prevê a isenção de taxas e emolumentos para as PMEs, devidamente certificadas pelo IAPMEI, que, nos últimos três exercícios económicos, i) tenham realizado despesas de investigação e desenvolvimento, ii) mantido ou aumentado o número de trabalhadores no seu quadro de pessoal e iii) aumentado o volume negócio em valor médio igual ou superior a 5%. Esta medida abrange ainda as start ups que invistam em investigação e desenvolvimento.

    Assim, as PMEs que reúnam estas condições ficarão isentas do pagamento de taxas ou emolumentos que seriam devidos por actos praticados por serviços da Administração Central do Estado, directa e indirecta, como sejam, a título de exemplo:
      1. Registos comerciais da vida da empresa como, por exemplo, os registos da nomeação de um gerente ou de um administrador da sociedade;
      2. Registos prediais da vida da empresa como, por exemplo, o registo da compra de um imóvel que seja a sede da empresa;
      3. Registos da frota automóvel da empresa;
      4. Registo da marca ou da patente da empresa;
      5. Taxas envolvidas no licenciamento de uma actividade industrial como a apreciação do pedido de autorização e instalação de uma fábrica;
      6. Taxas cobradas pelos serviços de segurança contra incêndio em edifícios prestados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil;
      7. Taxas cobradas pelos serviços prestados pelo Instituto Português da Qualidade para controlo dos instrumentos de medição como, por exemplo, balanças ou bombas de gasolina;
      8. Taxas cobradas pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres que envolvam, por exemplo, a autorização para o transporte de mercadorias perigosas.

    .:: Perguntas e Respostas ::.

    1. O que é a Taxa Zero para a Inovação?

    A Taxa Zero para a Inovação é uma medida dirigida às PME inovadoras e às jovens empresas (start ups) que invistam em investigação e desenvolvimento, que isenta estas empresas do pagamento de taxas e emolumentos devidos por actos praticados por serviços da administração central do Estado, directa e indirecta como, por exemplo, as taxas e os emolumentos envolvidos no registo da vida da empresa ou na autorização e instalação de uma fábrica.

    2. Qual o objectivo da Taxa Zero para a Inovação?

    A Taxa Zero para a Inovação é uma das medidas que faz parte da Iniciativa para a Competitividade e Emprego que foi recentemente aprovada pelo Governo e tem como objectivos reduzir os custos de contexto e os encargos administrativos para as PMEs inovadoras e para as jovens empresas (start ups) que apostem na investigação e no desenvolvimento.

    3. Quais são as empresas que estão abrangidas pela Taxa Zero para a Inovação?

    Estão abrangidas as PMEs que tenham essa certificação conferida pelo IAPMEI que, nos últimos três exercícios económicos (por exemplo, 2008, 2009 e 2010), reúnam as seguintes condições:
      1. Realização de despesas de investigação e desenvolvimento;
      2. Manutenção ou aumento do número de trabalhadores no seu quadro de pessoal;
      3. Aumento do volume negócios em valor médio igual ou superior a cinco por cento nos três exercícios económicos.

    Estão ainda abrangidas as jovens empresas (start ups) que apostem na investigação e no desenvolvimento.

    4. Que taxas e emolumentos estão abrangidas pela Taxa Zero para a Inovação?

    A Taxa Zero para a Inovação isenta as PMEs inovadoras e as jovens empresas (start ups) que apostem na investigação e no desenvolvimento do pagamento de diversas taxas e emolumentos cobrados por actos praticados pelos serviços da administração central do Estado, directa e indirecta que estejam relacionadas com a sua actividade económica, como, por exemplo:
      1. Registos comerciais da vida da empresa como, por exemplo, os registos da nomeação de um gerente ou de um administrador da sociedade;
      2. Registos prediais da vida da empresa como, por exemplo, o registo da compra de um imóvel que seja a sede da empresa;
      3. Registos da frota automóvel da empresa;
      4. Registo da marca ou da patente da empresa;
      5. Taxas envolvidas no licenciamento de uma actividade industrial como a apreciação do pedido de autorização e instalação de uma fábrica;
      6. Taxas cobradas pelos serviços de segurança contra incêndio em edifícios prestados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil;
      7. Taxas cobradas pelos serviços prestados pelo Instituto Português da Qualidade para controlo dos instrumentos de medição como, por exemplo, balanças ou bombas de gasolina;
      8. Taxas cobradas pela ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social para que uma empresa que detém uma publicação periódica possa começar a vendê-la ao público;
      9. Taxas cobradas pelos serviços prestados pela Autoridade Marítima Nacional que envolvam, por exemplo, a construção de embarcações;
      10. Taxas cobradas pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres que envolvam, por exemplo, a autorização para o transporte de mercadorias perigosas.

    5. Qual o montante que as empresas abrangidas por esta medida podem poupar com esta medida?

    Com esta medida, estima-se que estas empresas possam poupar, no total, cerca de três milhões de euros. E que cada empresa possa poupar até mil euros por ano.

    6. Quantas empresas vão ser abrangidas por esta medida?

    Estima-se que esta medida abranja cerca de 1000 empresas por ano.

