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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Portugal Melhor

:: Portugal Melhor ::

Portugal é capaz em muitas áreas de negócio, investigação e inovação. Somos (também) um país que faz, inova, vence. Este vídeo foi feito por um grupo de cidadãos multipartidário e pretende dar força, esperança, confiança a Portugal e aos portugueses. Para tal, é preciso votar: interessar-se pelos destinos do país. E depois trabalhar, dar o nosso melhor. Se esta mensagem o interessou, ajude já com um pequeno gesto: partilhe este vídeo. A esperança é contagiosa.



segunda-feira, 23 de maio de 2011

Finanças publicam tradução da troika em português

:: Finanças publicam tradução da troika em português ::

O ministério das Finanças já traduziu o memorando de entendimento entre a troika (FMI, Comissão Europeia e BCE) e o Governo português.

O anuncio do acordo com a troika aconteceu no passado dia 4 Maio e este fim-de-semana as Finanças publicaram em português o documento.

.:: Leia aqui o memorando da troika ::.

Fonte: Económico

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Inovação: A Reputação de Portugal e o Ranking da Inovação "EIS" 2010

:: Inovação: A Reputação de Portugal e o Ranking da Inovação "EIS" 2010 ::

A notícia sobre o ranking de inovação do "European Innovation Scoreboard" ("EIS"), divulgada pelo Expresso, no qual Portugal subiu uma posição (15º) e passou a ocupar a primeira posição no grupo dos países "moderate innovators", vem confirmar a evolução positiva que o país registou em 2010, no ranking do "CountryRep" um estudo anual que mede a reputação de 35 países junto do público em geral dos países que integram o G7, promovido pelo Reputation Institute.

De acordo com o "CountryRep 2010", Portugal, que mantém a 19ª posição no que diz respeito à reputação do país no exterior, mas melhorou o seu índice em 3,4 pontos. Se em 2009 Portugal obteve um índice de 58.37, numa escala de 0 a 100, em 2010 alcançou 61,8 pontos, valor que indica uma reputação "média".

Quanto à Suécia, lidera não só o ranking de inovação do "European Innovation Scoreboard" como o da reputação "Country Rep 2010", com um índice de reputação de 76,33, face à quarta posição que assumira em 2009, com 71,67 pontos.

É curioso que dois estudos que têm na sua base pressupostos distintos apontam conclusões no mesmo sentido. Na verdade, estamos a comparar os resultados de um ranking baseado em critérios objetivos, como é o caso do "EIS", e uma análise que mede perceções como é o caso do "CountryRep". No entanto, é notório que os progressos verificados nos indicadores do "EIS" já começaram a ter impacto nas perceções da opinião pública externa e que se traduzem num incremento da reputação no exterior.

Por outro lado, se o "EIS" reconhece a Portugal um maior investimento em I&D, um aumento do número de PME's inovadoras no que respeita a produtos e serviços, e um acréscimo no número de doutorados, aponta também como fraquezas o fraco impacto económico destes progressos bem como um peso médio reduzido dos produtos de média e alta tecnologia nas nossas exportações.

Comparando novamente os dois estudos e apesar do facto de terem na sua essência pressupostos distintos, a inovação é um indicador utilizado por ambos. O Índice de Reputação de um país assenta na avaliação que é feita ao nível de três grandes drivers que moldam as perceções dos inquiridos acerca dos países, que são: a eficácia governativa, a atractividade natural e cultural e o ambiente de negócios. Todos eles são compostos por um conjunto de vários atributos que precisam de ser melhorados e comunicados de forma continuada no tempo, para que a nossa reputação cresça.

No "CountryRep" o driver "ambiente de negócios" é precisamente o que integra a vertente da inovação de um país, no qual Portugal se destacou. Quando analisamos "ambiente de negócios" estamos a falar da "qualidade e força das marcas nacionais" que de 2009 para 2010 cresceu de 49,8 para 53,1 pontos em termos de reputação, da "inovação das marcas nacionais" que subiu de 47,4 para 48,9, e do "desenvolvimento tecnológico", que cresceu de 44,6 para 48,1.

Ora, são exatamente estes os atributos que marcam maior diferença entre Portugal e os seus competidores na União Europeia e na OCDE, e que poderão catapultar-nos neste ranking de Reputação e que dependem, em larga medida, do progresso dos indicadores medidos no "EIS". Numa altura em que precisamos de estimular a nossa competitividade na área dos bens transacionáveis, a análise do "CountryRep" tem mostrado que existe uma correlação forte entre a reputação do país e o crescimento das suas exportações bem como do afluxo de turismo e investimento estrangeiro. É então fundamental continuarmos a trabalhar quer no progresso dos indicadores de Inovação, área em que nos podemos destacar ainda mais, quer na comunicação dos mesmos, de forma a gerar perceções cada vez mais fortes para Portugal, com impacto direto na avaliação da nossa reputação como país moderno e desenvolvido.