    7. Quando entra em vigor a medida hoje aprovada?

    Tendo em conta os calendários do processo legislativo e os desenvolvimentos informáticos que são necessários realizar para implementar esta medida, prevê-se que a mesma entre em funcionamento no 2.º semestre deste ano.

    8. A isenção de taxas e emolumentos ao abrigo da Taxa Zero para a Inovação abrange taxas cobradas pelas autarquias?

    Não. Na primeira fase desta medida, apenas está previsto que estejam abrangidas as taxas e emolumentos cobrados por actos praticados pelos serviços da administração central do Estado, directa e indirecta.

    Para que, no futuro, também possa haver isenções de taxas cobradas pelas autarquias, é necessário apresentar uma Proposta de Lei na Assembleia da República.

    9. Esta medida abrange a isenção de taxas fiscais e de segurança social?

    Não. No actual cenário de controlo orçamental não é possível isentar as empresas de taxas fiscais e de segurança social.

    10. O Governo vai tomar mais medidas de simplificação e de redução dos custos de contexto, com o objectivo de para promover a competitividade e o emprego?

    Sim. Brevemente, serão tomadas outras medidas de simplificação administrativa, nomeadamente através da criação de um programa Simplex Exportações, especialmente dedicado às empresas exportadoras.

    11. Esta medida constitui um exercício isolado de redução de custos de contexto para as empresas?

    Não. Estas medidas inserem-se num conjunto muito vasto de iniciativas de simplificação que visam reduzir custos de contexto para as empresas, favorecendo a criação de riqueza e de postos de trabalho.

    Recentemente, foi simplificada a constituição de sociedades por quotas e sociedades unipessoais por quotas, com a eliminação da obrigatoriedade de um capital social mínimo - que era de 5000 mil euros - e que passou a poder ser livremente definido pelos sócios. Com esta iniciativa, foi também eliminada a necessidade de depositar, no momento da constituição da sociedade, o capital social, podendo as entradas financeiras ser entregues nos cofres da sociedade até ao final do primeiro exercício económico.

    No âmbito do programa Simplex, foram eliminadas formalidades desnecessárias, sem qualquer valor acrescentado, simplificados procedimentos e disponibilizados novos serviços em regime de balcão único, presenciais ou através da Internet.

    Assim, tornaram-se facultativas as escrituras relativas a diversos actos da vida dos cidadãos e das empresas, reduziram-se prazos e desmaterializaram-se procedimentos para iniciar uma actividade industrial, disponibilizaram-se serviços através da Internet, como a Empresa Online, a Informação Empresarial Simplificada (IES), ou as certidões permanente do registo comercial e predial, e abriram-se balcões únicos como a Empresa na Hora e o Casa Pronta, apontados no relatório Doing Business 2011, do Banco Mundial, como reformas de sucesso, que contribuíram para melhorar a posição de Portugal no ranking que avalia o ambiente de negócios.

    Fonte: Governo da República Portuguesa

    terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

    Inquérito à Valorização de Resultados da I&D Empresarial

    :: Inquérito à Valorização de Resultados da I&D Empresarial ::

    .:: Relatório preliminar da análise dos Resultados do Inquérito ::.

    O Inquérito às Perspectivas de Valorização dos Resultados da I&D Empresarial foi lançado a um conjunto de empresas com projectos de I&D com apoio público, e com um intervalo de execução dos projectos que com maior probabilidade tivessem resultados a chegar ao mercado entre 2008 a 2013. Embora partindo dos projectos o Inquérito dirigia-se às empresas que podiam inclusive indicar resultados da sua actividade de I&D que não tivesse tido apoio público.

    O objectivo do Inquérito era duplo. Em primeiro lugar perceber as perspectivas concretas dos resultados do investimento em I&D pelas empresas nos últimos anos. Em segundo lugar, identificar eventuais dificuldades à chegada ao mercado e possíveis medidas de apoio para as superarem.

    Seguem em baixo alguns dados extraídos do documento de referência:

    Fonte: ADI, 2011


    Fonte: ADI, 2011


    Fonte: ADI, 2011


    Fonte: ADI, 2011

    No Anexo 1, foram publicadas Extractos das Propostas/Reflexões de Empresas Inquiridas sobre Apoios Públicos, nomeadamente nos seguintes tópicos:
    • Apoios às Exportações e Internacionalização
    • Apoio “Facilitador” - Broker
    • Compras Públicas / Grandes Empresa
    • Demonstradores
    • Apoio financeiro
    • Capital de Risco
    • SIMPLEX
    • Certificação/ Legislação/ Licenciamento
    • Apoio a Patentes
    • Políticas Sectoriais
    • Apoio a startups
    • Atracção Investimento Estrangeiro

    :: ADI: Inquérito à Valorização de Resultados da I&D Empresarial ::

    Fonte: ADI


    .:: Links ::.

    :: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

    :: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

    :: SIFIDE: Resumo Histórico ::

    sábado, 19 de fevereiro de 2011

    Green Paper: Dos Desafios às Oportunidades: Para um Quadro Estratégico Comum de Financiamento da Investigação e Inovação da UE

    :: Green Paper: Dos Desafios às Oportunidades: Para um Quadro Estratégico Comum de Financiamento da Investigação e Inovação da UE ::

    O presente Livro Verde tem como objectivo lançar um debate público sobre as questões-chave a ter em conta nos futuros programas de financiamento da investigação e inovação da UE. Estes programas farão parte das propostas da Comissão para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) a apresentar em Junho de 2011. Prevê-se a adopção de propostas específicas relativas a programas de financiamento até ao final de 2011. Ascomunidades nos sectores da investigação, empresas, Governos e sociedade civil são convidadas a participar neste importante debate.