Fonte: Expresso

.:: Links ::.


:: INNOVATION UNION SCOREBOARD 2010: The Innovation Union's performance scoreboard for Research and Innovation ::

:: Portugal: European Innovation Scoreboard (EIS)2008-2009 ::

:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial II ::

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Portugal reforça posição no ranking da fibra óptica

:: Portugal reforça posição no ranking da fibra óptica ::

Portugal continua na "linha da frente" no ranking europeu da fibra óptica. A última actualização dos dados relativos ao ranking do FTTH Council Europe revela que Letónia, Portugal e Turquia são os principais motores de desenvolvimento e os grandes impulsionadores do sector na Europa.

A análise relativa a 2010 mostra que Portugal reforçou a sua posição no ranking (11º), em resultado do trabalho desenvolvido por três operadores, que aumentaram significativamente a angariação de subscritores/assinantes de FTTH, nomeadamente o incumbente Portugal Telecom, cuja rede passa agora um milhão de casas, o operador alternativo Sonaecom e a Zon Multimédia.

Fonte: FTTH Council Europe

A nível geral, a tecnologia registou um aumento de 18 por cento do número de subscritores ligados, 3,9 milhões no final de 2010.

Os primeiros cinco lugares do Ranking Europeu de FTTH continuam a ser ocupados pelos mesmos países, com a Lituânia no topo, logo seguida pela Suécia, pela Noruega, pela Eslovénia e pela Eslováquia.

Durante o segundo semestre de 2010 a Turquia entrou pela primeira vez no Ranking europeu da fiber-to-the-home, tendo-se revelado como um dos mercados mais dinâmicos. "A fibre-to-the-home está a transformar-se num fenómeno verdadeiramente internacional," nota Chris Holden, presidente do FTTH Council Europe, que aconselha as grandes economias a "acelerar urgentemente o ritmo" sob risco de ficarem para trás e perderem as suas posições cimeiras para os mercados emergentes.

Fonte: Sapo

.:: Links ::.

:: FTTH: FTTH Council Europe - Versão Portuguesa ::

Competitividade das empresas portuguesas piorou em 2010

:: Competitividade das empresas portuguesas piorou em 2010 ::

A internacionalização e o financiamento são dois dos factores mais importantes para o futuro das empresas portuguesas, de acordo com o estudo "Gestão Empresarial em Portugal 2010", feito em conjunto pela consultora Accenture e pela AESE - Escola de Direcção e Negócios.

Com base em entrevistas realizadas a 341 executivos de topo, o estudo analisa a competitividade face ao actual contexto económico e procura antecipar as tendências para os próximos anos.

Entre as principais conclusões, de sublinhar que 60% dos executivos inquiridos consideram a excelência operacional como o principal factor para o sucesso nas suas empresas a 10 anos e 49% dos mesmos consideram que a competitividade das empresas portuguesas no mercado interno piorou, com a ressalva de o pessimismo ser menor no que respeita ao mercado externo.

Interessante é o facto de 42% dos inquiridos encararem a crise como uma dificuldade, sendo que a mesma percentagem de respondentes a vê como uma oportunidade. No que respeita às tendências, os gestores acreditam que o sector terciário continuará a ser prevalecente em termos de crescimento, em forte detrimento do sector primário. O sector do Turismo e da Restauração é, para 66% dos inquiridos, aquele que maior potencial apresenta, seguido das áreas de Tecnologia de Informação (43%) e da Energia (37%). Agricultura, Pescas e Indústria Mineira são os sectores que acusam uma maior regressão. A modernização e a rapidez da execução da justiça é, para 2/3 dos executivos, o factor prioritário na agenda governamental. Ou deveria.

Fonte: OJE

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Exportação: AICEP vai avançar com portal único e livro branco

:: Exportação ::

.:: AICEP vai avançar com portal único e livro branco ::.

As empresas portuguesas não se têm portado mal no que às exportações diz respeito e têm sabido enfrentar os desafios, mas poderão fazer muito melhor. O congresso das Exportações, que está a decorrer em Santa Maria da Feira, ainda vai a meio, mas são já muitas as sugestões e desafios que foram apresentados, nos vários painéis sectoriais e transversais, que decorreram em simultâneo. Melhorar o acesso ao financiamento e combater a burocracia estão no topo das prioridades.

Basílio Horta, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o organismo que organizou este evento, anunciou a intenção de elaborar um Livro Branco onde estará o retrato de cada um dos sectores e as medidas que são importantes para cada um deles. E prometeu, também, um portal único onde as empresas possam ter acesso a tudo o que está a ser programado e executado em termos de promoção externa e apoios à internacionalização.

Na área das energias renováveis e da mobilidade eléctrica, Alexandre Fernandes, presidente da Adene, relatou que uma das medidas que foram propostas pelos participantes passa pela necessidade de aumentar o peso no PIB que tem a componente de investigação neste sector, e que se situa em um por cento. Na área Florestal, o presidente da Forestis, Carvalho Guerra, relembrou o peso da fileira nas exportações nacionais, para logo de seguida avançar que existe capacidade, no país, de duplicar a actual produção. O presidente da associação de produtores florestais relembrou, ainda, a necessidade de avançar com a certificação florestal de uma forma efectiva e pouco burocratizada.

Na fileira da construção também há muitos mecanismos que podem ser melhorados, nomeadamente no que toca aos incentivos e acesso ao financiamento diz respeito. O presidente da Confederação do Sector, Reis Campos, pediu entre outras medidas, uma redução da tributação dos rendimentos auferidos no exterior, apoios para a participação de concursos internacionais e uma diplomacia económica mais interventiva, e melhoria de aspectos de natureza burocrática e fiscal, como os vistos de trabalho.

A necessidade de aumentar o financiamento a empreendedores com vocação inovadora e exportadora foi sublinhada por Sérvulo Rodrigues, da Bes Ventures. O venture capital "não é panaceia para tudo, só deve investir nos melhores projectos, virados para a inovação e na exportação com valor acrescentado”, defendeu.

Antonio Saraiva, da CIP, sintetizou que o aumento das exportações para novos mercados terá de passar pelo reforço da carteira de bens e serviços, através da clusterização da economia e dos pólos de competitividade. É também necessário, enumerou Saraiva, o reforço contínuo das empresas no investimento, na dinamização de uma rede de inteligência competitiva e no investimento na valorização competitiva do território nacional reforçando portos e logística.

Fonte: Público


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Inovação: Portugal ganha terreno no ranking da inovação

:: Portugal ganha terreno no ranking da inovação ::

.:: 15º lugar no ‘ranking’ da inovação ::.

Com um aumento muito acima da média europeia em termos de despesas em investigação e desenvolvimento (I&D), Portugal é dos países que mais cresceram no Ranking Europeu da Inovação.

A Comissão Europeia apresenta hoje o European Innovation Scoreboard referente a 2010, no qual Portugal consegue subir mais um degrau na cadeia que o compara com os outros países, aproximando-se da média europeia e atingindo agora a 15.ª posição no ranking dos países mais inovadores da Europa a 27. No entanto, continua a estar quase na cauda da Europa (está na 23.ª posição), se em causa estiver a avaliação dos efeitos económicos que são atribuídas às medidas que foram tomadas.

Este ranking é elaborado através da análise de 24 indicadores, agregados em oito grandes categorias: recursos humanos; sistemas de investigação abertos e atractivos; recursos financeiros e infra-estruturas; investimento das empresas; parcerias e empresas; patentes; empresas inovadoras e efeitos económicos. Face ao ranking de 2009, a progressão pode ser entendida como a de "apenas" um degrau (passou da 16.ª posição, em 2009, para a 15.ª, em 2010). Mas, analisada num ciclo de cinco anos, percebe-se que o esforço que tem vindo a ser feito permitiu a Portugal saltar sete posições (em 2006, estava classificado em 22.º lugar) e ficar agora a liderar o grupo dos "Inovadores Moderados", à frente de Espanha e de Itália, os outros dois países que, tal como Portugal, se associaram numa iniciativa como a Cotec.

Nos rankings que medem o crescimento de indicadores, Portugal é o país que mais cresceu em termos de despesas efectuadas em I&D em percentagem do PIB (estando agora já muito próximo da média europeia), é também o país em que mais jovens com idades entre os 20 e os 24 anos têm o ensino secundário completo e está em primeiro lugar no crescimento de empresas inovadoras que colaboram com outras empresas (em percentagem do total de PME). Está também em segundo lugar no ranking dos países que mais aumentaram a despesa pública em investigação e dos que mais patentes efectuaram em áreas que "constituem um desafio para as sociedades".