    A realização dos objectivos da Estratégia Europa 2020 de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo está dependente da investigação e inovação enquanto motores essenciais de prosperidade social e económica e de sustentabilidade ambiental. É por essa razão que, no contexto da Estratégia Europa 2020, a União Europeia se fixou o objectivo de aumentar as despesas em I&D a fim de que estas atinjam 3% do PIB até 2020. A iniciativa emblemática União da Inovação advoga uma abordagem estratégica e integrada da investigação e inovação. Estabelece o quadro e os objectivos para os quais o futuro financiamento da investigação e inovação da UE devem contribuir, com base nas disposições dos Tratados.

    O Conselho apelou para que os futuros programas de financiamento da UE se centrassem mais fortemente nas prioridades da Estratégia Europa 2020, incidissem nos desafios societais e nas tecnologias-chave, facilitassem a investigação em colaboração e orientada pela indústria, racionalizassem os instrumentos, simplificassem radicalmente o acesso, reduzissem o tempo para a colocação no mercado e reforçassem a excelência.

    A Reapreciação do Orçamento apresentou princípios fundamentais que devem estar subjacentes ao futuro orçamento da UE: colocar a tónica em instrumentos com valor acrescentado europeu comprovado, tornar-se mais orientado para os resultados e produzir um efeito de alavanca noutras fontes de financiamento públicas e privadas. A Reapreciação do Orçamento propôs que toda a gama de instrumentos da UE no domínio da investigação e inovação se inscrevesse num Quadro Estratégico Comum. Na sua reunião de 4 de Fevereiro de 2011, o Conselho Europeu debateu a questão da inovação e apoiou o conceito de Quadro Estratégico Comum com vista a melhorar a eficiência do financiamento no domínio da investigação e inovação aos níveis nacional e da UE. O presente Livro Verde identifica questões-chave sobre a forma de atingir estes objectivos ambiciosos.

    Embora o presente Livro Verde se centre na investigação e inovação, há ligações importantes com outros programas da UE, tal como identificados na Reapreciação do Orçamento, e designadamente com os futuros fundos da política de coesão e dos programas de educação.

    Fonte: Comissão Europeia

    :: Green Paper ::

    .:: Dos Desafios às Oportunidades: Para um Quadro Estratégico Comum de Financiamento da Investigação e Inovação da UE ::.

    Fonte: Comissão Europeia

    quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

    Investigação e Inovação - Financiamento UE: Comissão lança consulta sobre mudanças radicais para impulsionar crescimento e criação de emprego

    :: Investigação e Inovação - Financiamento UE ::

    .:: Comissão lança consulta sobre mudanças radicais para impulsionar crescimento e criação de emprego ::.

    A Comissão Europeia lança hoje uma consulta sobre importantes melhorias introduzidas no financiamento UE da investigação e inovação. O objectivo é facilitar a participação, aumentar o impacto económico e científico e melhorar a rentabilidade. O objectivo é que o «Quadro Estratégico Comum» agora proposto, apresentado em Livro Verde, abranja o Sétimo Programa‑Quadro de Investigação (7.º PQ), o Programa-Quadro para a Competitividade e a Inovação (PCI) e o Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (IET). Criar-se-á assim um conjunto coerente de instrumentos de financiamento ao longo de toda a «cadeia de inovação», desde a investigação fundamental até à introdução dos produtos e serviços inovadores no mercado, apoiando‑se simultaneamente a inovação não tecnológica, por exemplo em design e marketing. O Livro Verde da Comissão fornece ainda a base para uma maior simplificação de processos e de regras. As alterações destinam-se a maximizar o financiamento UE da investigação e inovação no âmbito da iniciativa «União da Inovação» e da «Estratégia Europa 2020». As partes interessadas devem reagir até 20 de Maio de 2011.

    A Comissária responsável pela Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn, declarou: «Queremos maximizar o valor de cada euro que a UE investe na investigação e inovação. Queremos tornar claro a que ponto o financiamento UE possui potencial para gerar crescimento e emprego e melhorar a qualidade de vida na Europa face a desafios de monta como as alterações climáticas, a eficiência energética e a segurança alimentar. Ao tornar os programas mais coerentes e mais simples, facilitamos a vida a investigadores e inovadores (especialmente às PME), atraímos mais candidaturas e obtemos resultados ainda melhores. Espero que o debate seja abrangente e inovador, combinando a Internet e os meios de comunicação social.»

    A Comissária Máire Geoghegan-Quinn lança o Livro Verde em cooperação com os seis outros comissários com responsabilidades no campo da investigação e da inovação: os vice-presidentes Siim Kallas, Neelie Kroes e Antonio Tajani, e os comissários Androulla Vassiliou, Janez Potočnik e Günther Oettinger.


    .:: Acesso facilitado ao financiamento UE no âmbito da investigação e inovação ::.

    No Livro Verde, a Comissão propõe um «Quadro Estratégico Comum» que combina três vertentes fundamentais.

    Em primeiro lugar, uma incidência clara em três objectivos que se reforçam mutuamente: dotar a UE de uma base científica de vanguarda; impulsionar a competitividade em toda a linha; enfrentar grandes desafios como as alterações climáticas, a eficiência de recursos, a segurança energética e alimentar, a saúde e o envelhecimento da população.

    Em segundo lugar, tornar o financiamento da UE mais atraente e de acesso mais fácil para os participantes, através, por exemplo, de um ponto de entrada único com meios de TI comuns ou de um balcão único que forneça assessoria e apoio aos participantes ao longo do processo de financiamento. Acresce ainda que o Quadro Estratégico Comum vai permitir um conjunto de instrumentos de financiamento mais simplificados, abrangendo toda a cadeia de inovação, incluindo investigação fundamental, investigação aplicada, colaboração entre o meio académico e a indústria e inovação ao nível das empresas. Incentivar‑se‑á a flexibilidade como forma de fomentar a diversidade e o envolvimento das empresas. Será igualmente possível apresentar candidaturas para diferentes projectos, sem que seja necessário fornecer várias vezes a mesma informação.

    Em terceiro lugar, os procedimentos contabilísticos de utilização dos fundos serão mais simples e coerentes. Isto pode implicar, por exemplo, o recurso mais frequente ao pagamento de montantes fixos.

    Uma maior simplicidade facilita e torna mais eficaz o controlo financeiro do dinheiro dos contribuintes da UE.

    O Livro Verde preconiza ainda: novas modalidades para juntar o financiamento de investigação dos diferentes Estados-Membros; melhor ligação com os fundos de coesão; utilização do financiamento para incentivar concursos públicos; maior recurso a prémios; consolidação do papel do Conselho Europeu de Investigação e de instrumentos financeiros como o Mecanismo de Financiamento com Partilha de Riscos (RSFF), a garantia de empréstimo e os investimentos em capitais de risco; elaboração de um conjunto de indicadores de desempenho que meçam o êxito do financiamento da investigação e inovação na UE.

    Nas próximas semanas, a Comissão vai lançar um concurso para determinar a designação mais inspiradora para o novo quadro comum.

    As propostas da Comissão terão em conta as avaliações intercalares do Sétimo Programa-Quadro (ver IP/10/1525) e o Programa-Quadro para a Competitividade e a Inovação. Publica-se igualmente hoje a resposta da Comissão à avaliação do 7.º PQ.


    .:: Passos seguintes ::.

    A consulta está aberta a comentários a partir de hoje. A data-limite para apresentação de participações é 20 de Maio. Em 10 de Junho, a Comissão vai organizar uma grande conferência de encerramento, na sequência da consulta pública. A designação do novo quadro estratégico será anunciada nessa ocasião.

    Seguidamente, a Comissão apresentará, antes do final de 2011, uma proposta legislativa para despesas de investigação e inovação ao abrigo do futuro orçamento da UE pós-2013.


    .:: Contexto ::.

    O Programa-Quadro de Investigação (7.º PQ) vigente dispõe de um orçamento de 53 mil milhões de euros (2007-2013). Até ao momento, foram financiados mais de 9000 projectos. Segundo um estudo realizado, só os projectos seleccionados em 2011 criarão até 165 000 postos de trabalho (ver IP/10/966).

    O Programa-Quadro para a Competitividade e a Inovação dispõe de um orçamento de 3,6 mil milhões de euros (2007-2013) e, só em garantias de empréstimo e em projectos‑piloto inovadores de TIC, deu apoio a mais de 100.000 PME.

    O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (IET) é um organismo autónomo da UE, de incentivo à inovação de vanguarda, através do conceito precursor de Comunidades de Conhecimento e Inovação. O IET recebeu 309 milhões de euros do orçamento da UE para o período 2007-2013.

    Fonte: Comissão Europeia

    .:: Links ::.

    :: Livro Verde: Towards a Common Strategic Framework for EU Research and Innovation funding ::

    terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

    INOVAÇÃO: PRIORIDADES PARA A EUROPA

    :: INOVAÇÃO ::

    .:: PRIORIDADES PARA A EUROPA ::.


    .:: A Europa arrisca-se a perder terreno ::.
    • Percentagem do PIB consagrada à I&D :
      • UE: 2%
      • EUA: 2,8%
      • Japão: 3,4%
    • A nossa meta = 3% em 2020
    • Com as actuais metas nacionais apenas 2,7-2,8%
    • Em termos de despesa líquida, a China ultrapassará a UE em 2014

    .:: A UE está progressivamente a perder terreno no domínio da I&D ::.

    Evolução da despesa mundial em I&D em termos reais (em mil milhões de EUR a preços de 2000)

    Fonte: Apresentação de J.M. Barroso ao Conselho Europeu de 4 de Fevereiro de 2011


    .:: Desempenho dos Estados-Membros da UE em matéria de investigação e inovação ::.