Se a análise for feita em termos desagregados por cada uma das oito áreas analisadas, revela-se a boa posição do país nas áreas de auto-avaliação (em que as empresas declaram os seus métodos e resultados) e uma posição mais frágil nas variáveis que medem desempenhos económicos.

A rubrica em que Portugal mostra um melhor resultado - e está mesmo em terceiro lugar face os países da Europa a 27 - é no item "Inovadores", isto é, dos países com empresas que declaram ter introduzido produtos ou processos inovadoras no mercado, conseguindo com eles uma maior eficiência na utilização de recursos ou na diminuição dos custos de produção. Nas restantes rubricas analisadas, está já próximo da média na dimensão de sistemas de investigação abertos e atractivos (onde está em 13.º lugar) e na existência de parcerias entre empresas (está em 15.º lugar), e tem um assinalável 12.º lugar em termos de recursos financeiros e infra-estruturas. Mas o investimento das empresas e os recursos humanos ainda estão longe da média, respectivamente, no 18.º lugar e na 21.ª posição.

Fonte: Governo da República Portuguesa


O pior lugar de todos acaba por ser mesmo nos efeitos económicos conseguidos, onde ocupa a 23.ª posição. Indicadores como o emprego em sectores que exigem elevada qualificação, o volume das exportações de bens de média e alta tecnologia ou a venda de bens resultantes de inovações apresentam desempenhos e evoluções abaixo da média europeia.

O pelotão da frente deste European Innovation Scoreboard continua entregue à Suécia, à Dinamarca, à Finlândia e à Alemanha.

Fonte: Público


.:: Links ::.


:: INNOVATION UNION SCOREBOARD 2010: The Innovation Union's performance scoreboard for Research and Innovation ::

:: Portugal: European Innovation Scoreboard (EIS)2008-2009 ::

:: SIFIDE: Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial ::

:: SIFIDE: SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008 ::

:: SIFIDE II: Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial II ::

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Congresso - Promoção das Exportações Portuguesas numa Economia Global

:: Promoção das Exportações Portuguesas numa Economia Global ::

.:: 08 de Fevereiro de 2011 ::.
.:: EUROPARQUE ::.

Realiza-se no próximo dia 8 de Fevereiro, no Europarque, em Santa Maria da Feira, o Congresso - Promoção das Exportações Portuguesas numa Economia Global. O evento pretende juntar empresários e especialistas nas diversas áreas de apoio ao sector exportador com o objectivo de analisar a evolução do comércio internacional e a melhor forma de abordagem de novos mercados em economias emergentes. Também a logística, o sector dos serviços, o financiamento, o seguro de crédito e os incentivos públicos à exportação serão outros dos temas a abordar neste encontro. Os oradores convidados falarão sobre as suas experiências na abordagem dos mercados internacionais e dos instrumentos disponiveis para apoiar as empresas portuguesas no seu processo de expansão internacional.

O Senhor Primeiro-Ministro, o Senhor Ministro da Economia, Inovação e do Desenvolvimento, e o Senhor Ministro da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas participarão neste evento.


:: PROGRAMA PROVISÓRIO ::

Fonte: AICEP

Fonte: AICEP

.:: Links ::.

:: Programa: Promoção das Exportações Portuguesas numa Economia Global ::
:: Inscrever: Ficha de Inscrição ::

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Programa MIT – Portugal: Apresentação de Candidaturas para Doutoramentos, Mestrados e Mestrados Executivos

:: MIT – Portugal: Apresentação de Candidaturas para Doutoramentos, Mestrados e Mestrados Executivos ::

Fonte: UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP

Está aberto o período de candidaturas a Doutoramentos (até 28 de Fevereiro de 2011), Mestrados (até 31 de Março de 2011) e Mestrados Executivos (até 15 de Junho de 2011) no Programa MIT – Portugal, relativas a início de estudos em 2011/2012. A apresentação de candidaturas pode ser feita através da Internet como indicado em Candidaturas para o Programa MIT – Portugal.

Fonte: UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP

sábado, 15 de janeiro de 2011

QREN: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011

:: Balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011 ::

O Quadro de Referência Estratégico Nacional apoiou em 3 253 milhões de euros investimento empresarial no valor total de 6 484 milhões de euros, segundo os dados apresentados pelo Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, no balanço da execução do QREN em 2010 e objectivos para 2011.

Os sistemas de incentivos apoiaram ajudas directas ao investimento para 3 527 empresas, a criação de 510 novas empresas (start-ups) e mecanismos de engenharia financeira para outras 6 018 empresas. Em 2010 a execução do QREN ultrapassou o objectivo de 20% definido pelo Governo, atingindo os 23%.

Para 2011, o objectivo é disponibilizar mais de 3 500 milhões de euros de fundos para alavancar um investimento de mais de 5 000 milhões de euros, acelerando a execução do QREN para 40%. Para garantir a contrapartida nacional ao investimento dos fundos do QREN, estão a ser tomadas medidas como um empréstimo de 1 500 milhões de euros ao Banco Europeu de Investimento (BEI), linhas de crédito para as empresas e aumento das taxas de co-financiamento.

.:: A EXECUÇÃO DO QREN EM 2010 ::.

Meta de 20% de execução superada:
  • 23% de execução no final de 2010
  • 3 p.p. acima da meta (+ 642 M€ de fundos e + 1.000 M€ de investimento total)

Fonte: Governo da República Portuguesa


.:: Crescimento da execução em todos os fundos ::.

Fonte: Governo da República Portuguesa


.:: Portugal bem posicionado na comparação internacional ::.

Fonte: Governo da República Portuguesa

Fonte: Governo da República Portuguesa


Fonte: Governo da República Portuguesa

.:: Links ::.

:: QREN EXECUÇÃO 2010 E OBJECTIVOS 2011 ::


Fonte: Governo da República Portuguesa

domingo, 9 de janeiro de 2011

QREN: COMPETE abre concurso para Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico

:: QREN: COMPETE abre concurso para Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico ::

No âmbito do COMPETE - Programa Operacional Factores de Competitividade, foi aberto concurso para Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico em todos os domínios científicos:

SAESCTN - Edital n.º 08/SAESCTN/2010
Prazo para apresentação de candidaturas: entre 30 de Dezembro de 2010 e 24 de Fevereiro de 2011

A dotação orçamental FEDER afecta ao presente concurso é de 6.5 milhões de €uros, sendo de 200 mil €uros o valor máximo de financiamento por projecto.

Apresentação de Candidaturas

Para esta linha de financiamento podem-se candidatar equipas de investigação, individualmente ou em associação, das seguintes entidades:
  • Instituições do Ensino Superior, seus Institutos e Centros de I&D;
  • Laboratórios Associados;
  • Laboratórios do Estado;
  • Instituições privadas sem fins lucrativos que tenham como objecto principal actividades de Ciência e Tecnologia;
  • Empresas desde que inseridas em projectos liderados por Instituições de I&D públicas ou privadas sem fins lucrativos;
  • Outras instituições públicas e privadas, sem fins lucrativos, que desenvolvam, ou participem em actividades de investigação científica.

As candidaturas devem ser apresentadas à FCT, em língua inglesa nas suas componentes principais, em formulário electrónico próprio e submetidas electronicamente através do sítio https://concursos.fct.mctes.pt/projectos/.

Recomenda-se a leitura do Guião para elaboração e submissão de candidaturas, disponível em: http://alfa.fct.mctes.pt/projectosFCT2010, bem como os Regulamentos referidos no ponto 7 do Edital em Anexo.

Fonte: POFC

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

COTEC: Barómetro de Inovação - Portugal

:: COTEC: Barómetro de Inovação - Plataforma online que disponibiliza informação sobre as actividades de inovação em Portugal ::

Fonte: COTEC

O “Barómetro Inovação” é uma plataforma que visa disponibilizar informações sobre a inovação em Portugal, de acordo com os seguintes objectivos:
  • Divulgar, dando-lhes, maior visibilidade, indicadores e estatísticas de IDI e, através deles, desenvolver análises e apresentações agregadas;
  • Apresentar informação sobre a inovação empresarial, em particular práticas de gestão de inovação;
  • Criar e manter um painel de “líderes” que, com regularidade, emitam as suas opiniões sobre questões de inovação.