    Fonte: Apresentação de J.M. Barroso ao Conselho Europeu de 4 de Fevereiro de 2011


    .:: Quais são os problemas da Europa? ::.
    • Escassez de financiamento
    • Elevado custo das patentes
    • Falta de harmonização legal e fiscal
    • Regulamentação e procedimentos ultrapassados
    • Processo lento de adopção de normas
    • Deficiências nos sistemas públicos de educação e de inovação
    • Não utilização estratégica da contratação pública
    • Dispersão de esforços


    .:: O que poderemos fazer? ::.
    • Consolição orçamental «inteligente»
    • Melhoria do enquadramento
    • Orientação e acompanhamento a nível da UE
    • Um orçamento da UE voltado para o futuro

    Fonte: Apresentação de J.M. Barroso ao Conselho Europeu de 4 de Fevereiro de 2011

    terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

    Inovação: Portugal ganha terreno no ranking da inovação

    :: Portugal ganha terreno no ranking da inovação ::

    .:: 15º lugar no ‘ranking’ da inovação ::.

    Com um aumento muito acima da média europeia em termos de despesas em investigação e desenvolvimento (I&D), Portugal é dos países que mais cresceram no Ranking Europeu da Inovação.

    A Comissão Europeia apresenta hoje o European Innovation Scoreboard referente a 2010, no qual Portugal consegue subir mais um degrau na cadeia que o compara com os outros países, aproximando-se da média europeia e atingindo agora a 15.ª posição no ranking dos países mais inovadores da Europa a 27. No entanto, continua a estar quase na cauda da Europa (está na 23.ª posição), se em causa estiver a avaliação dos efeitos económicos que são atribuídas às medidas que foram tomadas.

    Este ranking é elaborado através da análise de 24 indicadores, agregados em oito grandes categorias: recursos humanos; sistemas de investigação abertos e atractivos; recursos financeiros e infra-estruturas; investimento das empresas; parcerias e empresas; patentes; empresas inovadoras e efeitos económicos. Face ao ranking de 2009, a progressão pode ser entendida como a de "apenas" um degrau (passou da 16.ª posição, em 2009, para a 15.ª, em 2010). Mas, analisada num ciclo de cinco anos, percebe-se que o esforço que tem vindo a ser feito permitiu a Portugal saltar sete posições (em 2006, estava classificado em 22.º lugar) e ficar agora a liderar o grupo dos "Inovadores Moderados", à frente de Espanha e de Itália, os outros dois países que, tal como Portugal, se associaram numa iniciativa como a Cotec.

    Nos rankings que medem o crescimento de indicadores, Portugal é o país que mais cresceu em termos de despesas efectuadas em I&D em percentagem do PIB (estando agora já muito próximo da média europeia), é também o país em que mais jovens com idades entre os 20 e os 24 anos têm o ensino secundário completo e está em primeiro lugar no crescimento de empresas inovadoras que colaboram com outras empresas (em percentagem do total de PME). Está também em segundo lugar no ranking dos países que mais aumentaram a despesa pública em investigação e dos que mais patentes efectuaram em áreas que "constituem um desafio para as sociedades".

    Se a análise for feita em termos desagregados por cada uma das oito áreas analisadas, revela-se a boa posição do país nas áreas de auto-avaliação (em que as empresas declaram os seus métodos e resultados) e uma posição mais frágil nas variáveis que medem desempenhos económicos.

    A rubrica em que Portugal mostra um melhor resultado - e está mesmo em terceiro lugar face os países da Europa a 27 - é no item "Inovadores", isto é, dos países com empresas que declaram ter introduzido produtos ou processos inovadoras no mercado, conseguindo com eles uma maior eficiência na utilização de recursos ou na diminuição dos custos de produção. Nas restantes rubricas analisadas, está já próximo da média na dimensão de sistemas de investigação abertos e atractivos (onde está em 13.º lugar) e na existência de parcerias entre empresas (está em 15.º lugar), e tem um assinalável 12.º lugar em termos de recursos financeiros e infra-estruturas. Mas o investimento das empresas e os recursos humanos ainda estão longe da média, respectivamente, no 18.º lugar e na 21.ª posição.

    Fonte: Governo da República Portuguesa


    O pior lugar de todos acaba por ser mesmo nos efeitos económicos conseguidos, onde ocupa a 23.ª posição. Indicadores como o emprego em sectores que exigem elevada qualificação, o volume das exportações de bens de média e alta tecnologia ou a venda de bens resultantes de inovações apresentam desempenhos e evoluções abaixo da média europeia.

    O pelotão da frente deste European Innovation Scoreboard continua entregue à Suécia, à Dinamarca, à Finlândia e à Alemanha.

    Fonte: Público


    .:: Links ::.


    :: INNOVATION UNION SCOREBOARD 2010: The Innovation Union's performance scoreboard for Research and Innovation ::

    :: Portugal: European Innovation Scoreboard (EIS)2008-2009 ::

    :: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

    :: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

    :: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial II ::

    quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

    QREN: Vale Inovação

    :: QREN: Vale Inovação | AAC nº 02/SI/2011 ::

    .:: Prazos para a Apresentação de Candidaturas ::.
    .:: Entre o dia 25 de Janeiro de 2011 e o dia 09 de Março de 2011 ::.

    O SI Qualificação de PME visa a promoção da competitividade das PME através do aumento da produtividade, da flexibilidade e da capacidade de resposta e presença activa no mercado global, através da utilização de factores dinâmicos da competitividade.Através do presente Aviso pretende-se apoiar de forma simplificada a aquisição de serviços de consultoria e de apoio à inovação por parte de PME a entidades devidamente qualificadas para o efeito, para resposta a necessidades específicas da empresa, no sentido do aumento da sua competitividade.

    Neste âmbito, incluem-se actividades de consultoria de gestão, assistência tecnológica, serviços de transferência de tecnologia, consultoria para aquisição, protecção e comercialização de direitos de propriedade intelectual e industrial e para acordos de licenciamento, consultoria relativa à utilização de normas e serviços de ensaios e certificação.

    :: Tipologia de Projectos a Apoiar ::

    Os projectos a apoiar inserem-se na tipologia “Vale Inovação – projecto simplificado de inovação” (alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do regulamento do SI Qualificação de PME).

    O Vale Inovação visa o apoio à aquisição de serviços de consultoria e de inovação prestados por uma entidade seleccionada a partir da lista de entidades qualificadas, publicada no sítio Incentivos QREN (http://www.incentivos.qren.pt/), bem como nos sítios dos Programas Operacionais do QREN.

    São susceptíveis de apoio os projectos que prevejam intervenção nas seguintes áreas de consultoria e inovação:
    • Organização e gestão e tecnologias de informação e comunicação;
    • Desenvolvimento e engenharia de produtos, serviços e processos;
    • I&DT e transferência de tecnologia;
    • Propriedade industrial;
    • Criação, moda e design;
    • Comercialização e marketing;
    • Economia digital;
    • Qualidade;
    • Ambiente;
    • Diversificação e eficiência energética;
    • Internacionalização.
    Não são apoiáveis as seguintes actividades:
    • Acções de formação;
    • Software já desenvolvido e comercializado no mercado;
    • Design e produção de material de publicidade.
    O estatuto de entidade qualificada obtido no âmbito do AAC n.º 01/SI/2008 permanece válido para o presente concurso.

    Fonte: POFC

    .:: Links ::.

    :: Vale I&DT: AAC nº 02/SI/2011 ::
    :: Vale I&DT: Qualificação de Entidades para o Vale I&DT ::
    :: QREN: Quadro de Referência Estratégico Nacional ::
    :: QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

    terça-feira, 25 de janeiro de 2011

    Financiamento da UE para a Investigação e Inovação

    :: Financiamento da UE para a Investigação e Inovação - alterações imediatas destinadas a reduzir a burocracia para os investigadores e as PME ::

    A Comissão Europeia adoptou hoje medidas para tornar a participação no actual Sétimo Programa-Quadro de Investigação da UE mais atractiva e mais acessível para os melhores investigadores e as empresas mais inovadoras, especialmente as pequenas e médias empresas (PME). Com base no plano de simplificação apresentado pela Comissão em Abril de 2010, estas medidas produzem efeitos imediatos.

    A Comissária responsável pela Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn, declarou: «As actuais medidas permitirão aos muitos milhares de pessoas de nível excelente que financiamos poupar tempo e esforços na apresentação de papelada e dedicar-se ao que fazem melhor, ou seja, trabalhar no sentido de impulsionar o crescimento e a criação de empregos e melhorar a qualidade de vida na Europa, através de inovação e investigação de craveira mundial. Queremos atrair ainda mais e melhores candidatos, incluindo pequenas empresas dinâmicas que não conseguem lidar com resmas de papelada administrativa. Isto é apenas o início: a Comissão já propôs grandes mudanças nas regras financeiras gerais aplicáveis a todos os programas de financiamento da UE e, se o Parlamento e o Conselho chegarem a acordo sobre esta matéria, apresentaremos medidas de simplificação mais radicais para o programa que se sucederá ao 7.º PQ.»

    .:: Três medidas concretas ::.

    A Comissão adoptou três medidas concretas com efeito imediato sobre a gestão das subvenções da UE destinadas à investigação no âmbito do actual programa de investigação da UE (7.° PQ). Cada uma destas medidas responde a preocupações repetidamente expressas pelos participantes e potenciais candidatos ao 7.° PQ:

    • Permitir uma maior flexibilidade na forma como os custos de pessoal são calculados a fim de que os beneficiários de subvenções da UE no domínio da investigação possam aplicar os seus métodos contabilísticos habituais ao solicitar o reembolso de custos médios de pessoal. Deixará de ser necessário criar sistemas de contabilidade completos paralelos apenas para este fim;
    • Os proprietários de PME cujos salários não estejam formalmente registados nas suas contas podem agora ser reembolsados, através de pagamentos a uma taxa fixa, pela sua contribuição em projectos de investigação.
    • Um novo grupo de direcção composto por altos funcionários de todos os serviços da Comissão e agências envolvidas eliminarão as inconsistências na aplicação das regras relativas ao financiamento da investigação.

    .:: Passos seguintes ::.

    A Comissão considera a simplificação um dos princípios básicos na concepção do próximo programa de investigação e inovação da UE e continuará a insistir no sentido da introdução de melhorias substantivas. Até ao final do presente ano, a Comissão apresentará as suas propostas legislativas para o próximo programa de investigação e inovação da UE, na sequência de uma consulta pública que será lançada no início da Primavera.

    .:: Contexto ::.