Fonte: COTEC
Os resultados e conclusões do Barómetro Inovação foram apresentados pela Isabel Caetano, sustentados pelas análises desenvolvidas com base em estatísticas obtidas nos Inquéritos “Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional” (IPCTN) e “Inquérito Comunitário à Inovação”, comumente designado por CIS (Community Innovation Survey). Dos resultados e conclusões divulgados pela COTEC destacamos o seguinte:
  • Globalmente, Portugal encontra-se posicionado na posição 29 de entre os 52 países analisados, com um valor de índice de 3,52, muito próximo da média global dos países analisados (3,65). Encontra-se abaixo das médias dos países da OCDE, Zona Euro, União Europeia e PECO, sendo o melhor posicionado dos países da Europa do Sul, superando Espanha (3,45).
    Fonte: COTEC
  • Em termos do posicionamento verifica-se que, globalmente, Portugal tem um desempenho muito perto da média dos 52 países analisados e que, em termos do agregado Europa do Sul, Portugal é o que se encontra melhor posicionado.
  • No que diz respeito às 4 Dimensões analisadas, verifica-se, para o caso de Portugal, um decréscimo acentuado à medida que se caminha de Condições para Resultados (Condições > Recursos > Processos > Resultados).
  • Portugal, possuindo as condições necessárias com vista à promoção de IDI, não consubstancia essas mesmas condições em outputs visíveis, da forma mais eficaz e eficiente.
  • Quando analisamos os resultados ao nível dos pilares verificamos algum grau de flutuação entre eles. Os pilares com melhor desempenho são Envolvente Institucional, Financiamento e Impactos da inovação, e os com pior desempenho são Capital Humano, Aplicação de Conhecimento e Impactos Económicos.

.:: Links ::.

:: Análise de Posicionamento relativo de Portugal - Innovation Digest Dez 10 ::
:: Apresentação Isabel Caetano ::
:: Barómetro Inovação ::

Fonte: COTEC - Barómetro Inovação


:: Encontro “Open, Fast and Global – New Perspectives on Innovation” ::

O tema da open innovation deu mote ao Encontro “Open, Fast and Global – New Perspectives on Innovation” que a COTEC Portugal realizou a 13 de Dezembro, no Centro Cultural de Belém (Lisboa), e onde foi apresentado publicamente o Barómetro de Inovação da COTEC.

A destacar a intervenção do Stefan Lindegaard, especialista em open innovation. É ponto assente que a inovação é crucial para a sobrevivência das empresas nos dias de hoje e cada vez mais se fala de um carácter colaborativo da inovação. Mas, o que é a open innovation? Stefan Lindegaard, especialista em inovação, definiu-a para a plateia no Encontro ‘Open, Fast and Global – New Perspectives on Innovation’: uma questão de mindset.

Fonte: COTEC
«Não é uma ferramenta nem um enquadramento teórico, é a abertura da mente»,explicou o orador, que desenvolveu: «todas as empresas têm recursos internos e externos a valorizar. A open innovation trata de os unir». A criação de relacionamentos assume-se crucial, estando em causa, mais do que o I&D das empresas, o C&D: Connect and Development. «O modo como se tratam os parceiros é crucial na open innovation: Quanto tempo se demora a responder às solicitações? Qual é qualidade das respostas dadas?», questionou Stefan Lindegaard.
Mais...

Fonte: COTEC

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

SIFIDE: Fiscalidade e Desenvolvimento Nacional

:: SIFIDE: Fiscalidade e Desenvolvimento Nacional ::

Fernando Marcelino, Director Geral da F. Iniciativas

O défice das contas públicas nacionais está na ordem do dia, depois de um aceso debate político sobre a forma de aprovação do orçamento geral do Estado. Regra geral, o problema é abordado na perspectiva do que fazer para cortar a despesa e gerar receitas de uma forma imediata. Embora esta perspectiva das contas públicas seja fundamental para o equilíbrio financeiro do País, existe também outra visão complementar do que deve ser um orçamento geral do Estado e como deve apoiar o crescimento económico.

 A fiscalidade inteligente vai mais longe do que apenas gerar receitas imediatas com o aumento de impostos e diminuir a despesa pública através da redução de gastos correntes.

Frequentemente, os benefícios fiscais quando usados para apoiar a inovação e o desenvolvimento tecnológico transformam o orçamento geral do Estado numa mola real de desenvolvimento que estimula a competitividade e promove o aumento da receita fiscal. É o caso actual do Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento (SIFIDE).

Desde que foi criado pelo governo português em 2005, o SIFIDE já atribuiu 188 milhões de euros a 1589 candidaturas de empresas. Curiosamente num momento em que se debate como podem as empresas ultrapassar a crise económica, muitas ainda desconhecem grande parte dos instrumentos nacionais e comunitários que podem apoiar a sua actividade.

Embora o SIFIDE esteja previsto no orçamento de Estado deste ano, o mesmo ainda não tem um carácter permanente ao contrário do que acontece em Países que lideram o desenvolvimento europeu como a França. A importância deste tipo de benefício fiscal para Portugal é enorme, dado que subsidia a I&D e consequentemente a inovação, ao mesmo tempo que contribui para a contratação de cérebros que conduzam o processo criativo.