    O actual programa de investigação da UE, o 7.º PQ, atraiu mais de 40 000 propostas da comunidade de investigação desde 2007, tendo até à data sido financiados perto de 8 000 projectos. Quase todas as universidades europeias têm participado e cerca de 15% dos participantes são PME.

    Já foram tomadas várias medidas concretas para simplificar os procedimentos, tanto antes como após o início do lançamento do 7.° PQ.

    Em Abril de 2010, a Comissão adoptou uma comunicação em que apresenta outras opções de simplificação aplicáveis ao quadro jurídico em vigor e, a mais longo prazo, a uma eventual revisão do Regulamento Financeiro da UE (ver IP/10/472 e MEMO/10/156). A presente comunicação desencadeou um amplo debate entre as instituições da UE e com muitos outras partes interessadas no domínio da investigação e inovação. Neste contexto, é igualmente conveniente recordar que a proposta da Comissão relativa à revisão do Regulamento Financeiro proporciona formas de simplificação ainda a aplicar ao 7.º PQ, como por exemplo a abolição das contas bancárias remuneradas, e propõe medidas que estabelecerão as bases para uma simplificação mais radical do próximo programa-quadro. Cabe agora ao Conselho e ao Parlamento Europeu adoptar essas medidas.

    As medidas adoptadas na presente Decisão da Comissão baseiam-se num amplo consenso verificado neste debate e estão também em consonância com as recomendações do Grupo de Peritos que procede à avaliação intercalar do 7.° PQ (IP/10/1525)

    Ligação para o texto integral da comunicação da Comissão relativa à simplificação, de Abril de 2010: http://ec.europa.eu/research/fp7/index_en.cfm?pg=documents.



    Fonte: Comissão Europeia

    domingo, 23 de janeiro de 2011

    Comissão Europeia aprovou volume recorde de auxílios estatais para a implantação de redes de banda larga em 2010

    De acordo com os ambiciosos objectivos da agenda digital definida na UE até 2020, a Comissão Europeia aprovou, nos termos das orientações comunitárias para os auxílios estatais à banda larga, o uso de mais de € 1,8 bilhões de fundos públicos para o desenvolvimento da banda larga a apoiar a recuperação económica, o crescimento inclusivo e a competitividade a longo prazo da UE. Os recursos públicos são destinados a garantir que todos os cidadãos tenham acesso a velocidade de acesso à Internet de alta na União Europeia, incluindo em áreas rurais ou remotas.

    O Vice-presidente encarregado da política da concorrência, Joaquín Almunia, comentou: Smart em altos investimentos de alta velocidade em banda larga e infra-estruturas muito são cruciais para criar empregos, crescimento econômico e desempenho para desbloquear o competidor do potencial da UE no longo prazo. expressão "A Comissão está UE empenhada em ajudar os países a acelerar os investimentos privados e públicos nesse setor. "

    Em 2010, a Comissão adoptou um número recorde de 20 decisões que abrangem auxílio para o desenvolvimento da banda larga em, entre outros, da Catalunha, na Finlândia e na Baviera (a lista completa pode ser encontrada aqui ) que autoriza a utilização de mais de € 1,8 mil milhões de fundos públicos para o desenvolvimento da banda larga . Isto irá gerar, potencialmente, até € 3,5 bilhões de investimentos no setor. O auxílio aprovado em 2010 é mais do que quatro vezes a quantidade permitida em 2009 (ver tabela abaixo).

    O apoio público nacional ficou em linha com setembro de 2009 Orientações de banda larga (ver IP/09/1332, MEMO/09/396 e MEMO/10/31 ), que expôs detalhadamente a abordagem da Comissão para os auxílios estatais neste domínio. Pública apoio necessário para assegurar uma cobertura universal de infra-estrutura de banda larga, evitando assim uma fractura digital entre e rurais ou remotas áreas urbanas.

    A Comissão estabeleceu metas ambiciosas para o desenvolvimento da banda larga na sua estratégia UE 2020, na Agenda Digital ( ver página DAE , IP/10/581 , MEMO/10/199 , MEMO/10/200 ) e clarificou a possível utilização de fundos públicos no sector da comunicação em banda larga (ver IP/10/1142 , MEMO/10/426 e MEMO/10/427 ).

    Estes objectivos só podem ser alcançados se os fundos públicos da UE e complementar os investimentos privados para estender a banda larga da geração atual e cobertura de banda larga de altíssima velocidade em áreas onde os operadores de mercado não são susceptíveis de investir em condições comerciais no futuro próximo. Adequados e acessíveis serviços de banda larga pode trazer grandes benefícios econômicos e sociais para as pessoas que vivem e trabalham em áreas como, por exemplo, fornecendo-lhes a possibilidade de teletrabalho, acesso a e-saúde, governo eletrônico e serviços de e-learning.

    Ao avaliar o apoio do público para redes de banda larga, a Comissão faz o apoio do público se não impeça o investimento privado e permite aos operadores alternativos para obter um acesso efectivo e não discriminatório às infra-estruturas de banda larga subsidiada, aumentando assim as possibilidades de escolha e qualidade dos serviços à disposição dos cidadãos .