Desde que foi criado, o SIFIDE já permitiu a Portugal subir no ranking da União Europeia em inovação, melhorando, assim, a sua imagem nos mercados internacionais. Segundo o Inovation Scoreboard 2009, Portugal subiu 6 posições desde 2007, já tendo ultrapassado a vizinha Espanha e ocupando a 16.ª posição.

A proposta para o SIFIDE deste ano vem introduzir algumas melhorias terminando com limitações (ex: nas despesas de funcionamento), apoiando as star-ups (com majorações) e mantendo-o fora da limitação dos benefícios fiscais. Contudo, permanecem aspectos importantes a melhorar, nomeadamente o reembolso imediato das empresas à semelhança do sistema francês e na eventualidade de não ser possível um reembolso imediato, o aumento do período de crédito fiscal e a devolução no fim do prazo, tal como acontece em Espanha.

Além destes aspectos, salientam-se ainda como melhorias necessárias ao actual SIFIDE a eliminação do limite máximo de dedução no valor incremental, bem como o aumento da percentagem da quota parte das despesas de funcionamento para 75% (tal como aplicado em França) acrescidos a 100% das despesas relativas a recém-licenciados para os primeiros 24 meses de contrato para o primeiro emprego (incentivo também à empregabilidade dos jovens).

Outra possibilidade que deveria constar no actual SIFIDE é a compensação de colectas negativas com o imposto pago nos exercícios anteriores, ou seja, seria devolvido às empresas o resultado da aplicação da taxa de imposto à colecta negativa (esta política já é aplicada em países como o Reino Unido).

Por último, acrescentaríamos ainda a contabilização de despesas de inovação. Além de equilibrar as contas públicas é vital que Portugal disponha de uma fiscalidade inteligente, capaz de aumentar a receita através do estímulo da competitividade empresarial. O SIFIDE é um bom exemplo do que Portugal pode fazer nesse domínio.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Inovação: Governo propõe Taxa Zero para a inovação

:: Governo propõe Taxa Zero para a inovação ::

O Conselho de Ministros aprovou esta quarta-feira um pacote de 50 medidas para a Competitividade e Emprego que, entre outros aspectos, prevê o lançamento de programas de incentivo destinados às empresas inovadoras.

Estas estão preconizadas em algumas medidas, designadamente:
  • Apoiar a criação e desenvolvimento de empresas de natureza inovadora e orientadas para os mercados de exportação, conjugando,
    1. Apoios públicos no valor de 50 milhões de euros;
    2. Utilização complementar de mecanismos de capital de risco;
    3. Oferecendo assistência técnica ao desenvolvimento e concretização dos projectos.
  • Aprovar os instrumento normativos e as medidas administrativas necessárias para lançar o programa «Taxa Zero para a inovação» até ao final do 1.º semestre de 2011, de forma a isentar do pagamento de qualquer taxa, emolumento ou contribuição administrativa, durante dois anos, as empresas com potencial inovador criadas por novos empreendedores, excluindo as obrigações fiscais e de segurança social.

Fonte: Governo da República Portuguesa


SIFIDE II - Proposta de Orçamento do Estado para 2011 propõe renovar o SIFIDE

SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008

SIFIDE - Portugal com sistema competitivo de apoio à I&D

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Portugal é o 4.º país com mais empresas inovadoras

A Alemanha, o Luxemburgo e a Bélgica eram os únicos países da União Europeia com mais empresas com actividade inovadora do que Portugal, entre 2006 e 2008, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat.

No período de referência, Portugal teve 57,8 por cento de empresas a declararem inovação, valor que fica atrás do da Alemanha (79,9 por cento), Luxemburgo (64,7 por cento) e Bélgica (58,1 por cento).

Do total de 51,6 por cento das empresas que tiveram actividade inovadora entre 2006 e 2008, 34,2 por cento cooperaram com outras empresas, número superior ao verificado em Portugal no mesmo período (28,4 por cento).

:: Sixth Community Innovation Survey ::




Fonte: Diário Notícias & Eurostat

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

IV Conferencia de Emprego Científico | Feira de Emprego Científico

A Associação de Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) promove a realização bienal de uma Feira de Emprego Científico, com o objectivo de as empresas contactarem directamente com investigadores de todos os níveis de formação e áreas de especialização e promoverem oportunidades de recrutamento.