    A abordagem permitiu que as redes de banda larga são construídos em áreas onde não havia nada disponível antes e são disponibilizados a competir prestadores de serviços de Internet em termos não discriminatórios. Desse modo, os auxílios estatais ajuda famílias e empresas nas zonas rurais para beneficiar o estado-da-arte serviços similares a preços similares aos estabelecidos em áreas urbanas.

    A Comissão continuará a incentivar o uso inteligente dos recursos públicos em consonância com as Diretrizes para levar banda larga de alta velocidade e acesso à Internet de altíssima velocidade para os europeus quanto possível, tão depressa quanto possível - para ajudá-los a beneficiar das vantagens de um conhecimento sociedade baseada.

    Além de financiamento nacional, para o período de financiamento 2007-2013 dos Fundos Estruturais da UE, num total de € 2,3 bilhões foram alocados para investimentos em infraestrutura de banda larga e 12900000000 € aos serviços da sociedade da informação, e mais € 360.000.000, através do Fundo de Desenvolvimento Rural foi utilizada para financiamento de banda larga. O BEI investiu em 2009 € 2,3 bilhões (desde 2000 um total de € 12 bilhões) em infra-estruturas de banda larga.

    Fonte: Comissão Europeia

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    quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

    COTEC: Barómetro de Inovação - Portugal

    :: COTEC: Barómetro de Inovação - Plataforma online que disponibiliza informação sobre as actividades de inovação em Portugal ::

    Fonte: COTEC

    O “Barómetro Inovação” é uma plataforma que visa disponibilizar informações sobre a inovação em Portugal, de acordo com os seguintes objectivos:
    • Divulgar, dando-lhes, maior visibilidade, indicadores e estatísticas de IDI e, através deles, desenvolver análises e apresentações agregadas;
    • Apresentar informação sobre a inovação empresarial, em particular práticas de gestão de inovação;
    • Criar e manter um painel de “líderes” que, com regularidade, emitam as suas opiniões sobre questões de inovação.

    Fonte: COTEC
    Os resultados e conclusões do Barómetro Inovação foram apresentados pela Isabel Caetano, sustentados pelas análises desenvolvidas com base em estatísticas obtidas nos Inquéritos “Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional” (IPCTN) e “Inquérito Comunitário à Inovação”, comumente designado por CIS (Community Innovation Survey). Dos resultados e conclusões divulgados pela COTEC destacamos o seguinte:
    • Globalmente, Portugal encontra-se posicionado na posição 29 de entre os 52 países analisados, com um valor de índice de 3,52, muito próximo da média global dos países analisados (3,65). Encontra-se abaixo das médias dos países da OCDE, Zona Euro, União Europeia e PECO, sendo o melhor posicionado dos países da Europa do Sul, superando Espanha (3,45).
      Fonte: COTEC
    • Em termos do posicionamento verifica-se que, globalmente, Portugal tem um desempenho muito perto da média dos 52 países analisados e que, em termos do agregado Europa do Sul, Portugal é o que se encontra melhor posicionado.
    • No que diz respeito às 4 Dimensões analisadas, verifica-se, para o caso de Portugal, um decréscimo acentuado à medida que se caminha de Condições para Resultados (Condições > Recursos > Processos > Resultados).
    • Portugal, possuindo as condições necessárias com vista à promoção de IDI, não consubstancia essas mesmas condições em outputs visíveis, da forma mais eficaz e eficiente.
    • Quando analisamos os resultados ao nível dos pilares verificamos algum grau de flutuação entre eles. Os pilares com melhor desempenho são Envolvente Institucional, Financiamento e Impactos da inovação, e os com pior desempenho são Capital Humano, Aplicação de Conhecimento e Impactos Económicos.

    .:: Links ::.

    :: Análise de Posicionamento relativo de Portugal - Innovation Digest Dez 10 ::
    :: Apresentação Isabel Caetano ::
    :: Barómetro Inovação ::

    Fonte: COTEC - Barómetro Inovação


    :: Encontro “Open, Fast and Global – New Perspectives on Innovation” ::

    O tema da open innovation deu mote ao Encontro “Open, Fast and Global – New Perspectives on Innovation” que a COTEC Portugal realizou a 13 de Dezembro, no Centro Cultural de Belém (Lisboa), e onde foi apresentado publicamente o Barómetro de Inovação da COTEC.

    A destacar a intervenção do Stefan Lindegaard, especialista em open innovation. É ponto assente que a inovação é crucial para a sobrevivência das empresas nos dias de hoje e cada vez mais se fala de um carácter colaborativo da inovação. Mas, o que é a open innovation? Stefan Lindegaard, especialista em inovação, definiu-a para a plateia no Encontro ‘Open, Fast and Global – New Perspectives on Innovation’: uma questão de mindset.

    Fonte: COTEC
    «Não é uma ferramenta nem um enquadramento teórico, é a abertura da mente»,explicou o orador, que desenvolveu: «todas as empresas têm recursos internos e externos a valorizar. A open innovation trata de os unir». A criação de relacionamentos assume-se crucial, estando em causa, mais do que o I&D das empresas, o C&D: Connect and Development. «O modo como se tratam os parceiros é crucial na open innovation: Quanto tempo se demora a responder às solicitações? Qual é qualidade das respostas dadas?», questionou Stefan Lindegaard.
    Mais...

    Fonte: COTEC

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