Irá ser realizada na Fundação Engenheiro António Almeida no dia 26 de Novembro de 2010 sobre o tema:

CIÊNCIA E DESENVOLVIMENTO


:: II Feira de Emprego Científico ::

No dia 26 de Novembro de 2010, reunir-se-á na Fundação António de Almeida uma importante e substantiva parte da comunidade científica nacional, e a sua empresa terá a oportunidade de aí encontrar as competências que procura, preencher uma vaga específica e conhecer uma carteira potenciais candidatos.

A II Feira de Emprego Científico é uma oportunidade para as empresas contactarem directamente com investigadores de todos os niveís de formação e áreas de especialização e promoverem oportunidades de recrutamento.



Fonte: Associação de Bolseiros de Investigação Científica

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Portugal Today - A inspirar Portugal



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quarta-feira, 14 de julho de 2010

QREN - Estratégia para a Aceleração da Execução de Projectos Empresariais

No âmbito do "QREN - Estratégia para a Aceleração da Execução de Projetos Empresariais" que decorreu no Europarque, em Santa Maria da Feira, foram apresentadas 12 medidas de financiamento, simplificação e novos concursos do QREN.

.: 12 Medidas de Financiamento, Simplificação e Novos Concursos :.



Serão lançados em Outubro novos concursos do QREN, muito dirigidos ao apoio à internacionalização e apoio a serviços de elevado valor acrescentado com recursos humanos de elevada qualificação

Fonte: Governo da República Portuguesa

quinta-feira, 1 de julho de 2010

CIÊNCIA 2010 - Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal



Promovido pelo CLA e pela FCT, este ano também com a colaboração do Ciência Viva, o Encontro Anual de Ciência tornou-se já um marco na dinâmica do nosso desenvolvimento científico. Espaço de apresentação e debate do que fazem muitos dos laboratórios de investigação, lugar para a criação de redes e contactos, momento de afirmação da vitalidade da ciência que se faz em Portugal, das relações com a indústria, com o resto do mundo, - o Encontro Ciência 2010 vai com certeza ser tudo isso. Mas este ano pode ser ainda mais, contribuindo para estimular o debate sobre o futuro da Ciência em Portugal.

Para tanto, há que clarificar e debater, área a área, as estratégias emergentes, capazes de fazer surgir as melhores ideias e as melhores lideranças, capazes de juntar pessoas, recursos e instituições, realismo e prospectiva, gerações, ensino e investigação, indústria e ciência, cultura, tecnologia e ciência.


:: CIÊNCIA 2010 - Encontro com a Ciência em Portugal ::
Centro de Congressos de Lisboa, Junqueira
4-7 de Julho de 2010
Entrada Livre

Fonte: CIÊNCIA 2010
Programa: Programa do Encontro Ciência 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Seminário na OCDE reconhece desenvolvimento científico "extraordinário" em Portugal

A investigação científica portuguesa estará hoje em análise na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos (OCDE), em Paris, "reconhecendo o desenvolvimento extraordinário da Ciência em Portugal", afirmou o ministro Mariano Gago à Lusa na capital francesa.

"A situação portuguesa é excepcional e Portugal é um dos países da OCDE com "crescimento mais rápido na área científica, seja em que parâmetro medirmos, desde o número de artigos em publicações científicas, ao número de cientistas no activo e, em resumo, à criação de uma massa crítica que possibilita a existência de centros de investigação com capacidade para produzir resultados e atrair cérebros do estrangeiro", afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O seminário na sede da OCDE, em Paris, junta especialistas portugueses e internacionais para analisar as condições do desenvolvimento da investigação científica em Portugal nos últimos anos e para "perspectivar o futuro imediato da ciência no nosso país", afirmou José Mariano Gago.

O ministro citou "dois números básicos para aferir do progresso registado": o número de cientistas, que é actualmente de 7,2 em mil activos, dos quais 44% são mulheres; e o investimento em investigação e desenvolvimento, que atingiu em Portugal 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

"Há trinta anos tínhamos 0,4% do PIB aplicado na investigação e isso continuou pelos anos 80, mantendo-se nos 0,6%. Nos anos 90, situou-se pouco acima. Só nos últimos cinco anos se registou o salto significativo", recordou José Mariano Gago.

"Mesmo em período de crise financeira e económica, o investimento em investigação não parou de crescer. Em Setembro de 2009, constatámos que, das 50 maiores empresas portuguesas que investem em Ciência e Tecnologia, apenas duas estavam a reduzir financiamento. Todas as outras estavam a aumentá-lo", salientou o ministro.

Fonte: OJE

SIFIDE - Principais resultados no período 2006-2008

Portugal tem o maior nível de incentivos fiscais do espaço europeu para I&D nas empresas


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